segunda-feira, 18 de junho de 2018

Umbelina Maria Paza

A entrevistada desta semana é Umbelina Maria Paza, nascida em Botuverá (antes era chamada de Porto Franco) em de setembro de 1934; filiação: Maria Cestari Gianesini e Maximino Gianesini; casada com Anselmo Paza aos ….; 5 filhos: Ligia Maria Paza, Rosana Paza, Silvio Antônio Paza, José Luiz Paza e Ana Maria Paza Pruner; 7 netos: Carla Graciela Foppa Fischer; Clicia Helena Zimmermann; Carina Catiana Foppa; Thiago Anselmo Paza; Lariane Pruner; Jaqueline Pruner (in memoriam)/ Gabriele Taís Paza.











Como conheceu o Anselmo?
Por meio da irmã dele, Paula Paza, que trabalhava comigo na Fábrica Renaux.

Em que local realizou o casamento?
Na antiga Igreja Matriz São Luiz Gonzaga.

Quantos e quais os seus irmãos e irmãs? . O que lembra de cada um deles?
4 irmãos e três irmãs (e um de criação):
Valentin Gianesini: eu tinha 8 anos, e ele foi para o exército, ficando lá por três anos. Voltou para casa, casou-se e foi morar em Blumenau. Tive pouco contato, pois ele ficou sempre lá;
Ana Maria Gianesini: lembro-me da sua bondade e da religiosidade;
Albertina Gianesini: era alegre, muito brincalhona, casou, e logo ficou grávida. Porém, ao dar à luz um filho, faleceu na hora do parto;
Hercílio Gianesini: nossa convivência foi a mais próxima, pois tínhamos pouca diferença na nossa idade. Após nossos casamentos, nossas visitas eram constantes, porque também morávamos mais próximos;
Alma Gianesini Dalmarco: sempre foi uma irmã muito querida, nossa amizade é muito profunda, aliada a uma cumplicidade. Isso perdura até hoje;
Santos Gianesini: tínhamos pouca diferença de idade. Foi sempre meu amigo, íamos à escola juntos, trabalhávamos juntos, e levávamos uma vida de amizade profunda, até o casamento dele. Depois do casamento dele com Amábile, eles foram morar em Ribeirão Grande;
Evaldo Gianesini – ver mais adiante;
E o irmão de criação Euclides Gianesini: nasceu em Oliveira. Ainda bebê (apenas dois dias de vida) foi levado à casa de meus pais para eles o criarem, pois, a mãe biológica dele havia falecido na hora do parto. Com ele tive uma convivência de irmão, de mãe, e nossa amizade perdura até os dias de hoje.

O que lembra de meu pai, Evaldo?
Evaldo Gianesini: na minha infância eu era sempre tratada com muito carinho por ele, sempre me carregava no colo, pois eu era a mais nova. Quando jovem, o trabalho dele era sempre na roça. Tornou-se adulto ainda em Oliveira. Depois, mudamos para Brusque, onde ele se casou com Ida Boni. Após o meu casamento, continuamos a nos visitar mutuamente.

Como passou a infância? Quais as brincadeiras preferidas?
Minha infância foi muito feliz com meus irmãos; correndo nos campos, subindo árvores, descendo os morros com as canoas (folhas) dos coqueiros. Nunca nos faltou alimento.

Como foi sua juventude? Gostava de dançar? Participar de festas de Igreja?
Na juventude, trabalhava na fábrica Renaux, ia às quermesses, missas, assistia ao futebol, na época o time Operário. Por cuidado do meu pai, não nos era permitido frequentar outros lugares.

Como foi sua vida escolar? Que Escolas frequentou e que séries? Primeiro/a professor/a?
Estudei a primeira série na escola desdobrada de Oliveira. Meu primeiro professor foi Domingo Moresco. Quando nos mudamos para Brusque, continuei meus estudos, a segunda série, numa escola em Santa Luzia. A professora era Cristina Klan, mas tinha que caminhar quilômetros a pé, então consegui vaga numa escola em Água Claras, onde completei o terceiro e quarto ano.

