sexta-feira, 14 de junho de 2019

Wagner Santos de Souza DIas - popular VAGUINHO - no prelo


VAGUINHO

O entrevistado desta semana é o treinado do Brusque: Wagner Santos de Souza Dias, popular Vaguinho, nascido em Sumaré -SP aos 23.07.63; dois filhos: Siany e Renan. Na infância torcia pelo Corinthians, hoje torco pelo clube que trabalho.


       Vaguinho

Em que equipes atuou?
Atuei na Ponte Preta, Rio Branco de Americana, XV de Piracicaba, Hercílio Luz, Bragantino, Mogi Mirim, Fernandópolis, Esportivo o de Passos

Vitória inesquecível como atleta e como treinador?
Como atleta foram duas inesquecíveis: uma foi atuando pelo 15 de Piracicaba ra o Santos pelo brasileiro de 86 … o goleiro era Rodolfo Rodrigues – fiz um gol e a outra foi contra o Palmeiras quando vencemos por 3 x 1, o goleito era o Emerson Leão também fiz um gol
foi importante para a carreira e para mim como atleta. Como treinador, tive várias vitórias inesquecíveis, mas cito uma contra contra o Flamengo, quando como treinador pelo guarani vencemos por 1 x 0, quando o Flamengo foi campeão da Copa Brasil , ressaltando que foi a única derrota do Flamengo naquela competição -e vencer do Flamengo é uma coisa muito boa


Quais de derrotas ficaram atravessadas, como atleta e como treinador?
Uma derrota como atleta, foi atuando com a jaqueta da Pela Ponte Preta contra o Corinthians … estávamos vencendo por 1 x 0 ,num jogo muito bonito. O Sócrates e o Casagrande fizeram um gol cada numa virada e foi um dos primeiros jogos que tive como profissional e foi e ter perdido para o Corinthians e de virada e para esses craques …mas também classificaria essa partida como inesquecível e a outra derrota, já como técnico, foi na partida para o Atlético Paranaense … valendo pela Copa Brasil… um jogo emblemático com várias viradas – eu estava como treinador do Tubarão.. estávamos vencendo por 4 x 3, até 45 minutos do segundo tempo e o Atlético Paranaense virou para 5 x4, partida realizada na Arena da baixada,

Dirigentes
Uma pessoa que sabia administrar entendia dos atletas … da comissão …do trabalho…. foi um grande dirigente foi o Seu João Seco, no Guarani em Campinas …um grande dirigente

eu como atleta, um dirigente que teve uma participação muito importante o Ilson Barros no Mogi Mirim … esse realmente vi o clube crescer… fez uma situação muito grande com o Mogi Mirim…
e hoje, aqui trabalhando vi alguns dirigentes muito bons, destaco o Gama do Marcílio Dias… a imagem do Marcílio – teve acesso com Barroso e do Marcílio – soube conduzir muito bem o Marcílio… a credibilidade e a imagem … e teve papel importante no acesso do Barroso e do Marcílio… esta com uma situação muito boa como dirigente atual

Grandes Dirigentes?
Uma pessoa que sabia administrar entendia dos atletas … da comissão …do trabalho…. foi um grande dirigente foi o Seu João Seco, no Guarani em Campinas …um grande dirigente
eu como atleta, um dirigente que teve uma participação muito importante o Ilson Barros no Mogi Mirim … esse realmente vi o clube crescer… fez uma situação muito grande com o Mogi Mirim…
e hoje, aqui trabalhando vi alguns dirigentes muito bons, destaco o Gama do Marcílio Dias… a imagem do Marcílio – teve acesso com Barroso e do Marcílio – soube conduzir muito bem o Marcílio… a credibilidade e a imagem … e teve papel importante no acesso do Barroso e do Marcílio… esta com uma situação muito boa como dirigente atual

Grandes Árbitros?
Um árbitro que marcou muito em Santa Catarina, quando disputei o campeonato de 1987, foi Dalmo Bozzano acho que era e foi um dos melhores aqui em SC. Em Sâo Paulo, cito Vanderlei Bosguilla. Esses árbitros foram inesquecíveis. Hoje têm alguns nomes bons em SC: Ramon Abadion AINDA MUITO BEM… Sidral… Dalonso...arbitros que tem levado uma conduta muito boa aqui em Santa Catarina
Nota: árbitros: Diego da Costa Cidral ;Rodrigo D'Alonso Ferreira e Ramon Abatti Abel. Pela

Quais equipes trabalhou como treinador?
atuei como treinador: iniciei na base do União B, base do Guarani e Rio Branco em Americana – ali tive a primeira .oportunidade no profissional, depois fui no Guarani e trabalhei no profissional
Dirigi o Guarani na copa Brasil, Série B, Série A2 e A1 e fui coordenador de futebol profissional – série A em 2010 no Guarani … totalizando 8 anos no Bugre de Campinas. Foi muito gratificante.
Em seguida: como treinador no Atlético de Sorocaba, Velo Clube, Operário de Mato Grosso do Sul, Santa Rita em Alagoas, no Grupo Audax RJ (Pão de Acúcar/Sendas),hoje Audax no Rio, retornei ao União Barbarense (isso foi em 2014 e 2015) e, em 2016 tive opor………...no Inter de Lages, 2017 e 2018, no Tubarão, em 2019, Marcílio Dias e agora no brasileiro Série D, comandando o Brusque.

