segunda-feira, 19 de outubro de 2020

Miguel Schlindwein

 

Miguel Schlindwein - Luiz Gianesini


MIGUEL SCHLINDWEIN: Filho de Francisco e Angela Petermann Schlindwein; natural de Brusque, nascido aos 29.09.34. São em nove irmãos: Valentim, Rita, Beno, Iria, Tito, Maria, Geraldo, Miguel e Armando. Cônjuge: Ondina Marchi Schlindwein, nascida aos 08.09.34, casados em 07.06.58; três filhas: Marilete, Rosana e Patrícia; seis netos: Eduardo, Daniela, Tatiana, Mariana, Carolina e Isadora. Operário Padrão do Estado em 1983. Torce pelo Paysandu, Portuguesa de Desportos e Flamengo.]





                                                  
Uma palhinha da descendência

Marlene casou com Roberto Dietrich, filhos: Daniela e Carolina; Rosana com José Brandt, filhos Eduardo, Mariana e Isadora; Patrícia com Jamilson Voltolini, filha: Tatiana


Fale de sua vida profissional

Aos 14 anos ingressei na Têxtil Renaux, como gari, na seção de Urdimento, depois passei a mascate, urdidor – operador de máquina; em 67, assumi a chefia do Almoxarifado e finalmente em 77, chefe de Expedição, permanecendo no cargo até 92, quando obtive o benefício previdenciário. Foram 44 anos de empresa. Também trabalhei nas primeiras feiras de tecidos de Brusque. E após a aposentadoria trabalhei por 5 anos na Tecelagem Santo Antônio, no setor de expedição.

Como obteve o titulo de Operário Padrão do Estado?

Fui chamado no Recurso Humanos e me convidaram a participar.


Alguns cursos de formação profissional?

Fiz vários cursos de aperfeiçoamento na área têxtil.

Atuou fora da empresa?

Sim, fui cobrador do Clube e Caça e Tiro Ipiranga, do nosso Paysandu. Participei da Diretoria do Clube Caças e Tiro Ipiranga e fui presidente do extinto Clube 10 de outubro - ali onde hoje é o Jardim de Infância, Tia Alice.


Fatos marcantes?

O nascimento das três filhas e dos seis netinhos; ter encontrado – nos idos de 54 – minha companheira, a Ondina; ter obtido o título de Operário Padrão de Brusque e de Santa Catarina; a carreira desenvolvida - de gari a chefe de expedição – dentro da Indústria Renaux; ter sido orador da turma que obteve o jubileu de 25 anos de empresa; a confiança depositada pelo Sr Válter Orthmann, quando fui ao Recursos Humanos, verificar se encontrava alguém para trabalhar nas primeiras feiras têxteis, e ao ser lembrado por aquele departamento, ele retrucou: ‘ é esse o cara certo’; o reconhecimento pelo senhor Carlos Cid Renaux, que ao passar no setor em que eu trabalhava, lembrou de que me viu atuando na feira têxtil, e disse que iria me aproveitar dentro da empresa e aproveitou; ter conhecido diversas cidades brasileiras, tais como Rio de Janeiro, Brasília, inclusive me Brasília encontrei o ex presidente Figueiredo

Grandes nomes na área têxtil?

Poderia citar vários, inclusive muitos colegas de trabalho. Como dirigentes, destacaria Calim Renaux (in memoriam) e Gilbeto Renaux.

Nunca pensou em ingressar na política?

Lá pelos idos de 76, fui candidato à vereador, atendendo um pedido do Sr Carlos Cid Renaux.

O Brasil tem acerto?

Acredito que sim, mas primeiro teria que ser legislado – e aplicada as leis – com mais rigor no que diz respeito a diminuição dessa erva daninha, chamada corrupção.

O que faz Miguel Sclindwein, hoje?

Estou aposentado e tenho como hobby, assistir futebol e noticiários de TV e, ainda jogo bolão – bola 16, nas equipes do Marabá Boliche Clube e Unidos, sendo no Boliche Clube em casais.

Referências

  • Matéria publicada em A VOZ DE BRUSQUE, em 13 de fevereiro de 2004.

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