O que lembra de seu pai Maximino e de sua mãe Maria Cestari?
Meu pai foi um homem honesto, trabalhador, tendo várias funções. Na igreja exercia a função de capelão, foi delegado escolar; participante ativo da comunidade. Era muito inteligente, enérgico, mas para os filhos era um pai muito carinhoso. Lutava muito para que nada faltasse em casa.
Minha mãe, Maria, era uma mulher enérgica na educação, mas sempre alegre em casa. Após um dia de trabalho, à noite, sempre visitava os amigos e compadres/comadres. Quando voltava das visitas, todos os filhos tinham que rezar o terço.

Como era a vida de seus pais – o que faziam para viver?
Os dois trabalhavam juntos na roça, e os filhos iam com eles. Tudo o que necessitávamos para o sustento, tínhamos em nossa roça.

Em que locais viveram? (Bairros em Botuverá e em Brusque). O que motivou virem para Brusque?
Nasci em Botuverá, mas quando eu tinha dois anos, meus pais foram morar em Oliveira, era um bairro pequeno. O motivo dessa mudança foi porque ele soube que lá havia terra produtiva e muita água boa. A mudança de Oliveira para Brusque foi porque os filhos cresceram e começaram a sair de casa para trabalhar, por isso meus pais resolveram vir para Brusque, que estava em desenvolvimento industrial. O local escolhido foi o bairro Águas Claras.

Fale de sua vida profissional – Renaux etc.
Comecei a trabalhar na Fábrica Renaux em 1948, com 14 anos. Trabalhava na espuladeira. Fiquei nessa função por 17 anos na empresa.

Comente um pouco sobre cada filho e de cada neto – como estão? O que fazem? Onde vivem?
Tivemos cinco filhos. Três meninas e dois meninos.
Ligia Maria, cursou a faculdade Administração, com ênfase em Gestão de negócios. Trabalha na empresa Medgrupo há anos. Teve duas filhas, Carla e Carina.
Carla Graciela Foppa Fischer é advogada, especialidade em direito tributário. Ela tem dois filhos: Henry Fischer de 10 anos e Victor Fischer de anos.
Carina Catiana Foppa é Bióloga. Mestra em Planejamento Territorial e Doutora em Educação Ambiental. Mora em Curitiba-PR onde leciona na Universidade Federal do Paraná.
Rosana Paza: formada em Letras (inglês/português). Pós-graduação em Inglês e Mestrado em TESOL (Metodologia do Ensino da Língua Inglesa). É professora do Centro Universitário de Brusque- UNIFEBE há anos. Tem uma filha, Clicia Helena Zimmermann e dois netos; Vinícius Zimmermann Dumont Moraes (19 anos, e cursa Sistema de Informações no Instituto Federal Catarinense) e Sofia Helena Kons (5 anos).

Clicia Helena Zimmermann, tem metrado profissional em Administração. Atua como professora no Senac.

Silvio Antônio Paza, estou no Colégio João XXIII, aos 22 anos foi morar em São Paulo, onde se casou. Tem um filho, Thiago Anselmo Paza. É ministro da Eucaristia. Já está aposentado, mas atua como ascensorista em um prédio familiar. Está casado com Luzia Fenacini Paza.

Thiago Anselmo Paza trabalha como eletricista, formou-se no Senai. É casado com Thaíse, mas não tem filhos.

José Luiz Paza. Graduou-se em Administração. Trabalha há 30 anos na Havan de Brusque. É casado com Maristela Mafra e tem um filha Gabriele Taís Paza (18 anos). Ela está cursando Arquitetura e Urbanismo na UNIFEBE.

Ana Maria Paza Pruner. Formação no Ensino Médio em Contabilidade. Casada com Carlos Roberto Pruner. Tem duas filhas Lariane e Jaqueline (in memoriam).

Lariane Pruner é formada em Educação Física pela Udesc. Atua na aérea esportista.



































