quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Sônia Knihs Crespi - Ex Procuradora-Geral do Município de Brusque



A entrevistada desta semana é a advogada e ex-Procuradora-Geral, Sônia Knihs Crespi, nascida em Brusque, aos 22 de janeiro de 1976; filha de: Carmen Knihs e Júlio José Knihs; Cônjuge: Fabiano Crespi; duas filhas: Júlia e Mariana.




Primeiro/a professor/a?
Foi a Tia Rosa (professora do prezinho)

Grandes professores?
Destacaria entre outros: Marcos Pina Mugnaini, Irineu João da Silva, Marco Aurélio Gastaldi Buzzi, Jorge Orofino da Luz Fontes e Rosan da Rocha

Histórico escolar?
Fiz o 1º e 2º grau – Colégio Cônsul Carlos Renaux, a Graduação – em Direito na Univali, a Pós-graduação – Escola de Preparação ao Ministério Público, nível aperfeiçoamento na Univali

Como surgiu o direito em sua carreira?
Sempre possui avidez pela leitura e contestação dos fatos.

Grandes doutrinadores?
Destacaria Maria Helena Diniz, Humberto Theodoro Junior, Ives Gandra da Silva Martins e Alexandre Moraes


Grandes nomes? – em todas as áreas
Rui Barbosa, Mário Alexandre de Moraes, Sérgio Cortela, Sílvio Santos, Fernando Henrique Cardoso e Barack Obama

Melhores livros que leu?
A culpa é da genética, Qual a tua obra e O caminho de Casa.
QUAL A TUA OBRA
O CAMINHO DE CASA

O que está lendo atualmente?
Economia Monetária (José Carlos Rosseti)


Como definiria sua passagem pela PGM?
Uma experiência enriquecedora na construção da minha carreira, com diversa conquistas e reconhecimento, marcando-a principalmente pela organização administrativa da Procuradoria.

O que representa ser Procurador-Geral?
Representa estar imbuído de uma responsabilidade e credibilidade. Capaz de orientar e fomentar as decisões gerais dos administradores públicos.

Lazer?
Cinema, bons restaurantes, viagens em família



Referências: Publicado no Blog luizgianesinientrevista.blogspot.com.br aos 22 de agosto de 2018

Alcir Merízio - Vice-Prefeito de Botuverá


O entrevistado desta semana é o Vice-Prefeito de Botuverá Alcir Merizio. filho de Pedro Merizio e Maria Merizio, caçula de doze irmãos; nascido em Botuverá/SC aos 11/03/1966
Estado civil?
Casei-me em 1991 com Marize Garcia Merizio, professora, temos duas filhas: Larissa Merizio, nascida em 05/09/1993 e Pietra Merizio, nascida em 14/04/1998.

Como foi sua infância?
Tive uma infância muito feliz. Cresci podendo brincar na rua, cercado de bons amigos. Tenho boas recordações dessa época. Sempre fui ligado aos esportes, principalmente o futebol. Sou flamenguista e acompanho os campeonatos. Mas, minha grande paixão é o Águas Negras Futebol Clube, time da minha comunidade, ao qual defendi vários títulos e, ainda hoje, participo como membro da diretoria.

Histórico escolar?
Iniciei meus estudos na Escola Isolada de Água Negras, onde cursei o primário. Meu primeiro professor foi o Sr. Silvino Schmitz. Depois, estudei na Escola Básica Padre João Stolte, onde terminei a 8ª série.

Primeiro/a professor/a? Grandes professores?
Além do meu primeiro professor, há outros que lembro com carinho: Isaías Lira, Pedro Bonomini, Sérgio Colombi, Maura K. Maestri, Marilda Paloschi, Isabel B. Lira, Nelson Sezerino e Marlene Pereira.

Matérias que mais gostava?
Gostava de estudar mas, como muitos alunos, havia disciplinas que eu mais apreciava, como educação física e ciências. E, apesar de gostar da professora, não gostava da disciplina que ela lecionava: Língua Portuguesa.

Leituras?
Gosto de me manter informado, para isso acompanho noticiários e leio jornais ocasionalmente, e faço leituras voltadas ao empreendedorismo, pois é a área em que atuo.

