terça-feira, 25 de fevereiro de 2020

Pedro Luiz Bononomi

Pedro Luiz Bonomini

Pedro Luiz Bonomini.


Onde e quando nasceu e o que destacaria em sua vida profissional?
Nasci em Botuverá em 17.02.50, fui Diretor do Colégio Cenecista Francisco de Assis, no período de 84/99, hoje dirijo a J & P Confecção. Escrevi o livro:” Pequena história de Botuverá, onde enfoco o processo migratório dos italianos que chegaram à terra que eles denominaram de Porto Franco.

Fale um pouco sobre Pedro Luiz Bonomini
Escritor Pedro Luiz Bonomini escritor não existe. O que existiu foi a vontade de conhecer mais sobre a história daqueles que da Itália para o Brasil vieram, mais precisamente, para Porto Franco. Esse livro estaria bem mais completo se, na época de sua edição, não tivesse sido amputado ‘ por falta de apoio financeiro para imprimi-lo’. Contudo, foi feito um trabalho de pesquisa, um compilado de dados e apresentado ao nosso povo de Botuverá, um pouco mais sobre sua história e a de seus antepassados.

A época em que foi escrito o livro e a composição do Hino de Botuverá?
Esse livro foi feito na época em que nossa história completou seu centenário – 1976 – ano em que para homenagear a data também compomos o Hino de Botuverá, executado em solenidades e festas até hoje, embora não oficializado.

O que mais define Pedro Luiz Bonomini?
Pedro mais foi dramaturgo e poeta; escreveu várias peças teatrais premiadas em encontros culturais e poesias épicas e líricas.

E o segundo livro?
Pedro pensa escrever a nova história de Botuverá, mais completa e ilustrada com fotos e fatos, contudo, muito dependerá de custos e subsídios públicos e/ou particulares, afinal a história não e ‘ minha’ e, sim, de um povo.

Pequena história de Botuverá
Um século de fé

Botuverá – nossa história – nossa gente

Como você compararia a Administração Nilo/Moacir, iniciada há 6 meses com a de 89/92?
A administração pública atual, mesma que a anterior, vem demonstrando um bom desempenho, é aprovada pela opinião popular. Pelo que sabemos, as finanças públicas do município estão saudáveis com equipamento e maquinário em perfeita ordem, realizando obras como: asfaltamento, e apoio a vários programas de desenvolvimento social e industrial no município. Em suma, podemos dizer que a administração Nilo anterior e Nilo/Moacir atual, fazem uma administração competente e voltada para as prioridades do povo.


Pedro e a esposa Marlene M. Bonomini.


                                               Prefeito José Luiz Colombi e Pedro Luiz Bonomini
Referências: Jornal Em Foco. Publicada em 13 de agosto de 2001.





segunda-feira, 24 de fevereiro de 2020

Carlos Henrique Wehmuth, popular Carlinhos


O entrevistado desta semana é o ex- atleta Carlos Henrique Wehmuth, popular Carlinos; filho de Leopoldo e Berta Klabunde Wehmuth, natural de Gaspar, nascido aos 19.10.42; cônjuge: Marisa Cervi Wehmuth (casados aos 06.08.1966);  três filhos: Evandro Henrique, Alessandro Henrique e Lysandra Helena. Torce para o Vasco da Gama, Corinthians e pelas equipes que representam Brusque. 
image.png


                                                         Idos de 1981
OAB subseção de Brusque, campeã do torneio de futebol suiço, realizado nas dependências da S.E. Bandeirante
Em pé: Colombi,Visconti, Nego Muller, Vequi, Gianesini e Gonzaga
Agachados:Dr Antônio, Carlinhos, Welter, Ayone, Edson e Adilson Martins 

Como foi sua infância e juventude?
Foi uma infância e juventude marcada pela educação rígida, própria das décadas de 50 e 60, mas com liberdade para os lazeres da época.

Como conheceu a Marisa?
Foi quando iniciei a jogar futebol no tricolor brusquense, num encontro no Carlinhos Bar – anexo ao Hotel Gracher – onde atualmente está instalado o Shopping Gracher.

Vida profissional?
Trabalhei na Indústria Têxtil Gaspar, Cia de Cigarros Souza Cruz, Archer S/A Comércio e, atualmente trabalho na Câmara Municipal de Brusque.

O que englobava suas atividades no dia a dia da Câmara de Vereadores?
Assessoria Jurídica e Legislativa.

E no futebol - atuou em que equipes?
Atuei pelas equipes: Tupi de Gaspar, C.A. Carlos Renaux, C.E. Paysandu e Guarani, da General Osório.