  

A experiência contribui para o sucesso do treinador?
Sim, participei de todas as fases… sub 15, sub 17, sub 20, auxiliar técnico nos profissionais e técnico. Trabalhei no Brasileiro Série B, no Brasileiro da Série C: com o Operário de Mato Grosso do Sul e com o Rio Branco de Americana e, também no Brasileiro Série A, como dirigente do Guarani. Participei da Copa Brasil com o Guarani (Campinas) Inter (Lages), Tubarão. E ainda no Brasileiro séria A, pelo Guarani, como diretor de futebol.
Assim foi muito importante ter passado… como gerente, como treinador: as experiências em futebol adquiri em todas as divisões… passei por todas as fases … e, então entendo que o treinador precisa de do gerente, o que o gerente quer do treinador, como e á base, como é trabalhar com jovem, como é lançar, como é o sonho, o que o atleta pensa quando tá no amador e quer ir para o profissional, quando vai de um time pequeno para um grande, quando ele está jogando o que precisa, o que o treinador quer - então isso tudo tem me ajudado na minha carreira
 
Como escalaria a Seleção Catarinense atual?
Beliato (Tbarão), Edilson (Brusque), Betão (Avai) e Magrão (Brusque), Bruno Pacheco (Chapecoense) ou Paulinho (ex Marcílio e hoje no Avai), Luanderson e Mateus Barbosa (ambos do Avaí), Daniel Costa(Tubarão), Jefferson Renan (Brusque), Everaldo (Chapecoense) e João Paulo (Avai)









Copa do Brasil: Vaguinho no comando do Tubarão contra o Atlético Paranaense

Premiação dos melhores treinadores catarinenses 
          Geninho (melhor treinador de SC) e Vaguinho  (segundo melhor treinador de SC)







sexta-feira, 7 de junho de 2019

Porto Container

O entrevistado desta semana é o Gerente Comercial Max Tertuliano Fischer da empresa Porto Container , nascido aos 25/01/1979 em Brusque/SC; filiação; Norival e Arlete Fischer (ambos falecidos); cônjuge: Ariane Beatriz; duas filhas: Isadora e Bárbara (ambas do primeiro casamento). Gosta de Fórmula 1, Futebol e Dominó. Torce para o Bruscão ampliar a participação nas competições nacionais, depois que o mais querido deixou as competições profissionais.




Como surgiu a empresa?
A diretoria da Porto Container já atuavam no mercado como empregados, e a empresa surgiu da percepção em profissionalizar, com funcionários próprios e utilizando materiais pioneiros nas modificações dos containers, oferecendo qualidade, conforto e segurança aos clientes, além de agilidade na entrega, preços mais acessíveis e sustentabilidade na reutilização e reciclagem de muitos materiais, com a preocupação da sustentabilidade da empresa, e materiais que não agridam o meio ambiente.

Qual a data da instalação da empresa?
Seus primeiros passos se deram no início do ano de 2014, na comercialização de containers usados por todo o mercado brasileiro, e com o estabelecimento da empresa em 25/10/2017 pôde atuar em todo mercado americano.

Quem são os sócios?
 Os sócios são um casal que muito admiro, Pedro Fugazza Neto e Quézia Peixoto Fugazza,  seja na forma de conduzir a empresa com seus valores enraigados, como seu casamento mais que apaixonados.

Quais os produtos fabricados?
A Porto Container comercializa os containers Dry e Reefer, seja em sua forma bruta – como os armadores disponibilizam nos terminais portuários, como os Reefer revisados para câmaras fria e tanto os Dry e Reefer para modificações e edificações, seja para lojas, lanchonetes, restaurantes, escritórios, escolas, clínicas, hospitais, laboratórios, refeitórios, almoxarifados, e muitas formas de casas. Todas estas edificações podem ser moduladas de acordo com as ideias, necessidades e disponibilidades de cada cliente.


Fale um pouco mais sobre a empresa
 Nossa empresa está estabelecida em Itajaí SC, onde temos nossa oficina própria de modificações de acordo com as ideias, necessidades e projetos de cada cliente, despachando para todo o mercado nacional. Ou seja, o equipamento chega pronto, somente ao cliente a incumbência de ligar os acessos externos hidráulicos e elétricos, que deixamos prontos e de fácil ligações externas – inclusive a caixa de disjuntores internos. Internamente, a edificação está pronta para o uso. Inclusive, o banheiro chega pronto e mobiliado. Somente apoiar nas sapatas, (que orientamos e assessoramos na confecção), ligar os acessos e mobiliar os demais cômodos.  Podemos sugerir algum projeto de acordo com as necessidades do cliente, mas este pode ser alterado mediante novas ideias e alterações do layout.  E como dito, atendemos todo o país, sendo que o equipamento sai pronto de nossa empresa, e o cliente está convidado a conhecer nossa estrutura e formas de trabalho e acabamento. Após a negociação, da mesma forma o cliente pode acompanhar as modificações até o embarque, ou vamos registrando imagens e suas evoluções.  No caso de containers bruto, temos armazenado em terminais portuários por quase todo o país, agilizando os desembaraços e entrega aos clientes. Como também, atuamos com container refrigerados para refrigeração e congelamentos.
 De nossa matriz, temos equipe de vendas para o atendimento de todo o país, sem intermédio de terceiros. Temos projeto de filiais, mas ainda nenhuma nova unidade em atuação.