Uma palhinha de sua carreira de empreendedor?
Desde jovem, trabalhei na empresa de meu pai, a Madeireira Merizio, onde fui motorista e trabalhei no mato, na retirada de madeira. Após as mudanças econômicas e ambientais, meu irmão Ademir e eu voltamos nossas atividades ao ramo têxtil, onde abrimos em sociedade com amigos a fiação ADM por um período de 7 anos. Depois de dissolver a sociedade, abrimos a fiação Merfios, que hoje está alugada. Atualmente continuo no ramo têxtil com minha empresa de engomagem, a Gomertex, que minhas filhas ajudam a administrar.

E a trajetória política?
A política sempre esteve presente em minha família. Meu pai foi um grande exemplo, pois sempre defendeu suas ideias e buscou ajudar a todos. Ele ingressou na política, sendo eleito aos cargos de vereador e vice-prefeito, onde trabalhava sem receber remuneração e até estradas ele patrolava. Ele levava a sério suas obrigações e se dedicava sem medir esforços. Isso influenciou a mim e meus irmãos, pois sempre buscamos estar atentos aos acontecimentos locais. Meu irmão Moacir Merízio também atuou na política local, sendo eleito prefeito e vice-prefeito em quatro mandatos.

Eu sempre atuei nos bastidores, apoiando meu irmão e outros colegas candidatos, até que senti que poderia fazer mais estando na linha de frente. Como tenho muitos incentivadores, decidi candidatar-me a vice-prefeito, juntamente com Nene Colombi, pois, acredito nas propostas às quais nos comprometemos em realizar e confio na integridade da pessoa que atua comigo. Juntos, nesse mandato, conquistamos várias coisas, fizemos obras e conseguimos muitos recursos importantes para nosso Município, para dar continuidade aos trabalhos.

Além da escola Inês Gianesini Merízio, destacaria outras obras?
Algumas das obras de mais destaque realizadas nesse mandato foram:
• Construção Creche Municipal Zelita Zete Cestari;
• Substituição de 10 pontes de madeira com galerias de concreto;
• Construção de duas pontes em concreto armado com vão livre de 10 metros.
• Abertura de mais um Posto de Saúde na localidade do Ribeirão do Ouro, para atendimento dos moradores da parte alta;
• Construção de mais de 4500m de calçadas na rua Humberto Mazzoli, no centro;
• Pavimentação parcial da rua Gentil Comper, Pedras Grandes;

É um sonho a terceira via nas subidas na SC 486, a conhecida Pedro Merízio?
Falando de infraestrutura do nosso Município, não há de se deixar de lado o trecho da Rodovia SC- 486, a Rodovia Pedro Merizio, que tem duas pistas, mas uma grande circulação de veículos, principalmente veículos pesados de carga, o que dificulta o fluxo do trânsito. A terceira pista é sim um sonho, mas como se trata de uma rodovia estadual, as coisas não se dão como queremos e esperamos.

Grandes nomes?
Nosso Município é pequeno em tamanho, mas grande em cultura e tradição. Lar de pessoas excepcionais, assim como as que abrilhantara, e ainda abrilhantam, a administração pública com seu conhecimento e alegria, assim como foi Vilson Fachini, que infelizmente faleceu este ano, que foi secretário da saúde. Na área da saúde, embora não tendo formação nesta área, nossa querida e saudosa Inês Gianesini Merizio, que foi uma grande profissional e ajudou muitas pessoas. Hoje, temos um nome de peso na secretaria de saúde, que é Marcia Cansian, que tem auxiliado o poder executivo no planejamento e nas atividades, participando efetivamente de tudo que envolve a saúde. Na educação, tivemos dois grandes nomes, que hoje também não estão mais presentes entre nós, mas deixam a lembrança de sua grande passagem na terra e a marca no coração de vários estudantes, assim como o meu, como Zelita Zete Cestari e Francisco Colombi.

Dá para acreditar na política nacional?
Apesar de manchetes negativas circularem na mídia, ainda acredito na política e nas possibilidades de melhorias que ela pode trazer à população.









Referências: Publicado no Blog luizgianesinientrevista.blospot.com.br aos 29 de agosto de 2018.

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Eduardo Tomazoni - Presidente do COMUPA - Cons. Mun. de Patrimônio ...