 
Rosana Paza, Alvina Gripa, Lígia Maria Paza – atrás da Lígia: Carina Catiana Foppa, Iviz – marido de Marli Dalmarco, filha da tia Alma. Ao lado da tia Alma, Umbelina, Ana Maria Paza Pruner, Anselmo Paza e sua irmão Odete Appel, Ingo Appel, Vanilde Gripa e atrás de Ana Maria Paza Pruner está Dilma Venturelli e Maurino Gripa











Marcos Kons e esposa Clícia Helena Zimmermann; Taís Paza, Lígia Maria Paza, Maristela Mafra Paza, José Luiz Paza, Umbelina, Anselmo, Ana Maria Paza Pruner, Sofia Helena Zimmeramnn Kons no colo de Carlos Roberto Pruner - e a filha de Clícia, Lariane Pruner, Rosana Paza e Carina Catian Foppa

quarta-feira, 30 de maio de 2018

Risoleto Bittencourt, popular Leto - futebol

Risoleto Bittencourt, popular Leto

O entrevistado desta semana é Risoleto Bittencourt, popular Leto – um dos maiores laterais esquerdos do futebol amador do berço da fiação catarinense. Filho de Victor e Elza Bittencourt, nascido aos 05.03.61, casado com Rosana Torrezani; dois filhos: Júnior e Franciane. Torce para o C.A. Carlos Renaux, Brusque e Flamengo.


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Como conheceu a Rosana?
Desde criança conheço a Rosana e com o passar dos anos fomos nos aproximando até subir ao altar.

Posição em que atuava?
Atuava como lateral esquerdo

Equipes em que atuou?
Iniciei nos dentes de leite do América, passei para os infantis, fui para o Botafoguinho, Paysandu e Guarani, retornei aoo América F.C., no período em que o América estava licenciado fui atuar no Guarani, Vila Nova, retornando ao América e, para pendurar as chuteiras atuei também nos veteranos do Paysandú, Brusque e Carlos Renaux.

Mesmo tendo atuado como zagueiro teve um gol que anotou e que não esquece?
Foi o gol anotado de penalidade máxima, na vitória que deu a conquista do título de 92, em partida disputada no estádio Augusto Bauer contra o Ferroviário .

Vitória memorável?
Todas as vitórias são inesquecíveis, mas a do título foi a mais importante de minha carreira.

Derrota que ficou atravessada?
Foi atuando no estádio do São Pedro contra o Ferroviário, dependíamos da vitória e fizemos 1 x 0, na primeira etapa, gol um golaço meu em cobrança de falta. No final da segunda etapa, numa bola que ia saindo pela linha de fundo, fiz o corta-luz e o nosso grande arqueiro também fez e deixamos a bola sair pela linha de fundo. O Juiz, Bigorilho, deu escanteio e eles empataram o jogo, fazendo com que ficássemos fora da final.

Títulos conquistados?
Campeão Amador com a jaqueta do América F.C. - idos de 1992 - e quatro vezes vice- campeão todos envergando a camisa do América F.C..

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Grandes atletas?
O número um foi o Touchê – ele deixou o Brusque F.C. e veio direto para o América F.C., oportunidade em que fizemos uma grande amizade. Ele foi um grande incentivador. Fui iluminado por atuar entre grandes jogadores e construir amizades, tais como: Agenor, Buiú, Cocão, Amarildo, Whashington entre outros e nos veteranos foi onde tive maior felicidade em atuar com Solis, Cléssio, Neilor, Leandro e Whashington.

Um dirigente?
Amarildo Aparecido da Silva

Grandes treinadores?
Nos infantis cito Bobi e e mais José Aurino, Almir Coutinho, e Vilson de Souza e o popular Caixinha nas demais categorias.

Por que o futebol amador perdeu a graça?
Uma por força de novas frentes para a juventude, como a chegada da tecnologia e também por não dispormos mais dos campinhos, que na nossa época eram encontrados em diversos lugares


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terça-feira, 29 de maio de 2018

Risoleto Bittencourt, popular Leto - futebol

Risoleto Bittencourt, popular Leto

O entrevistado desta semana é Risoleto Bittencourt, popular Leto – um dos maiores laterais esquerdos do futebol amador do berço da fiação catarinense. Filho de Victor e Elza Bittencourt, nascido aos 05.03.61, casado com Rosana Torrezani; dois filhos: Júnior e Franciane. Torce para o C.A. Carlos Renaux, Brusque e Flamengo.




Como conheceu a Rosana?
Desde criança conheço a Rosana e com o passar dos anos fomos nos aproximando até subir ao altar.

Posição em que atuava?
Atuava como lateral esquerdo

Equipes em que atuou?
Atuei pelo América F.C., Guarani, Vila Nova e nos veteranos do Paysandú, Brusque e Carlos Renaux.