Qual o endereço completo?
A empresa estabeleceu seu terminal próprio na Rodovia Antônio Heil, Nº 5300 do Bairro Itaipava em Itajaí/SC com área útil de 15.000m².

Quais os contatos da empresa.
Além da possível visitação em seu parque fabril da matriz com projetos em andamento e acabados, pode ser realizado por contato telefônico: (47) 3349 – 7901, como em seu site: www.portocontainer.com.br
 
Principais vantagens nas edificações em container?
1 - Agilidade na entrega;
2 – Construções sustentáveis na reutilização dos containers e outros materiais;
3 – Mobilidade da edificação posterior, se necessário;
4 – Facilidade de expansões e modulações seja para as laterais e/ou para os andares superiores;
5 – Durabilidade das edificações em 90 a 120 anos;
6 – Boa relação em custo x benefícios no preço da edificação, comparada a madeira, alvenaria;
7 – Garantia de receber a edificação no valor negociado, sem surpresas futuras ou vales com pedreiros;
8 – Obra limpa, gera entre 5 a 10% de resíduos...

Como decidiram o local de instalação?
A empresa tem suas instalações no município de Itajaí/SC, tendo o segundo maior terminal portuário em movimentações de containeres, facilitando assim o fornecimento de sua maior matéria prima: os containers.

segunda-feira, 27 de maio de 2019

fotos familia do tio santo






             Daniel 




Mateus - filho de Maximino      Luana- filha de Maximino -, Sandra (Maximino), Amábile, Maria Gorete e Izabel



                 Gorete

 
       Sílvia, Carlito-  Felipe - formatura em direito e a Nicole



              Sandra e Maximino












 
 Cleusa (Adriano) e Poliana






/
        Vanete e Maria de Lurdes










                                                                         Vanete e João Dickmann








                                                Gabriele e Giovana duas netas de Vanete



                                                                 Gabriel



Não é Geise e sim Gabriele

sexta-feira, 24 de maio de 2019

IZABEL DICKMANN

IZABEL DICKMANN


A entrevistada desta semana é IZABEL DICKMANN, nascida em Salete aos 07 de maio de 1961; filha de Santo José e Amábile Gianesini; casada com Valério Dickmann em 24 de maio de 1980; filhos: Mônica Lidiane, Adriano (Cleusa) e Sidney (Josiete); netos; Poliana (Adriano) e Sofia e Miguel (Sidney).

 
 Izabel com o marido Valério Dickmann

Como conheceste o Valério?
Eu conheci o Valério uma tarde dançante em Salete no salão do Cipriano… dançando

Onde fica esse salão?
Fica em Salete

Quanto tempo namoram?
namoramos por dois anos

Namoraram e já casaram?
Foi um ano de namoro e um de noivado


Em que igreja subiram o altar?
Casamos e batizamos os filhos: Adriano e Sidney na Matriz de Salete, igreja Imaculada Conceição e a Mônica Lidiane foi batizada na Igreja Nossa Senhora no Morro de Salete

Em quantos irmãos vocês eram ao todos?
Éramos em sete irmãos.

Como sua infância?
Até cinco anos passei em Salete e aos cinco anos fui morar em Jaraguá, em seguida o pai foi embora para Joinville, onde permanecemos por 10 anos, quando fomos viver em Ibirama, assim passei minha infância e início de juventude – e só trabalhando

E a juventude?
Fomos morar em Salete - em São Luís - na roça, local que o pai comprou terras, onde ficamos dois anos e, então fomos para o Rio do Campo. Curti muita minha vida Antes de casar dancei muito amor e muito foi uma Juventude saudável.

Na sequência, depois de uns anos casei e fui trabalhar na roça também em Salete

Quanto tempo frequentaste a escola ? Lembras o nome da Escola?
Eu fui na escola em Joinville, desde a primeira até a quarta série. Não lembro o nome da escola mas fui para a escola até quarta série só

Lembras o nome da primeira professora?
Não lembro mais

O nome completo do pai era Santo José ? E da mãe? Como era o sobrenome da mãe?
O do pai é Santo José Gianesini e o da mãe é Amábile Thais

  Izabel - segunda na foto- com os irmãos: Vanete, Emanoel, Maria de Lurdes, Maria Gorete, Maximino e Daniel - falta na foto a Sílvia


O que lembras com carinho dessa época?
A sobremesa da minha mãe era fruta com sagu e pudim caseiro pudim de ovo

Qual a maior alegria?
Quando fiquei mãe, e mais ainda quando fiquei avó.

E a maior tristeza?
A tristeza maior da minha vida foi quando eu soube que meu pai tinha câncer, vindo a falecer seis meses depois .