O entrevistado desta semana é o advogado e presidente do Conselho Municipal de Patrimônio Histórico, Natural e Artístico Cultural (Comupa),
Eduardo Tomazoni, nascido em João Pessoa/PB, aos 22/07/76; filho de Jorge Flavio Tomazoni e Maria de Lourdes Tomazoni; cônjuge: Daniela Gamba; três filhos: Maria Eduarda Gamba Tomazoni, Maria de Lourdes Gamba Tomazoni e Theo Henry Gamba Tomazoni. Torce por Automobilismo e no futebol é Flamenguista




Histórico escolar?
Estudei no Colégio São Luiz até 8º serie/ Colégio Cenecista Honório Miranda 1ª Série do 2ª Grau/ 2º e 3º do 2ª Grau, Colégio Unificado (Cientifico) – Curso superior - Univali (Administração) / Unifebe - (Direito).

Primeiro(a) professor(a)?
Foi a Dona Miriam

Grandes professores?
Creio que de uma forma geral todos foram indispensáveis, pois carrego em minha formação um pouco de cada um.

Melhores livros que leu?
Grandes Mestres do Sucesso – (Napoleon Hill/ Andrio Carnegie / Josef Murphy)

O que está lendo atualmente?
O Manuscrito - (Napoleon Hill)

Grandes nomes ?
Para não me estender, vou citar apenas um (Airton Senna).

Como surgiu o direito em sua trajetória?
Por ser uma área que me despertava grande interesse aliada a uma necessidade do conhecimento Jurídico.

A sua participação no COMUPA foi voluntária? Indicada?
Meu interesse se deu de forma voluntária, ao receber um e-mail da disponibilidade de ocupar uma cadeira junto ao conselho, a qual seria representante da OAB-Brusque-SC, a qual me candidatei e consequentemente selecionado.

Quais os maiores entraves para que o COMUPA atenda a contento? Acredito ser uma legislação específica e eficaz, através de uma reformulação total, e revisão do Catalogo atual para que se possa trabalhar de maneira mais objetiva.

A legislação atinente ao Patrimônio histórico deveria andar junto com o inventário dos imóveis a serem tombados?
Certamente, pois tanto a legislação e o catálogo se encontram defasados.

Qual a sua maior ambição?
Ser feliz e acender como pessoa e profissional.

O que mais incomoda?
A Falsidade.

Do que sente orgulho?
De minha Família.

Em quem tem fé?
Em Deus, acima de tudo.

Algo que você apostou e não deu certo?
Bom, neste caso são vários os ocorridos, mas prefiro acreditar que isto se chama experiência. Até por que, as derrotas são temporárias, ou apenas ainda não deram certo.

O que você aplica dos grandes educadores, das aprendizagens que teve, no seu dia a dia?
A Ética!

Que acontecimento marcaram sua vida?
O nascimento de meus filhos.

Quais as maiores decepções e alegrias que teve?
No caso da Decepção creio que seja o ser humano de forma geral. Já no caso da alegria são os meus filhos, minha família e todos os sonhos até aqui conquistados.


Conselho Municipal do Patrimônio Histórico, Natural e Artistico-Cultural - COMUPA - agosto 2018



Referências: Publicado no Blog luizgianesinientrevista. blogspot.com.br aos 22 de agosto de 2018




Referências: Publicado no Blog luizgianesinientrevista.blogspot.com.br aos 28 de agosto de 2018

sábado, 25 de agosto de 2018

Natan Ben-Hur Braga - Ex Procurador-Geral do Município de Brusque


NATAN BEM-HUR BRAGA
O entrevistado desta semana é o advogado, professor universitário e ex Procurador-Geral do Município de Brusque,  Natan Bem-Hur Braga, filho de Hélio Braga e Lorete Santos Braga; natural de Itajaí, SC; nascido aos 25/05/1964; Cônjuge: Luciana Costa Labes Braga; duas filhas: Bruna Labes Braga e Luísa Labes Braga. Torce para o América RJ





Como conheceu a Luciana?
Conheci no  Colégio Salesiano Itajaí

Histórico escolar?
Escola Pública Estadual Olegário Bernardes – Itapema, SC, até 5ª série; Colégio Salesiano Itajaí até conclusão do atual ensino médio. Graduação FEPEVI (Hoje UNIVALI) em 1986. Mestrado na UNIVALI em Ciência Jurídica em 2000, Mestrado na Universidade de Alicante, ES, em Direito Público, anos de 2007 e 2008. Doutorado na UNIVALI em Ciência Jurídica, ano de 2016.

Primeiro/a professor/a?
Foi a professora Luzia.

Grandes professores?
Destaco  José Isaaq Pilati e Cesar Luiz Pasold.