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Mesmo tendo atuado como zagueiro teve um gol que anotou e que não esquece?
Foi o gol anotado de penalidade máxima, na vitória que deu a conquista do título de 92, em partida disputada no estádio Augusto Bauer.

Vitória memorável?
Todas as vitórias são inesquecíveis, mas a do título foi a mais importante de minha carreira.

Derrota que ficou atravessada?
Foi atuando no estádio do São Pedro contra o Ferroviário, dependíamos da vitória e fizemos 1 x 0, na primeira etapa, gol um golaço meu em cobrança de falta. No final da segunda etapa, numa bola que ia saindo pela linha de fundo, fiz o corta-luz e o nosso grande arqueiro também fez e deixamos a bola sair pela linha de fundo. O Juiz, Bigorilho, deu escanteio e eles empataram o jogo, fazendo com que ficássemos fora da final.

Títulos conquistados?
Campeão Amador com a jaqueta do América F.C. - idos de 1992 - e quatro vezes vice- campeão.

Grandes atletas?
O número um foi o Touchê – ele deixou o Brusque F.C. e veio direto para o América F.C., oportunidade em que fizemos uma grande amizade. Ele foi um grande incentivador. Fui iluminado por atuar entre grandes jogadores e construir amizades, tais como: Agenor, Buiú, Cocão, Amarildo, Whashington entre outros e nos veteranos foi onde tive maior felicidade em atuar com Solis, Cléssio, Neilor, Leandro e Whashington.

Um dirigente?
Amarildo Aparecido da Silva

Grandes treinadores?
Nos infantis cito Bobi e e mais José Aurino, Almir Coutinho, e Vilson de Souza,Adalberto dos Santos, popular Caixinha nas demais categorias.

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Referências: publicado no Blog aos 29.05.2018

segunda-feira, 28 de maio de 2018

Antônio Carlos Cruz Corvo - Psicólogo e Professor Universitário

O entrevistado desta semana é o Psicólogo e Professor Universitário Antônio Carlos Cruz Corvo nascido no Rio de Janeiro aos 21 de maio de 1958; filho de Liezio de Oliveira Corvo (in memorian) e de Iodercia Cruz Corvo. Cônjuge: Maria de Lourdes Michels de Oliviera;duas filhas Maiara Bina Cherici (genro Diogo Chierici) e Mariana Bina Corvo e o genro Raul Colombo; dois netos Enzo e Lorena

Você perdeu o pai - está ainda na dor ou está na saudade?
Sim, fazem oito meses do falecimento do meu pai amigo, companheiro, confidente e um ser maravilhoso e uma pessoa de muita Luz

Como conheceu a companheira?
Acho que estava marcada com a mão de Deus. Foi através da net. E estamos juntos a oito anos. E tem três filhos Bruno de 28, Alan de 24 e Caio de 17 anos

Escolas que frequentou ?
Escola Pública Joaquim Nabuco (Rio de Janeiro) – Primário; Colégio Estadujal Camilo Castelo Branco (Rio de Janeiro) - Ginásio; Colégio André Maurois (Rio de Janeiro (Científico); Universidade Gama Filho – Graduação em Psicologia (Rio de Janeiro); especialização em Psicologiia Social pela Univali – Itajái/SC e especialização em Saúde Mental pela Uniaselvi -Brusque/sc

Primeiro/a professor/a?
No primeiro ano foi a Professora Vilma Fernandes

Grandes professores?
Drª Maria da Silva (in memoriam); Dr. Paulo Roberto da Mata (in memoriam)
Dr. Denise Souza - Todas do Curso de Psicologia

A Direção da Saúde mental era subordinada à Secretaria de Saúde, quem ocupou a Secretaria no período?
Sim era subordinada à Secretaria Municipal de Saúde e comandada pelo grande amigo e parceiro Dr. Celso Carlos Emídio

Em que período ocupou a direção da saúde mental no município de Brusque?
De 2001 a 2008.Com uma participação fundamental de um grande Prefeito e amigo Ciro Marcial Roza que me apoio e com isso chegamos a ser o segundo melhor CAPS do Estado, perdendo apenas para Joinville.