Em quanto irmãos vocês são?
Éramos 7: Vanete, Gorete, Maria de Lurdes, Maximino, Emanoel, Daniel e o saudoso Ademir

Fale um pouquinho de cada irmão e irmã -O lado bom de cada um
O Daniel saiu de casa muito cedo eu não sei nada da vida dele; a Maria de Lourdes acredito que foi quando ganhou a menina; do Emanuel eu acho que ele foi feliz quando casou e quando teve o menino; a Gorete casou se separou eu acho que o dia feliz da Gorete foi quando ela e o pai comprar o carro; já o Maximino, foi quando casou quando ele teve o primeiro filho; depois eu e a menina né Eu acho que é isso aí

Mas eu queria que você dissesse como você vê cada um
Como eu vejo eles?

Isso... como vês...como visse...

Isso isso isso isso isso kkk

É muito isso ?
kkk

Olha eu vejo a Vanete feliz porque a tem dois filhos e netos, então ela vive preocupada devido o marido José Dickmann ter-se acidentado e viver sem movimentações- essas coisas assim ; O Daniel é feliz porque agora ele mora com a mãe e agora ele fez um livro conseguiu né;

Assim ... e os outros

A Maria de Lourdes é feliz porque ela tem a filha que está fazendo faculdade de odontologia - dentista - e ela é bem de vida; o Emanoel é feliz com o casamento e o menino dele eu vejo ele assim feliz; a Gorete é muito feliz com a mãe; o Maximino é feliz também com a família que tem

eu vejo eles assim
Todos nós - filhos e filhas do meu pai - agora sermos felizes porque nós todos temos casa própria carro, trabalhamos para beber; nenhum é rico… todos temos que trabalhar mas sermos felizes


E a mãe? Foi uma guerreira ?O que mais admirada nela?
Essa é uma pergunta quê não dá de responder por que vai dar um jornal, mas eu vejo minha mãe como uma guerreira, tudo que ela pôde fazer por nós ela fez e faz, ainda é uma mulher que não tem mau humor, tudo eu sei eu aprendi com ela e com meu saudoso pai.

O pai foi muito duro na educação de vocês?
Oi primo você já assistiu aquele filme dos dois filhos de Francisco- dos cantores se você já assistiu você pode saber como foi a vida do meu pai, minha mãe e de nós. Quando assisto aquele filme juro para ti, eu choro o filme todo… a nossa vida era assim. Graças a Deus e resumiria no seguinte: meu pai, minha mãe e nós, os filhos, batalhamos muito para viver

Trabalhas fora?
Sim trabalho de diarista. Limpo duas casa por dia quinta e sexta Limpo três por dia
Sacra hóstia

Acho que os Gianesini são trabalhadores né ?
: O meu pai ensinou nós quem trabalha não passa fome, elei era muito trabalhador, minha mãe também, então nós todos trabalhamos muito.

Falo pelo tio Hercílio e pelo pai
Não sei porque não conheço ninguém dos Gianesini- não sei de nada, mas meu pai era muito trabalhador

Por quê foi o único tio que você conheceu bem?
Sim

Mais algum fato curioso?
Sim primo, mas por trás disso tudo tem muita coisa a gente não revela e evita trazer à tona, tanto eu como você … e a vida da gente é um filme

Finalizando?
amanhã comemoramos 39 anos de casamento – e sábado buscarei minha mãe e mais a Gorete … vamos jantar juntos no restaurante do meu filho Sidney e eles servirão o jantar
Parabéns prima

  • A família de Valério são em quantos irmãos?
           São em 5 irmãos: Valerio, José, João, Celso e Dilma






Izabel com a mãe Amábile Thaís Gianesini


                       Izabel, Poliana e Valério      Sofia, Miguel e Poliana - Mônica Lidiane
                                     Adriano e Izabel             Josiete,  Sidney, Sofia e Miguel

Cleusa (Adriano) e Poliana
.Referências: publicado no blog luizgianesinientrevista.blogspot.com.br aos 24 de maio de 2019










outros familiares


Maximino (Sandra)

Gorete















Daniel 






 
  Vanete e Maria de Lurdes

 Cauã é filho de Josiane (filha de Vanete) e Poliana é filho de Adriano (que também é filho de Izabel)

  
                     Felipe - formatura em Direito 






         Vanete e JoãoDickmann
    Valdinei é filho de Vanete


  
                          Luana, Sandra (Maximino), Amábile, Gorete e Izabel (Luana é filha de Maximino)
                                                             Mateus é filho de Maximino








                                                Gabriele e Giovana duas netas de Vanete



                                                                 Gabriel

sexta-feira, 3 de maio de 2019

CÉLIO FRANCISCO DE CAMARGO,





Célio Francisco de Camargo 


 
O entrevistado desta semana é o advogado CÉLIO FRANCISCO DE CAMARGO, nascido em Concórdia/SC aos 11 de setembro de 1959; filho de Alcebíades de Camargo e Deonilda Mattiollo Camargo; cônjuge: Gelci Mores de Camargo; filhos: Louise Mores de Camargo e Isadora Mores de Camargo. Torce para todas as equipes que jogarem contra o Grêmio. 

  advogado: Célio Francisco de Camargo

Como surgiu a equipe do Brusque na sua trajetória?
Em razão da amizade com alguns Diretores e Conselheiros do Clube, no início deste século, na gestão do Dr. André Karnikowsky, fui convidado a integrar o Conselho Deliberativo e a prestar assistência jurídica ao Clube. Fiel aos princípios que norteiam minha existência, prontamente aceitei.