Fale de sua carreira dedicada a educação – histórico, matérias que leciona, locais
Iniciei minha carreira acadêmica a convite do Padre Nestor, na faculdade de administração da FEBE no ano de 1995. Depois fui convidado a dar aulas no 10º período de Direito na FEBE, tendo sido convidado no ano de 1999 a compro o corpo docente da UNIVALI, onde leciono até hoje. Sempre permeei as matérias do direito Civil – obrigações, responsabilidade civil – mas não abandono o Direito Público que é uma paixão, tema de fundo de minha tese de Doutorado.

Grandes nomes em todas áreas?
 Eu sempre gostei muito do Ciro Gevaerd, grande figura, ótimos caldos de cascudo e boas conversas. O Antônio Carlos Konder Reis me parece ter sido uma figura ímpar, como sujeito a doar-se à coisa pública, bem como estudioso e de grade cultura. No âmbito Federal o Eterno Rui Barbosa.

Como surgiu o Direito em sua trajetória?
Assim que terminei o ensino médio no Salesiano, com 17 (dezessete) anos passei no vestibular de direito (eram 12 candidatos por vaga), e isso porque já tinha na família vários sujeitos ligados ao direito, o que me incentivou seguir a carreira. Com 22 (vinte e dois) anos me formei e me mudei para Brusque, SC. Montamos um escritório eu, o Edson Ristow, o Cesar Diegoli e o Adalberto Olinger. Trabalhei 2 (dois) anos com eles. Em seguida já fui para a Prefeitura.

Grandes doutrinadores?
 Tenho comigo que depois de Platão e Aristóteles, todos os demais falaram menos, no entanto, no âmbito do Direito não posso esquecer do Hely Lopes Meirelles e do Orlando Gomes.

Como foi sua passagem na Procuradoria-Geral?
Muito interessante. Iniciei como advogado contratado pelo grande Dr. Aurinho Silveira, que me confiou basicamente todo o trabalho jurídico do Município. Logo em seguida acumulei o carco de Diretor do Departamento de pessoal. Assumi a Procuradoria com 29 (vinte e nove) anos, um guri, praticamente. Eram   poucos os profissionais e com um volume de trabalho e responsabilidade muito grande. Foi um enorme aprendizado, tanto jurídico quanto no de conhecer pessoas e vidas.

Quais os entraves para constituir uma Procuradoria-Geral isenta de politicagem?
Uma procuradoria deve seguir forte nas intenções políticas do governante. No entanto, cabe-lhe direcionar as tratativas sempre no sentido da legalidade. Saber dizer não é um valor excepcional que não deve ser ausente em um procurador.

Por que o STF virou casaco do avesso?
 Essa abordagem é bastante complexa. Há que se entender que no sistema republicano brasileiro, o STF é um Tribunal Político.

Quais os melhores livros que leu?
 Ética a Nicômaco (Aristóteles).

O que está lendo atualmente?
Os grandes Filósofos do Direito (Clarence Moris – Org. – ed. Martins Fontes.

Costuma ler jornais?
Sim, diariamente.

Lazer?
 Sempre fui muito dos esporte. Surf (desde os 13 anos até hoje), Capoeira (por 9 anos), atletismo (Campeão Catarinense infantil dos 100m e 4x100m), Handebol também era uma paixão. Hoje faço esportes também em academia. Estou com 54 (cinquenta e quatro), não dá para descuidar.



Resumindo:
Graduei-me em Direito pela Universidade do Vale do Itajaí (1986), especialização em direito público em 1989, mestrado em Ciência Jurídica pela Universidade do Vale do Itajaí em 2000 e doutorado em ciência jurídica na Universidade do Vale do Itajaí em 2016. Atuo, principalmente, nos seguintes temas: Ensino, Direito Administrativo, Direito Civil. Membro efetivo do IASC – Instituto dos Advogados do Estado de Santa Catarina.
Sócio fundador do escritório de advocacia BRF Advogados, com sede na cidade de Itajaí, SC.



Referências: publicado no blog: luizgianesinientrevista.blogspot.com.br aos 25 de agosto de 2018

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Greice Cristine Libardo Paterno - Advogada

GREICE CRISTINE LIBARDO PATERNO

A entrevistada desta semana é a advogada Greice Cristine Libardo Paterno, nascida em Brusque/SC, aos 03 de julho de 1990; filha de João Libardo e Teresinha Aparecida Hodecker Libardo;


Foto


Histórico escolar?
Estudei durante todo o ensino fundamental e médio na Escola de Educação Bácica Padre Lux, na Azambuja. Cursei Direito na UNIVALI – Universidade do Vale do Itajaí (2009-2013) e fiz especialização em Direito Empresarial (2014-2015), na mesma instituição de ensino.