Quais eram suas atribuições principais?
Coordenar uma Equipe maravilhosa formada Dr. Humberto Martins Fornari, Enf. Vanilda Mafra Ghislhandi, Assistente Social Marli Paza, Arte Educadora Márcia Cardeal, Psic. Aline Mafezzoli Prof. de Educação: Fernanda, a Auxiliar de Enfermagem Zezinha e a D. Iria Klabunde, Serviços Gerais.

Na época havia só o CAPS- Centro de Atenção Psicossocial?
Sim. E fazíamos um trabalho maravilhoso. Na arte terapia tivemos grandes artistas e artesões, graças a Marcia Cardeal. O Dr. Humberto Martins Fornari nos anos que trabalho no CAPS e junto com a Assistente Social Marly Paza foi criado o grupo da família todas 3ª quinta feira a noite. A Enf. Dida Mafra cuidava da distribuição das medicações. E Todos os pacientes tinham três refeições por dia, café da manhã. Almoço e café da tarde. E ainda possuímos uma KOMBI comprada com a verba do Ministério da Saúde, via Coordenação Nacional de Saúde Mental. Que hoje não sei onde se encontra. A Assistente Social Marly fazia toda terça e quinta visitas domiciliares, e a enfermagem também usava. A nossa linha de trabalho era a pintura, tivemos quadros lindos que não sabemos onde estão, pois eram patrimônios públicos. Baseado na teoria da Grande Psiquiatra Drª Nise da Silveira, qual tive o prazer de ser aluno e fazer estágio no Hospital Pedro II, no Engenho de Dentro, Rio de Janeiro. Na realidade a função do CAPS não era só tratar o sofrimento mental, mas transformar a vida desses usuários para que eles pudessem caminhar com as sus próprias pernas.

Grandes nomes na área da saúde mental?
Sandra Regina Vitorino, Coordenadora de Saúde Mental de Joinville; José Carlos Camargo – Joinville; Felipe Brognolli – Florianópolis; Tânia Griggollo – Florianópolis; e toda equipe do Fórum Catarinense de saúde mental que foi realizado em Brusque por duas vezes (com mais de 300 participantes de todo o estado no ano de 2004 e 2007, no auditório da Unifebe.

Atualmente você responde pelo núcleo de prevenção de drogas? Quais as atribuições?
Sim. Tem que implementar uma política de prevenção ao bulling, à violência nas escolas e a drogas

Quais escolas foram escolhidas para o projeto piloto?
Foram cinco. Mas ainda não tivemos reunião com os diretores e posteriormente divulgaremos às escolas pilotos.

Melhores livros que leu?
Todos os livros da minha área que é Psicologia Social, Clinica e Saúde Mental

O que está lendo atualmente?
Augusto Cury

Psicólogo e Professor universitário na FURB -  na cadeira de Psicologia;
Diretor e Secretário de Saúde do município de Brusque/SC, na gestão 201/2008 no Município de Brusque/SC .Formação acadêmica: Universidade Gama Filho- Graduação, Psicologia. Outras experiências com trabalhos voluntários e causas: Psicólogo clínico - Associação Parksoniana de São Bento do Sul/SC por um ano