Que cargo ocupou?
Diretor Jurídico, Diretor Financeiro, Presidente do Conselho Deliberativo, Diretor-Presidente da Diretoria Executiva.

Por quanto tempo?
Diretor Jurídico por mais de uma década, Diretor Financeiro por 04 (quatro) anos e Presidente do Conselho Deliberativo por aproximadamente 14 (quatorze) anos. Diretor-Presidente da Diretoria Executiva por 06 (seis) meses.

Grandes nomes na equipe do Brusque?
Dos atletas com quem eu trabalhei, reputo diferenciados, no aspecto técnico e/ou comportamental, dentre outros, Leo Maringá, Catê (in memoriam), Rogélio, Diogo Oliveira, Pedro Ayub, Viola, Aloisio Chulapa, Douglas Silva, Jonathas Belusso.

Grandes dirigentes no futebol?
Em Brusque, destaco aqueles com quem eu trabalhei: André Karnikowsky, João Beuting, Inácio Schwartz, Danilo José Rezini.

Grandes árbitros no Catarinense?
No passado, Dalmo Bozzano. Mais recentemente, Bráulio da Silva Machado.

Grandes atletas que viu atuar?
No Brasil, Pelé, Falcão, Zico. No Brusque, os que citei acima.

O que falta para o Brusque deslanchar?
A profissionalização da gestão administrativa do Clube, como um todo, e do futebol, em particular. Além disso, possuir uma praça de esportes que atenda às atuais exigências para a prática do futebol, inclusive em respeito ao seu próprio público. Não se concebe que, a esta altura da sua rica história, o Brusque FC ainda não tenha um endereço.

Algum fato se pudesse voltar no tempo tentaria evitar que acontecesse?
A demissão do técnico Paulo Turra. Sucumbimos à pressão da imprensa e da torcida e demitimos, açodadamente, um treinador de altíssimo nível, na minha opinião o melhor que passou por aqui. Um tropeço que custou muito atraso para o Brusque FC. Se um dia retornar ao futebol, jamais permitirei que fato semelhante volte a ocorrer. A torcida torce. A imprensa informa. A Diretoria administra e toma decisões, que devem sempre estar pautadas na coerência, no bom senso. Cada um faz a sua, toda e qualquer interferência é danosa.

O que de melhor aconteceu no tempo que integrou o Brusque?
Foram aproximadamente 18 anos, com muito aprendizado e a construção de valorosas amizades. Entretanto, o que de melhor ficou foi o sentimento de ter cumprido com uma obrigação que reside na alma dos justos, qual seja, a de devolver à cidade que me acolheu, através de muito trabalho e dedicação em prol do Clube que a representa e carrega o seu nome, um pouco do muito que ela me entregou. 

Não tenho como um hobby, mas gosto de ver futebol.



Maior medo é o de envelhecer ou o de entristecer?
Entristecer, sem dúvida. Envelhecer é um sonho.



Qual foi o maior desafio até agora?
Ainda é o de me conhecer interiormente e de ser uma pessoa melhor a cada dia. O desafio é permanente.



Você se arrependeu de alguma coisa que disse ou que fez?
Muitas coisas. Mas há que olhar sempre para a frente, pois o que passou, passou. Tudo é aprendizado.



Algum fato que ficou atravessado?
Sim, mas da mesma forma há que esquecer e não valorizar aquilo que não possui nenhum valor.



Algo que você apostou e não deu certo?
Não sou de apostar, prefiro planejar minhas ações. Mas já experimentei algumas frustrações....



O que faria se estivesse no início da carreira e não teve coragem de fazer?
Nunca deixei de fazer aquilo que entendi como correto e necessário, tanto na vida pessoal como profissional. Aliás, penso que em alguns momentos tive coragem até demais ....(rsrsrs)



Quais as maiores decepções e alegrias que teve?
As maiores decepções sempre são causadas por pessoas próximas a você, que receberam sua confiança e não mereceram. Comigo não foi diferente. Minhas maiores alegrias, sem dúvida, são minhas filhas.  



Qual é a sua maior ambição?
Viver bastante.

O que mais incomoda?
A covardia.

De que sente orgulho?
De ser o que sou.

Em quem tem fé?
Em Deus, o Grande Arquiteto do Universo.