Primeira Professora?
Minha primeira professora foi a "Tia Teca". Nunca mais a vi, desde á época do pré-escola, mas, tenho-a eternizada em minhas lembranças. Lembro-me das brincadeiras, dos ensinamentos e de sua doçura e paciência ao condizir as aulas.

Grandes professores?
engraçado como alguns professores se imortalizam pelas memórias de seus alunos. No meu caso, cito a Sra. Ivone, professora de matemática do ensino fundamental, brava e exigente, que ministrava suas aulas com amor e paixão. Outro nome, é o professor Dr. Valdir Francisco Colzani, cujo qual, por conta de sua didática e experiência, com certeza, auxiliou na construção de minha carreira no mundo jurídico.

Como surgiu o direito na sua jornada?
Uma de minhas paixões na vida é a luta pelo certo, pelo justo e a profissão de advogado te permite, nem que seja de forma ínfima, apequinar frustrações e solucionar questões que, para as partes, na maioria das vezes, significa toda a tranquilidade de consciência ou, até mesmo, a própria vida.

Grandes Doutrinadores?
Destacaria: Alexandre Mazza; Hely Lopes Meirelles; maria Helena Diniz; Maria Sylvia Zanella;

Melhores Livros que leu?
Manual de Direito Administrativo, de Alexandre Mazza; A luta pelo Direito, de Rudolf Von Ihering; O Processo, de Franz Kafka; O Homem em busca de si mesmo, de Rollo May e Em Busca de um Sentido, de ViKtor Frankl.

O que está lendo atualmente?
Extraordinário, de R. J. Palácio

Como relataria sua passagem pela Procuradoria-Geral do Município?
Um aprendizado constante. Algo facinante na área do Direito, no meu ponto de vista, são as inovações diárias, sejam elas legais ou jurisprudenciais, e sempre há a necessidade de se aprimorar. Não há espaço para "sabixões", pois o que sabemos hoje pode não ser mais aplicado amanhã.

Qual a sua maior ambição?
Acredito que na vida temos muitas ambições (profissionais e pessoais) e que, com o tempo, estas se modificam e se amoldam as nossas novas perceptivas.

O que mais te encomoda?
Arrogância, falta de zelo, falta de comprometimento.

Do que sente orgulho?
Sinto orgulho do que me tornei, da pessoa e profissional que sou hoje.

Em quem tem fé?
Em Deus
Que acontecimentos marcaram a sua vida?
Vários, a formatura no curso em Direito, a posse em concurso público, minha primeira audiência, meu casamento, etc.

Lazer?
leitura e viagens.


Referências: Publicado no Blog luizgianesinientrevista .blogspost.com.br aos 17 de agosto de 2018

Elisângela Hussar Melo - Advogada

A entrevistada desta semana é a advogada Elisângela Hussar Melo, nascida em Itapetininga/SP aos 23 de fevereiro de 1989; filha de: Ely Edson Silveira Melo e de Angela Maria Hussar Melo; cônjuge? Giancarlo de Antoni.


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Aprecia algum esporte?
Aprecio quase todos, mas não sou boa no desempenho em nenhum. Gosto de tênis, rúgbi, futebol, vôlei, natação, musculação, corrida, muay thai, e outros.

Como conheceu o Giancarlo? 
Nos conhecemos através de redes sociais.

Histórico escolar?
Todo o meu período de estudo foi na cidade de Campo Grande-MS.No Colégio Adventista durante o ensino infantil, No Colégio CBA/ABC no ensino fundamental e no ensino médio.Comecei o curso de Veterinária na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul em 2007, mas desisti em poucos meses. Cursei Direito na UCDB (Universidade Católica Dom Bosco).Pós-Graduação na FAEL, em Direito Material e Processual do Trabalho.

Primeiro/a professor/a?
Na escola, Profª Eneida. Na vida, foi meu irmão Ely Edson Silveira Melo Filho, ele é 1 ano e 4 meses mais velho que eu, e aprendeu a ler primeiro, então eu pedi e ele me ensinou a ler em casa, antes de começar a ir para a escola.