Posição em que atuava?
Quarto zagueiro e às vezes no meio campo.

Qual a melhor partida que fez?
Nunca esqueço do jogo feito contra o Perdigão de Videira, jogo este que praticamente deu impulso a minha carreira.

Marcou algum gol que ficou na lembrança?
Foi num jogo pelo Paysandu contra, se não me engano, o Barroso de Itajaí, onde ganhamos um torneio em que participaram: o Paysandu, C.A. Carlos Renaux, Marcílio Dias e Barroso.

Uma vitória marcante?
Foi naquele jogo contra o Perdigão, pois o adversário tinha sido campeão do Estado e nunca havia perdido em seu estádio.

Grandes dirigentes?
O futebol brusquense sempre teve grandes dirigentes, pessoas abnegadas e que fazem o esporte com amor.

Grandes treinadores?
Grandes treinadores de minha época: Esnel, Julinho R. Hildebrandt, Dirceu, Itamar Montezor.

Grandes atletas?
Fico no Estado com: Teixeirinha, Nilo, Pereirinha, Norberto Hope, Dino, entre tantos que acompanhei e tive a honra de atuar junto.

Como avalia sua vida esportiva?
Considero como boa, tendo atingido a satisfação. Foi marcada por grandes vitórias na vida profissional e, na vida afetiva pela conquista de grandes amizades, quero ressaltar minha passagem também pelo C.E. Paysandu, onde contribuí também grandes amizades.

O Brasil tem acerto?
Tem, basta os administradores públicos conscientizarem-se e passarem a respeitar os cidadãos contribuintes.

Carlinhos, hoje?
Jogo futebol de vez em quando e curto os netos.


Adalberto Appel, popular Beto Appel




ADALBERTO APPEL, popular Beto Appel 

O entrevistado desta semana é o ex-presidente do mais querido da Pedro Werner, ADALBERTO APPEL, popular Beto Appel: Filho de Walter Appel e Georgina Zimermann Appel, natural de Brusque, nascido aos 19.08.44. Cônjuge: Ivani – Nica – Krieger. Um casal de filhos: Elisiane e Fabiano (jogador de futebol -arqueiro). Foi presidente do CEUB – Clube dos Estudantes e Diretor Social na Presidência de Gerhard Nelson Appel. Presidente do Paysandu em 1976.






Foi Presidente do Paysandu? De quem recebeu o cargo e a quem passou?

Fui Presidente em 1976. Recebi a presidência de Gerhard Nelson Appel e passei ao Dr Antônio Luiz da Silva, meu Vice, pouco tempo ante do término do mandato.

Ocupou outros cargos? Como foi? Quem dirigia o Clube?
Fui Diretor Social, na gestão do Gerhard Nelson Appel. Promovíamos os badalados e inesquecíveis bailes carnavalesco.

Em 1976 você presidiu o verde e branco, o Clube disputou o Estadual?
Sim. Disputamos. O Clube estava licenciado desde 1972, e o treinador era o Esnel.

Que obras principais foram realizadas durante sua gestão?
O Restaurante e a Portaria – onde está hoje o assador. O Restaurante foi construído porque em Brusque não tinha um Restaurante para a Sociedade. Construímos um Restaurante com ar Condicionado, de primeira.

Dos integrantes de sua Diretoria, quem poderia ser destacado?
O Diretor Social, era o saudoso Marco Antônio Pizzaro da Silveira, o Diretor de Patrimônio, os também saudosos:  Armando Euclides Polli e Gerhard Nelson Appel.

Voltaria a dirigir o destino do mais querido?
Se tivesse o apoio geral, apoio, inclusive das empresas, como acontecia antigamente, ou seja, as empresas adotavam o jogador, inclusive, dois deles bem me lembro, eram funcionários da Renaux: o Goleiro Branco e o zagueiro Ari Garcia. Hoje, poderia acontecer o mesmo, ou seja, serem adotadas pelas maiores empresas;:  um ou dois por cada empresa...

A ‘maledita fusão’?
Participei de diversas grandes reuniões no Clube, a respeito da fusão, só que não tinha direito a votar por ser na época simples associado. A primeira vista, parecia ser o caminho ideal, viu-se que um clube só na cidade e bem estruturado, deveria deslanchar, todavia não foi o que aconteceu no início, agora os resultados do Brusque F.C. retratam àquela expectativa existente quando da fusão, com os títulos da série D do brasileirão, das conquistas da taça Santa Catarina e dos bons resultados na Copa Brasil de 2020..