 
Referências: publicado no blog luizgianesinientrevista.blospot.com.br aos 03 de maio de 2019.

segunda-feira, 29 de abril de 2019

Tatiana Bissoni Vhoss - Analista Judiciária

A entrevistada desta semana é Analista Judiciária do Tribunal Regional Federal da 4ª Região - cargo de nível superior e de ingresso mediante concurso público -  função de Diretora de Secretaria da 1ª Vara Federal de Brusque/SC desde 09/12/2005 quando a Unidade foi instalada em Brusque - Tatiana Bissoni Vhoss, nascida em Brusque aos 06 de setembro de 1973; filha de Tarciso Bissoni e de Lenir Igneis Bissoni; casada com Moser Vhoss desde 06/09/1999 -atualmente ele ocupa o cargo de Juiz Federal da 1ª Vara Federal de Itajaí; dois filhos: Guilherme Bissoni Vhoss, com 13 anos e Henrique Bissoni Vhoss, com 8 anos. Esporte predileto: pratica corrida de aventura, natação e yoga.



foto 


Como foi sua infância?
Minha infância passou muito tranquila e divertida, no bairro Dom Joaquim, em Brusque. Cresci ao lado da família, stricto sensu (meus pais e irmão) e lato sensu (avós, tio e primos), no bairro Dom Joaquim. Morávamos em frente ao colégio, onde completei o ensino fundamental e na mesma rua da Igreja, a Paróquia Santa Catarina.
O lar  e a família são sempre a referências dos momentos felizes.
Minha família materna - Fachini, morava do lado esquerdo da nossa casa e a minha família paterna - Bissoni, do lado direito da nossa casa. Assim, a convivência era diária.
A família sempre foi muito religiosa e ativa na comunidade.


O que lembra com carinho de sua infância
Lembro com muito carinho dos amigos, vizinhos e primos, especialmente das brincadeiras na rua onde morávamos. Era uma rua sem saída,  que se transformava em playground para brincadeiras com bicicleta, corridas, bolas de gude e jogos de voleibol. Fechávamos a rua para atravessar a rede de vôlei. Por vezes a bola caía em uma valeta e causava a comoção geral para corrida de resgate antes de alcançar o rio Itajaí Mirim, que passa nas proximidades.
Passei muito tempo em cima das árvores, com joelhos e cotovelos ralados, tantas eram as peraltices.
Gostava muito da convivência na casa dos meus avós. Passei bastante tempo com eles, quando meus pais viajavam a trabalho para todo o Brasil. Muitas vezes minha mãe o acompanhava, para cuidar da sua alimentação e da sua saúde. Nas férias escolares eu podia viajar com eles, especialmente para o Mato Grosso, para onde grande parte da minha se mudou na década de 1980, buscando desenvolver e ampliar o trabalho na área de transportes e agronegócios.
O ponto alto das férias escolares era passar os dias na praia, em Balneário Camboriú, onde meu avô Vicente Bissoni sempre manteve alguma propriedade. Nessa época, não havia tantos edifícios e o mar era cristalino.

Como foi sua juventude?
Ingressei no mercado de trabalho aos 18 anos, na mesma época do início da graduação. E o trabalho passou a me gratificar com excelentes possibilidades de aplicação de tudo o que vinha estudando teoricamente na universidade. O primeiro trabalho foi na Companhia Industrial Schlosser, em seguida na Tecelagem Atlântica e grupo Botuverá - empresa da famílila Bissoni. Também no Fórum da Comarca de Brusque, na assessoria da 2ª Vara Cível. Exerci a advocacia por ano e em seguida ingressei por concurso na Justiça do Trabalho, onde trabalhei por 3 meses na 3ª Vara do Trabalho de Blumenau. Com a inauguração das novas Unidades da Justiça Federal em Blumenau, entrei em exercício pelo concurso da Justiça Federal, onde permaneço até os dias de hoje.
De tal modo, minha juventude foi pautada por muitos estudos e trabalho. Um pouco de diversão também, certamente. Frequentava as animadas tardes dançantes que aconteciam aos domingos a tarde, no salão da paróquia Santa Catarina, com as famosas Banda S/A, Incandecentes e 4ª Redenção, mas sempre com horário designado para voltar para casa, 18h ou 19h. Mais tarde, com a maioridade, com a CNH e um pouco mais de independência evoluímos para buscar um pouco de diversão em Balneário Camboriú, no divertido e bacana Baturité, o antigo.

Como conheceu o esposo?
Conheci o Moser no início da faculdade, quando íamos de ônibus da empresa Geneve Turismo para a Itajaí. Cursávamos Direito na UNIVALI, ele no quinto período e eu no terceiro. Iniciamos o namoro em 1993 e  não paramos mais...até o casamento em 1999, após o término dos estudos.

Histórico escolar ?
Fui muito dedicada e estudiosa.
Estudei inicialmente no Jardim de infância Tia Trude, desde a sua instalação.
Em seguida, no Colégio Estadual Monsenhor Gregório Locks, concluí o ensino fundamental.
No Colégio Cônsul Carlos Renaux, frequentei a primeira e segunda séries do ensino médio, concluindo-o no Colégio Geração, em Florianópolis, cursando o terceirão.
Graduei-me em Direito, na Universidade do Vale do Itajaí - UNIVALI, em Itajaí.
Especializei-me em Direito do trabalho na FURB, em Blumenau e em Direito Processual Cível pela Escola da Magistratura Estadual de Santa Catarina - Esmesc.
Recentemente tive a oportunidade de concluir o Mestrado em Ciência Jurídica, na Univali.
Participei de muitos cursos e congressos na área jurídica- curriculum completo pode ser visualizado na plataforma lattes.
Foram muitas conquistas ao longo dessa jornada, porém a mais recente está no lançamento próximo da obra
Controle Judicial sobre as Promessas da Constituição, de minha autoria e produção da Editora Appris, de Curitiba.