Grandes professores?
Profª Eneida (no ensino infantil), Prof. Paulo (professor de português no ensino fundamental e médio), Prof. Rildo (professor de canto/música), Prof. Nilton Cesar A. da Costa (Proc. Civil), Prof. ª Andrea Flores (Direito Penal), Profª Vilma Maria Inocêncio Carli (minha orientadora na Monografia), Profª Carmem Giordano (Direito Comercial).

Como surgiu o Direito em sua jornada?
Direito foi o curso que escolhi em um momento em que não estava me encontrando em nenhuma área e, desde a primeira aula do curso, foi amor à primeira vista, me apaixonei logo de cara e finalmente havia me encontrado: era isso que eu queria, mas não sabia até aquele momento.

Grandes Doutrinadores? 
Pedro Lenza, Maria Helena Diniz, Norberto Bobbio, Renato Saraiva, Maurício Godinho Delgado, Carlos Henrique Bezerra Leite, Celso Antonio Bandeira de Mello.

Melhores livros que leu? 
"O Auto da Compadecida", de Ariano Suassuna; "Inteligência Multifocal", de Augusto Cury; "O Mestre da Vida", de Augusto Cury; "Beleza em vez de Cinzas", de Joyce Meyer; "Teoria da Norma Jurídica", de Norberto Bobbio; "Direito Constitucional Esquematizado", de Pedro Lenza; "Direito Administrativo", de Diogenes Gasparini; "Curso de Direito Processual do Trabalho", de Carlos Henrique Bezerra Leite; "Violência na relação de trabalho e a proteção à personalidade do trabalhador", de Maria Aparecida Alkimin; "Mulheres e trabalho: desigualdades e discriminações em razão de gênero: o resgate do princípio da fraternidade como expressão da dignidade humana", de Olga Maria Boschi Aguiar de Oliveira

O que está lendo atualmente?
Somente livros que direito administrativo atualmente.

Grandes nomes em todas as áreas?
Admiro muito os nomes que citei nos itens anteriores... cada qual em sua área.

Como relataria sua passagem pela Procuradoria do Município?

Foi gratificante. Cresci como pessoa e como profissional. Enfrentei muitos desafios e superei limites. Encontrei amigos que se tornaram como minha família. Aprendi alguma coisa todos os dias e todas as pessoas com quem convivi me ensinaram algo. Sou muito grata.

Qual a sua maior ambição?
Conseguir me sentir totalmente satisfeita profissionalmente.

O que mais incomoda?
Egoísmo.

Do que sente orgulho?
Força de vontade.

Em quem tem fé?
Em Deus.

Algo que você apostou e não deu certo?
Alguns relacionamentos pelo caminho que não deram certo. E quando era criança eu apostava que aos 25 anos eu seria mãe e médica, mas minha vida acabou sendo bem melhor do que eu imaginava que seria.

O que você aplica dos grandes educadores, das aprendizagens que teve, no seu dia a dia?
Com eles aprendi que sou capaz de realizar tudo que eu imaginar fazer. Aprendi que nenhum indivíduo é uma ilha, e dependemos uns dos outros. Aprendi que tenho maiores chances de receber uma gentileza de alguém, se eu for gentil primeiro. Aprendi que não existe pergunta idiota, e isso eu aplico demais na minha vida. Aprendi que o conhecimento é lindo.

Que acontecimentos marcaram sua vida?
A lista seria muito longa. Mas vou tentar ser sucinta: o nascimento da minha irmã mais nova em 1998 e mudar para Santa Catarina em 2014, vindo de Mato Grosso do Sul, realmente foram marcantes. O pedido de casamento proposto pelo meu noivo Giancarlo, também marcou muito. Mas tem momentos incríveis que marcaram bastante mas são difíceis de individualizar.... cada banho de chuva, cada passeio de bicicleta, andar a cavalo, nadar, cada aprovação em vestibular, cada aprovação em concurso, o primeiro salário, a adoção de cada cachorro, etc.