Publicado no BLog aos 28 de maio de 2018

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Rosani Heil

Grandes Nomes no Cargo de Serviço Geral - ROSANI HEIL

A entrevistada desta semana é Rosani Heil nascida em Brusque aos 16.05.56, filha de Waldemar Hochsprung e Doralice Vieira (irmã de Dorval Vieira); cônjuge: Aluizio Heil; três filhas: Mariane (Fabiano Martins) que tem os filhos Arthur e Allan,; Maiara (Rafael Cancian) e Aline ( Leandro Colombi) que tem a filha Heloísa
 Histórico escolar
Frequentei o  Colegio Santo Antonio, atual São Luiz, da primeira à quarta série; Honório Miranda da quinta à oitava série e no Ceja cursei o segundo grau.
 Primeiro/a Professor/a?
Irmã Janete no Colégio Santo Antônio
 Grandes professores
Na época eram todas freiras, mas severas.
 Matéria que mais gostava
Gostava de português.
 E as que detestava?
 Detestava química e física.
 Como conheceu o Aluízio?
Conheci meu esposo nos idos de 1973, quando trabalhava no CDL e SPC; ele trabalhava na Casa do Rádio. Namoramos por dois anos e nove meses, noivamos por 9 meses e subimos ao altar. Casamos no santuário de Azambuja, celebração pelo Padre Flávio Morelli , irmão de minha sogra e tio do meu esposo
Alguma curiosidade?
Evelina Morelli Heil, madastra de minha sogra viveu quase 100 anos – veio a falecer em outubro de 2017, quando faltavam apenas dois meses para o centenário de nascimento
Grandes nomes na educação?
Mario Sergio Cortella. 
  Algum autor como preferência para leituras?
Gosto de livros espiritas entre eles Zíbia Gaspareto.
Leu o “Advogado de Deus” da Zíbia?
Li e gostei
O que está lendo agora?
 Estou lendo seu livro:”COLUNA DEZ – Grandes Nomes”
Pessoas que influenciaram sua caminhada?
Minha família
Quais os desafios que enfrentou na vida?
Vários entre vida profissional, e afetiva.
Quais suas aspirações?
Voltar a estudar, fazer novo concurso.
O que faria se estivesse no início da carreira e que não teve coragem de fazer?
Estudaria, teria melhor formação; meu sonho era cursar Direito.
Algo que apostou e não deu certo?
Sim apostei em comercio, mercado e lanchonete - não soube lidar com a concorrência.
Como era denominado seu comércio?
Mercado Dom Joaquim
O que faria se fosse uma autoridade com poderes de decisão com vistas ao que vem acontecendo no País?
Focaria em Saúde, Educação, Família.

Fale sobre sua trajetória:
 Minha vida profissional
 Iniciei como Secretária no CDL e SPC, permanecendo por três anos; em seguida idos de 1976 atuei como secretária no  Hospital Dom Joaquim e na sequência, fui atendente na farmácia do Hospital  Dom Joaquim perfazendo dois anos . Posteriormente tive o Mini Mercado e Lanchonete Dom Joaquim- lanchonete  por 10 anos anos; seguindo trabalhei na HAVAN como caixa por dois anos e, finalmente me submeti no concurso público na Prefeirura de Brusque,  para o cargo de serviços gerais, o qual ocupo por 17 anos

Referências: Publicado no blog: luizgianesinientrevista.blogspot.com.br,  aos 15 de dezembro de 2017

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

grandes caminhoneiros - Hilário Reis



HILÁRIO REIS
O entrevistado desta semana é Hilário Reis nascido em Nova Itália, Serra do Moura, Brusque aos  10.11.1953; filho de  Germano Reis e de  Olga Bernardi Reis; cônjuge:   Marcia Pavesi; filhos:  Germano Reis Neto, Guilherme Reis e Lucas Reis






Como conheceu a Márcia?
Conheci minha esposa num batizado na casa da minha irmã Cecilia 

Torce para que equipes?
Torcedor do clube atlético Carlos Renaux, hoje Brusque futebol clube, e também torço para o  
Flamengo 

Histórico escolar?
Frequentei a escola mista municipal padre Carlos Fusão em Nova Itália -  fiz o quarto ano do ensino fundamental da época 

Primeiro/a professor/a?
Minha primeira professora foi  Paulina Broring da Luz

Alguma curiosidade?
Só tive esta professora 

Quem dirigia a Escola?
Nosso diretor municipal das escolas era Oscar Gustavo Krieger

Quais professores lecionavam na época?
Professores poderia aqui mencionar vários que lecionavam na minha época:  Paulina Broring da Luz; Orides Dadam;  Lucia Tarter;Da.Lucia Macedo e Cristina KLann 

Quais matérias mais gostava?
As matérias preferidas 1° matemática, e 2º geografia 

Qual detestava?
Não gostava  de Educação Física -  era uma professora só e as vezes  mandava  correr e quem chegava por último apanhava ou ia de castigo de joelho em cima da arreia grossa.

Quais  livros  têm lido?
Vários do Lair  Ribeiro:: O Sucesso não ocorre por acaso e outros e de  Zibia Gaspareto: Laços Eternos e  O Segredo e de 
Augusto Cury - o vendedor de sonhos 

Em quantos irmãos são?
Somos de uma família de treze irmãos 5 homens e 8 mulheres, na ordem decrescente:  
Luiz, Maria; Ana Braulina; Cecilia; Jose Edesio; Marlene; Ivone; Hilaria; Hilario;Izaura; Gilmar;
Marlize; Germano Filho e eu .