Quais matérias mais gostava/? Quais detestava?
Gostava de biologia, nunca gostei muito de matemática, porém adoro literatura, história, filosofia e direito.

Primeiro/a professor/a?
Primeira professora foi Dona Olga Marcolla Wisbeck, no primeiro ano no Colégio Estadual Monsenhor Gregório Locks. Era uma professora tão amada que lideramos um movimento para que ela continuasse conosco no segundo ano. E o resultado foi positivo.

Grandes professores?
Foram muitos, muitos.
Mas os faço representar pelos meus maiores professores da escola da vida, pelos seus ensinamentos de valor, ética, fé, persistência, humanidade e generosidade - Tarciso Bissoni, meu pai e Lenir Igneis Bissoni, minha mãe.
Quais os melhores livros que leu?
Jan Paul Sartre - Os caminhos da liberdade
Thomas Hobbes - Utopia
Fiódor Dostoivéski - Crime e castigo
Frans Kafka - O processo
Meu pé de laranja Lima - José Mauro de Vasconcelos
A morte é um dia que vale a pena viver - Ana Claudia Quintana Arantes
Dom Casmurro - Machado de Assis
E muitos outros...

Não consigo parar de relembrar de tantos obras maravilhosas, também na área jurídica, como:
Montesquieu - O Espírito das Leis
Rui Barbosa - Oração aos moços
Norberto Bobbio - A era dos Direitos
Ronaldo Dworking - Levandos os Direitos a Sério
Luis Roberto Barroso - Temas de Direito Constitucional
Antonie Garapon - O Guardador de Promessas
Konrad Hesse - A força normativa da Constituição
Jurges Habermas - Direito e Democracia: entre facticidade e validade
Moser Vhoss - Dano Moral e Improbidade Administrativa

O que está lendo atualmente?
Tenho o hábito de ter várias leituras em andamento, de modo que os atuais são:
Boaventura de Sousa Santos- A  crítica da razão indolente. Contra o desperdício da experiência
Verde Vale - Urda A. Klueger
Imortais - Tecedendo História
Ernest Hemingway - O sol também se levanta
Fábio Vuolo - Um giono in piú
Adélia Prado - Bagagem

Como surgiu a Justiça Federal em sua trajetória?
Prestei concurso para a Justiça Federal em 1998 para o cargo de analista judiciária, nível superior.
Inicialmente exerci a função de Oficial de Gabinete em Blumenau, para onde viajava todos os dias durante 3 anos e seis meses.
A partir de 2002, iniciei o exercício da função de Diretora de Secretaria de Vara Federal, inicialmente em Joaçaba e depois em Brusque, com a instalação da 1ª Vara Federal de Brusque, em 09/12/2005.
É uma função muito importante sob o ponto de vista da sua competência para a gestão de processos que possibilita alcançar
o cumprimento de metas e prazos processuais, observando sempre e principalmente todos os princípios constitucionais e legais.


Umas palavrinhas sobre:
Tarciso Bissoni, meu pai.
Com olhar sempre empático para ajudar o próximo, trabalhador e honesto, sua generosidade e sabedoria não cabem em si.
Filho primogênito de Vicente Bissoni, iniciou o trabalho muito cedo, na agricultura familiar.
Muito inteligente e visionário, trabalhou com caminhões, inicialmente com o caminhão do pai, em seguida com os seus próprios,  sozinho ou com o auxílio de motoristas empregados. No ano de 1975, fundou a empresa Transportadora Bissoni Ltda, juntamente com seus dois irmãos Vilymar e Glomir. Muito peculiar foi a fundação da empresa e essa parte da história que pode ser encontrada no livro Posso dizer que andei.
A empresa cresceu. Mudou sua sede para o município de Rondonópolis, Mato Grosso, compondo atualmente o grupo Botuverá.
Tarciso sempre residiu e reside no município de Brusque, com sua esposa Lenir Igneis Bissoni, e seus dois filhos Tatiana e Vicente Neto. Atualmente possui três netos, Guilherme e Henrique, filhos de Tatiana e Moser e Alice, filha de Vicente Neto e Eliana.
Avós paternos
Vicente Bissoni, meu avô paterno.
Casado com Juvita Bissoni, tiveram sete filhos vivos.
Vicente partiu no ano 2003, mas nos deixou muitos legados. Sempre foi muito ativo e dinâmico e ao longo de sua jornada colecionou realizações. A maior delas foi o amor à família e a união dos filhos em netos em torno de sua mesa. Na sua casa nunca faltou apoio, alegria, música - quando ele tocava a sanfona -  cerveja kaiser e vinho suave, pois se fosse seco ele acrescentaria aç
úcar.
Foi proprietário de um sítio forte na localidade de Ribeirão do Ouro, município de Botuverá, onde cultivava o fumo, além da agricultura de subsistência, em reguime de economia familiar. Com o crescimento da produção de fumo na região, na década de 1950, ingressou na Companhia Souza Cruz para ser instrutor de lavoura de fumo. Foi muito respeitado na comunidade, como líder.
Decidiu mudar-se para cidade de Brusque, no bairro Dom Joaquim quando visualizou que a propriedade que poss
uía em Botuverá seria pequena demais para abrigar todos os sete filhos e lhes proporcionar estudo e trabalho digno e promissor.
Recomendo muito a leitura do livro Posso Dizer que Andei, que descreve muitas das suas aventuras.
fale sobre seus avôs maternos
Avó maternos - Vicente Fachini e Ida Zenlinda Fachini.