Quais as maiores decepções e alegrias que teve?
Acho que minha maior decepção foi não ter passado em um vestibular para medicina que prestei. Mas não me arrependo de deixar pra lá e cursar Direito, porque sou realizada no Direito. As alegrias foram muitas, mas estão bem resumidas entre os momentos marcantes que mencionei.



referências: Publicado no Blog luizgianesinientrevista.blogspot.co.br aos 20 de agosto de 2018.

segunda-feira, 18 de junho de 2018

Umbelina Maria Paza

A entrevistada desta semana é Umbelina Maria Paza, nascida em Botuverá (antes era chamada de Porto Franco) em de setembro de 1934; filiação: Maria Cestari Gianesini e Maximino Gianesini; casada com Anselmo Paza aos ….; 5 filhos: Ligia Maria Paza, Rosana Paza, Silvio Antônio Paza, José Luiz Paza e Ana Maria Paza Pruner; 7 netos: Carla Graciela Foppa Fischer; Clicia Helena Zimmermann; Carina Catiana Foppa; Thiago Anselmo Paza; Lariane Pruner; Jaqueline Pruner (in memoriam)/ Gabriele Taís Paza.











Como conheceu o Anselmo?
Por meio da irmã dele, Paula Paza, que trabalhava comigo na Fábrica Renaux.

Em que local realizou o casamento?
Na antiga Igreja Matriz São Luiz Gonzaga.

Quantos e quais os seus irmãos e irmãs? . O que lembra de cada um deles?
4 irmãos e três irmãs (e um de criação):
Valentin Gianesini: eu tinha 8 anos, e ele foi para o exército, ficando lá por três anos. Voltou para casa, casou-se e foi morar em Blumenau. Tive pouco contato, pois ele ficou sempre lá;
Ana Maria Gianesini: lembro-me da sua bondade e da religiosidade;
Albertina Gianesini: era alegre, muito brincalhona, casou, e logo ficou grávida. Porém, ao dar à luz um filho, faleceu na hora do parto;
Hercílio Gianesini: nossa convivência foi a mais próxima, pois tínhamos pouca diferença na nossa idade. Após nossos casamentos, nossas visitas eram constantes, porque também morávamos mais próximos;
Alma Gianesini Dalmarco: sempre foi uma irmã muito querida, nossa amizade é muito profunda, aliada a uma cumplicidade. Isso perdura até hoje;
Santos Gianesini: tínhamos pouca diferença de idade. Foi sempre meu amigo, íamos à escola juntos, trabalhávamos juntos, e levávamos uma vida de amizade profunda, até o casamento dele. Depois do casamento dele com Amábile, eles foram morar em Ribeirão Grande;
Evaldo Gianesini – ver mais adiante;
E o irmão de criação Euclides Gianesini: nasceu em Oliveira. Ainda bebê (apenas dois dias de vida) foi levado à casa de meus pais para eles o criarem, pois, a mãe biológica dele havia falecido na hora do parto. Com ele tive uma convivência de irmão, de mãe, e nossa amizade perdura até os dias de hoje.

O que lembra de meu pai, Evaldo?
Evaldo Gianesini: na minha infância eu era sempre tratada com muito carinho por ele, sempre me carregava no colo, pois eu era a mais nova. Quando jovem, o trabalho dele era sempre na roça. Tornou-se adulto ainda em Oliveira. Depois, mudamos para Brusque, onde ele se casou com Ida Boni. Após o meu casamento, continuamos a nos visitar mutuamente.

Como passou a infância? Quais as brincadeiras preferidas?
Minha infância foi muito feliz com meus irmãos; correndo nos campos, subindo árvores, descendo os morros com as canoas (folhas) dos coqueiros. Nunca nos faltou alimento.

Como foi sua juventude? Gostava de dançar? Participar de festas de Igreja?
Na juventude, trabalhava na fábrica Renaux, ia às quermesses, missas, assistia ao futebol, na época o time Operário. Por cuidado do meu pai, não nos era permitido frequentar outros lugares.

Como foi sua vida escolar? Que Escolas frequentou e que séries? Primeiro/a professor/a?
Estudei a primeira série na escola desdobrada de Oliveira. Meu primeiro professor foi Domingo Moresco. Quando nos mudamos para Brusque, continuei meus estudos, a segunda série, numa escola em Santa Luzia. A professora era Cristina Klan, mas tinha que caminhar quilômetros a pé, então consegui vaga numa escola em Água Claras, onde completei o terceiro e quarto ano.

O que lembra de seu pai Maximino e de sua mãe Maria Cestari?
Meu pai foi um homem honesto, trabalhador, tendo várias funções. Na igreja exercia a função de capelão, foi delegado escolar; participante ativo da comunidade. Era muito inteligente, enérgico, mas para os filhos era um pai muito carinhoso. Lutava muito para que nada faltasse em casa.
Minha mãe, Maria, era uma mulher enérgica na educação, mas sempre alegre em casa. Após um dia de trabalho, à noite, sempre visitava os amigos e compadres/comadres. Quando voltava das visitas, todos os filhos tinham que rezar o terço.