Teve influências?
Sempre fui influenciado pelo meu irmã mais velho – o Luiz -  que sempre trabalhou com caminhão

Qual o maior desafio que teve?
Meu maior desafio foi sair da firma Renaux - na Renaux trabalhei na fiação dos 14 aos 21 anos - sem autorização do meu pai e ir viajar de carona -sem dinheiro. Fiquei um ano sem voltar para casa. Devo muito a meu sobrinho Osni Felix que me deu carona e bancou a viagem de Brusque a Cascavel PR e de Cascavel até Paranaguá.

Sempre tive muita facilidade de fazer amigos quando cheguei em Paranaguá fiz amizades com vários motoristas de caminhão que estavam aguardando para descarregar, entre eles, estava um de Major Gercino - o Zico Manduca - que me apresentou para um senhor de Massaranduba
e ele me admitiu  como empregado. Assim, meu primeiro emprego foi de motorista de caminhão 

Quais suas aspirações?
Minhas aspirações são minha família meu trabalho procurar sempre fazer amizade deixar 
Um bom legado de boas plantações porque a colheita e sempre obrigatória.

O que eu faria se estivesse no início da carreira e não teve coragem de fazer?
faltou coragem para fazer o curso de admissão no antigo Santo Antônio, quando cheguei a fazer a matricula, contudo na primeira aula me amedrontei com a professora. Nossa escola era muito mais fraca comparando com o Santo Antônio eu fiquei com medo de não passar, mas minha escola foi o mundo; 
Hilário e Márcia



Esses são meus filhos Guilherme, Lucas e Germano Neto.- Meus filhos continuam solteiros 



Fale sobre sua trajetória
Minha vida profissional teve altos e baixos, na  época  da ditadura não podia registrar nada não podia andar com livros nem maquinas fotográficas que além de  apreender o material o cidadão também  ia preso era considerado material subversivo l tinha mais segurança mas era tudo muito controlado  a polícia da época andava de rural em uma viagem chegando de madrugada na cidade de Toledo PR a polícia atravesso na frente do meu caminhão mandará eu descer e fizeram uma revista na cabine jogarão tudo o que eu tinha no chão;  era estrada de chão muita poeira sujou tudo não encontrarão nada mais passei o maior medo porque tinha vários grupos de extermínio a polícia matava por qualquer motivo não tinha tanta comunicação tenho várias histórias que vivi só digo uma coisa a respeito disso o medo e solidão  não mata ninguém por que eu não estaria mais aqui para contar a minha história. 