Descentes de Italianos, moravam em Botuverá, depois em Dom Joaquim, em frente a minha casa de infância. Vicente era motorista de caminhão, e nessa profissão alcançou a aposentadoria. Sua propriedade em Dom Joaquim era satisfatória, o que facilitou o cultivo de muitos produtos para subsistência da sua grande família de sete filhos. O cuidado dos filhos, da casa  e da agricultura ficava ao encargo da matriarca, Ida, com o auxílio dos filhos que já cresciam.
Dona Dida, como era conhecida em Dom Joaquim, nos deixou muito cedo. Aos 65 anos de idade, não acordou de uma despretenciosa noite de sábado, quando deitou após ter participado da tradicional missa.
Vicente Fachini viveu bem mais, até o alzeihmer lhe alcançar, em 2012.
Cinco dos filhos vivem na mesma localidade. Uma filha reside atualmente na Itália, desde quando partiu em busca do resgate histórico de nosso antepassado Celeste Fachin, que nos estendeu a sua cidadania italiana.
E a filha caçula reside em Concórdia, Santa Catarina, onde trabalha no tabelionato de notas e protestos de titularidade de seu esposo.
o que poderia dizer sobre os bisavôs?
Netos de imigrantes italianos que viveram em um tempo de muitas dificuldades. As famílias foram numerosas e o trabalho árduo para superar as necessidades e progredir, garantindo aos descendentes vida digna e segura.
Viveram do comércio, do transporte, da agricultura. O trabalho, a generosidade, a fé, a humanidade e a vida em comunidade, fizeram com que essas família superassem todos os entraves daquele tempo.
Tive a oportunidade de conhecer apenas a minha bisavó paterna, Maria Comandolli, mãe de minha avó Juvita Bissoni. Nona Comandolli viveu até o ano de 1992, quando faleceu aos 92 anos de idade.
A casa onde ela viveu e morreu, no bairro Dom Joaquim,  atualmente funciona o comércio de alimentos de seu neto João César Comandolli e demonstra a arquitetura da época.
Sobre a propriedade  incide discussão acerca da viabilidade de seu tombamento, pelo valor histórico, cultural, arquitetônico e ambiental para a população, no intuito de impedir que venha a ser destruído ou descaracterizado.
Como você resumiria a pegada para a publicação de “POSSO DIZER QUE ANDEI – A História da Família Bissoni” ? Houve muitas dificuldades?
Foi um trabalho que fluiu muito facilmente a partir da concretização da ideia de resgatar e registrar os fatos históricos da família desde a  Itália.
Foram dois anos de pesquisas, viagens, entrevistas, edições e muitas emoções. Reviver o passado e imaginar as dificuldades trilhadas por nossos antepassados,  imigrantes italianos, que partiram tão jovens da sua terra natal com destino a colônia Itajahy - príncipe Dom Pedro, foi bastante intenso.
A sua chegada na nova terra para construir as suas casas no interior da mata, na margem do rio, onde a presença dos indígenas era constante, foi assustador.
Mas a pesquisa seguiu, de geração em geração, até os descendentes em sexto grau, que são os meus filhos.
Todos os desafios enfrentados por cada núcleo familiar, não apenas a viagem - sem volta - da Itália para o Brasil, mas também a mudança de Botuverá para Brusque e de Brusque para Rondonópolis, no Mato Grosso.
A obra narra a história de uma família que não abandonou na estrada a fé, a persistência, o trabalho honesto e a gratidão a todas as pessoas que estiveram presentes em suas vidas.


Como surgiu “POSSO DIZER QUE ANDEI - A História da Família Bissoni”?
Surgiu com a ideia e o interesse do meu pai, Tarciso Bissoni, de resgatar e preservar a história dos nossos antepassados.
Tarciso manifestava a preocupação real de estarem passando as gerações que detinham o conhecimento da historia. Que chegaria o dia em que ninguém mais teria lembranças para contar às gerações futuras.
Com o auxílio e experiência do Saulo Adami, pudemos andar mais longe e voltar ao tempo da imigração do nosso ascendente mais antigo, Cesare Bissoni, que aos 19 anos de idade, emigrou da Italia para  Brasil - era o ano de 1878...

Como lembraram de Saulo Adami?
Entrei em contato com o Saulo por já conhecer o seu trabalho e obras publicadas.
Nos reunimos e facilmente nos envolvemos e nos engendramos no projeto. Logo as entrevistas e viagens iniciaram-se. A pesquisa foi tomando forma e ganhando volume. Foi um belo trabalho que fluiu levemente pela sua competência e conhecimento.