Como era a vida de seus pais – o que faziam para viver?
Os dois trabalhavam juntos na roça, e os filhos iam com eles. Tudo o que necessitávamos para o sustento, tínhamos em nossa roça.

Em que locais viveram? (Bairros em Botuverá e em Brusque). O que motivou virem para Brusque?
Nasci em Botuverá, mas quando eu tinha dois anos, meus pais foram morar em Oliveira, era um bairro pequeno. O motivo dessa mudança foi porque ele soube que lá havia terra produtiva e muita água boa. A mudança de Oliveira para Brusque foi porque os filhos cresceram e começaram a sair de casa para trabalhar, por isso meus pais resolveram vir para Brusque, que estava em desenvolvimento industrial. O local escolhido foi o bairro Águas Claras.

Fale de sua vida profissional – Renaux etc.
Comecei a trabalhar na Fábrica Renaux em 1948, com 14 anos. Trabalhava na espuladeira. Fiquei nessa função por 17 anos na empresa.

Comente um pouco sobre cada filho e de cada neto – como estão? O que fazem? Onde vivem?
Tivemos cinco filhos. Três meninas e dois meninos.
Ligia Maria, cursou a faculdade Administração, com ênfase em Gestão de negócios. Trabalha na empresa Medgrupo há anos. Teve duas filhas, Carla e Carina.
Carla Graciela Foppa Fischer é advogada, especialidade em direito tributário. Ela tem dois filhos: Henry Fischer de 10 anos e Victor Fischer de anos.
Carina Catiana Foppa é Bióloga. Mestra em Planejamento Territorial e Doutora em Educação Ambiental. Mora em Curitiba-PR onde leciona na Universidade Federal do Paraná.
Rosana Paza: formada em Letras (inglês/português). Pós-graduação em Inglês e Mestrado em TESOL (Metodologia do Ensino da Língua Inglesa). É professora do Centro Universitário de Brusque- UNIFEBE há anos. Tem uma filha, Clicia Helena Zimmermann e dois netos; Vinícius Zimmermann Dumont Moraes (19 anos, e cursa Sistema de Informações no Instituto Federal Catarinense) e Sofia Helena Kons (5 anos).

Clicia Helena Zimmermann, tem metrado profissional em Administração. Atua como professora no Senac.

Silvio Antônio Paza, estou no Colégio João XXIII, aos 22 anos foi morar em São Paulo, onde se casou. Tem um filho, Thiago Anselmo Paza. É ministro da Eucaristia. Já está aposentado, mas atua como ascensorista em um prédio familiar. Está casado com Luzia Fenacini Paza.

Thiago Anselmo Paza trabalha como eletricista, formou-se no Senai. É casado com Thaíse, mas não tem filhos.

José Luiz Paza. Graduou-se em Administração. Trabalha há 30 anos na Havan de Brusque. É casado com Maristela Mafra e tem um filha Gabriele Taís Paza (18 anos). Ela está cursando Arquitetura e Urbanismo na UNIFEBE.

Ana Maria Paza Pruner. Formação no Ensino Médio em Contabilidade. Casada com Carlos Roberto Pruner. Tem duas filhas Lariane e Jaqueline (in memoriam).

Lariane Pruner é formada em Educação Física pela Udesc. Atua na aérea esportista.



































 
Rosana Paza, Alvina Gripa, Lígia Maria Paza – atrás da Lígia: Carina Catiana Foppa, Iviz – marido de Marli Dalmarco, filha da tia Alma. Ao lado da tia Alma, Umbelina, Ana Maria Paza Pruner, Anselmo Paza e sua irmão Odete Appel, Ingo Appel, Vanilde Gripa e atrás de Ana Maria Paza Pruner está Dilma Venturelli e Maurino Gripa











Marcos Kons e esposa Clícia Helena Zimmermann; Taís Paza, Lígia Maria Paza, Maristela Mafra Paza, José Luiz Paza, Umbelina, Anselmo, Ana Maria Paza Pruner, Sofia Helena Zimmeramnn Kons no colo de Carlos Roberto Pruner - e a filha de Clícia, Lariane Pruner, Rosana Paza e Carina Catian Foppa