Fale de sua jornada como caminhoneiro
 minha vida de caminhoneiro foi realmente uma batalha comecei como empregado trabalhei em várias firmas primeira foi em Massaranduba, como falei anteriormente, depois vim morar novamente em Brusque que e comecei a trabalhar na Agromel dos irmãos coelhos, depois trabalhei na extinta Cerealista Nívea - localizada ali onde fica o HSBC depois fui para os irmãos Aguiar onde trabalhei com profissionais muitos competentes e sempre me deram todo apoio para que eu comprasse meu primeiro caminhão meados de 1978 - comprei meu primeiro caminhão era de fabricarão 1975m - não tinha nenhuma facilidade para financiar tive que arrumar três avalistas lembro que meu irmão avalizo o outro em memória inocente dono do posto e o terceiro foi meu tio de Itajaí,  Eliatar Reis, foram muitas noites sem dormir muito trabalho porque não tinha muito frete nos ia para safra da soja no Paraná era o maior produtor de soja do Brasil na época quando acabava a safra não tinha lugar certo ia pra São Paulo,  carregava para qualquer lugar Nordeste ou Mato Grosso e Goias não tinha lugar certo como também não tinha dia para voltar para casa;  numa viagem saindo de casa carregado de piso de Tijucas para Brasília,   eu meu irmão Gilmar e mais dois amigos aqui de Brusque, mais um truck é uma carreta chegamos em Brasília, descarregamos e já  carregamos cimento para Cuiabá,  era tudo muito demorado ficamos três dias em Cuiabá para descarregar e veio um cidadão oferecer carga para Paranaguá mais antes tinha que ir buscar uma viagem em Sorriso; era tudo estrada de chão na esperança de carregar na volta a gente resolveu ir fazer a viagem -  pensa numas estrada ruim cheia de buracos - as ponte eram feita de torra só cabia um pneu em cima; um ficava na frete manobrando o outro para passar, porque se um pneu saísse já era na volta à estrada cheia de tope muita poeira não dava para ver nada. Falei para meu irmão Gilmar não anda colado porque se a fila parar e perigoso bater atrás ele não bateu mas parou num tope muito pesado quando foi arrancar quebrou a ponta de eixo aí foi um transtorno precisei vim até Cuiabá de carona encima de um caminhão era só pó comprei e voltei de carona novamente perdemos muito tempo quando chegamos em Cuiabá o homem que falou que ia carregar nos para Paranaguá falou que não tinha mais as cargas nos enganou só para ir buscar o arroz quem conhecia aquela estrada já mais ia fui até um telefone para ligar para a minha irmã que trabalhava na Buettner; minha esposa estava quase ganhando meu primeiro filho, ela falou acho que ela já teve mas como ela morava lá na nova Itália não tinha muito contato. Eu fiquei muito apreensivo mas não tinha o que fazer. Fomos num posto para dormir e no outro dia ver o que fazer nisso chega um rapaz oferecendo carga para Ponta Grossa PR, carregava em cima da serra de São Vicente saímos bem sedo era cem km dali chegamos lá na fazenda encostamos perto da entrada, não tinha nenhum caminhão parado já fiquei desconfiado mas aguardamos o fazendeiro chegar ele parou perto do meu caminhão e falou o que vocês querem aqui mostrei a ordem de carregamento ele falou não tenho nem um tipo de carga aqui pode pegar os caminhão e sai daqui não quero ninguém aqui na portaria da minha fazenda, nisso,  parou uma carreta na pista era um amigo aqui de Brusque que vinha de Porto Velho carregado de madeira passou do meu lado e não falou nada foi até o outro amigo que estava ali e contou que meu pai tinha falecido aí o outro já deu um grito ou Hilário teu pai morreu-  fiquei em pânico não sabia o que fazer estava a cem km de Cuiabá e a cento e vinte de Rondonópolis resolvemos vim para Rondonópolis porque era vindo para sentido casa eles estavam procurando eu a tarde anterior mas não encontrará chegando em Rondonópolis já era fim de tarde fomos em aero Porto que tinha na época bem pequeno falei com o piloto de um avião mono motor ele disse eu posso até levar mas tenho que sair sem me identificar porque a essa hora não tem mais autorização é muito ariscado, aí meu amigo falou olha teu pai já está morto não adianta querer ariscar a vida -  também meu filho nasceu dia 21 de agosto, meu pai morreu dia 26 de agosto – As pessoas me davam os pêsames e outras me davam os parabéns foi muito triste e feliz ao mesmo tempo pelo nascimento do meu filho por isso o nome germano para homenagear o meu pai.





Como  empregado dos irmãos Aguiar num acidente em Itaobim (MG):  o caminhão avanço a pista eu tirei o que deu mas mesmo assim ele bateu e atrás tinha um ônibus ele deu de frente no ônibus 














Toda a família, Hilário  é  o  último  






Como surgiu a Prefeitura em sua trajetória?
Fiz processo seletivo para motorista de caminhão e passei; em seguida o Rubens Merísio - do RH - pediu para mim dirigir ônibus, porque eu tinha todos os cursos;  aí trabalhei por  três anos como motorista, e depois quando terminou meu contrato Paulo Eccel saiu, e entrou como Prefeito, o  Prudêncio que me chamou para ser chefe operacional dos ônibus;  aí eu voltei como cargo de confiança, em seguida entrou  Boca – como chefe do executivo – e  continuei, contudo,  lá no deposito de alimentação, fazendo entregas nas escolas. Agora em setembro fiz uma angioplastia, então o Secretário de Educação, Jose Zancanaro, me colocou no CMID devido não poder pegar peso. Sou muito grato a toda equipe da secretaria por me dar essa oportunidade de continuar a fazer parte do grupo de funcionários da prefeitura até porque na minha idade o mercado de trabalho na iniciativa privada e muito disputado.

Referências: Publicado no blog: luizgianesinientrevista.blogspot.com.br,  aos  17 de dezembro de 2017