quinta-feira, 17 de setembro de 2020

Anselmo Paza

 

O entrevistado desta semana é ANSELMO PAZA - filho de Augusto e Adelina de Modesti Paza; natural de Brusque, nascido aos 10.11.29. São em onze irmãos: Otávio, Olindina,Olga, Lídia, Clara, Anselmo, Lauro, Alaíde, Paula,  Odete e Antônio

Cônjuge: Umbelina Maria  Gianesini Paza, casados aos 17.01.53;
cinco filhos: Lígia Maria , Rosana, Sílvio Antônio, José Luiz e Ana Maria;
Sete netos: Carina Catiana e Carla Graciella (Lígia), Clísia Helena (Rosana), Lariane e Jaqueline (Ana Maria e Carlos Roberto Pruner), Thiago Antônio (Sílvio Antônio) e Gabriele Taís (José Luiz);
Quatro Bisnetos: Vinícius e Sofia Helena filhos  de Clicia Helena,
Henry Fischer e Vitor Fischer   filho de Carla Graciella.
Torce para o Paysandu e Vasco da Gama.



Como foi sua infância e Juventude?

Auxiliava meus pais na lavoura, ia muito o tio Júlio, jogava bola, ia à Escola e, na juventude, jogava futebol, dançava e namorava.

Em que equipes atuou?

Iniciei aos 12 a 13 anos nas peladas, fui para os juvenis do Paysandu e depois para o Operário e, depois, para os aspirantes do Paysandu, tendo ficado suplente dos titulares.

Zagueiro?

Usava a número 5, naquela época, diziam centro-médio.

Qual o perfil de Anselmo?

Eu jogava futebol com alegria e era mais clássico.

Além do América, que outras equipes existiam?

Operário, América F.C.(Steffen), União (Santa Terezinha), Guarani, São Pedro (o time do Imhof), Aymoré, Catarinense (que depois passou a ser Guabirubense).

Entre que clubes ocorria a maior rivalidade?

A maior rivalidade era entre o Operário, Guarani e União.

Vitória inesquecível?

Foi na partida realizada em Pomerode, quando perdíamos por 1 x 0 e viramos por 2 x 1, foi emocionante.

Derrota atravessada?

Foi para o Guarani, no estádio Augusto Bauer, perdemos a decisão da segunda divisão.

Grandes atletas?

Antônio Paza, Vidinho, Lauro Paza, Hercílio Ristow, Constantino, Nelson Olinger, Mário Zimermann, Otávio Constantino, Nego Kuhn, Heinz Appel, Chico Appel, Irineu Gonzaga, Olegário Rosin, popular Cachaça, Orlando e Wilimar Ristow.

Grandes dirigentes?

João Miguel, Angelo de Modesti, Arthur Jacowicz, o popular Polaco, Arthur Appel (in memoriam), Armando E. Polli (in memóriam).

Grandes treinadores?

João Schmidt e Nilton Manguilhotti.

Cenário do futebol em Águas Claras : Por que e como acabou o Operário?

Parou por falta de interesse de dirigentes; na época dirigia os destinos do operário o Jordino Amorim, ele foi embora, e o saudoso Ivo Groh ficou dirigindo... no fim faltou liderança para manter o clube.

Uma palhinha da vida profissional?

Trabalhei na lavoura com os pais, aos 14 anos ingressei na Renaux, permanecendo por 30 anos. Ao mesmo tempo – nas folgas- trabalhei como garçom por mais de 15 anos e, após a aposentadoria, trabalhei na construção civil.

Qual o perfil do bom garçom ?

Ter educação, atender bem, não dar atenção aos comentários que ouve dos clientes.

 



                                                             idos de 1951 -  Operário
Em pé:  IRINEU SCHIMIT (treinador),  HELMUT SCHULEMBURH.,  AUGUSTO LUSOLI , - ANSELMO PAZA.,
 VALDEMIRO ROSIN (PUPI), IVO GHROH (Presidente do Clube)

 Agachados: HERCÍLIO RISTOW, JULIO DE MODESTI, PAULO LIMA, ANSELMO MODESTI, LAURO PAZA

 











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