Achou viável a preocupação da  Diretoria liderada pelo Ruy Queluz com o Patrimônio?
Sim. Sem dúvida alguma. Inclusive encontrou respaldo  na Justiça,mormente em fazer o ecônomo sair da sede... . Ninguém mais aguentava a ocupação da sede no estado em que se encontrava.


Luiz Carlos Kuhn, popular Kussi


 Luiz Carlos Kuhn -Kussi

O entrevistado desta semana é o ex-atleta LUIZ CARLOS KUHN, popular Kussi: Filho de Helmuth Muller Kuhn e Gerda Appel Kuhn, natural de Brusque, nascido aos 29.07.47. São em 6 irmãos: Altair, popular Nego, Válter, Roberto, popular Bóssinha, Luiz Carlos (Kussi), Décio e Rose Torce pelo Paysandu, Santos e Vasco da Gama.

                                                  Paysandu 1972
                                  
Em pé: Haroldo, Kussi, Guidinho, Nauro, Batista e Carlinhos
Agachados: Edison, Dino, Bráulio, Zé Carlos e Mica 



C.E. Paysandù - idos de 1971
                                       

Em pé: Nauro, Haroldo, Euclides, Tataco, Carlinhos e Batista,

Agachados: Deoclésio, Kussi, Zé Carlos,, Bráulio e Mica




Atuou em que equipes? 
Iniciei no infantil de um clube que jogava no estádio do Paysandu - inclusive, você também estava no nosso meio – depois, infantil do Nacional e em seguida fui para o Carlos Renaux de 67 a 70, e no Paysandu de 70 a 73, quando fiquei lesionado.

Grandes atletas que atuaram na sua época? 
Entre outros destacaria: Edson Cardoso, Ayone, Mica, Valdir Belz (in memoriam), Bossinha (in memoriam) e Dino.

Melhor jogo que você fez? 
Foi no Estádio Cônsul Carlos Renaux, em que vencemos o Avaí por 3 x 0. Em um ou dois minutos de jogo fiz um gol.

Um grande treinador?
Júlio Hildebrand

Um grande dirigente?
Cidinho Bauer.

Lembranças positivas e marcantes?
Foi ter sido considerado o melhor meio de campo do campeonato estadual de 1968, cujo troféu foi entregue em Rio do Sul; também ter levantado o caneco do torneio Ana Bauer, vestindo a jaqueta do Renaux. Outro fato, foi ter permanecido invicto todo o primeiro turno do Campeonato Estadual de 1968.

Lembra a formação daquela equipe?
Valério, Orlando, Flázio, Carlinhos, Chelo, Kussi, Dino, Luiz Carlos, Ivanzinho, Pereirinha e Joel.

Lembra que estadual disputou e por qual equipe?
Sim. De 67 a 69, pelo Carlos Renaux e de 70 a 73, pelo Paysandu.

acompanhou a fusão do tricolor com o alviverde?
No início até fui favorável, mas com o passar do tempo, vendo o patrimônio do Paysandu sendo arrombado me posicionei contra. Agora quanto ao retorno das duas equipes – revivendo os grandes clássicos catarinenses e da cidade – sabe-se que não há recursos financeiros... e na atual situação a cidade não comporta duas equipes.


José Ayone da Luz, popular Ayone

 José Ayone da Luz-Ayone

O entrevistado desta semana é o ex-atleta JOSÉ AYONE DA LUZ: Filho do saudoso Augusto da Luz e Jandira da Luz




 Como foi a sua infância?
Como todas as outras crianças, ou seja, com muito sacrifício, porém , com muita saúde.

Sonho de criança?
Jogar futebol no Clube de Regatas do Flamengo, Rio de Janeiro.
http://www.brusque.sc.gov.br/enciclopedia/skins/common/images/magnify-clip.png
Como foi a sua juventude? C
Como a infância, com muito sacrifício, pois estudava, trabalhava e jogava futebol

Pessoas que influenciaram?
Meus pais.

Formação escolar?
Inicialmente, o Primário no G.E. Feliciano Pires, o Ginasial no C. Carlos Renaux, o Contador, no Colégio São Luiz e finalmente, Direito, na antiga Fepevi, atualmente Univali.

Lembra da primeira professora?
Dona Ilna Neves... foi uma grande Professora.

Equipes em que atuou?
Atuei no C. A. Carlos Renaux, no C. E. Paysandú, Tupi A. C de Gaspar, Cruz e Souza, de Benedito Novo e Sete de Setembro, de Ascura.

Posição em que atuava?
Ponteiro esquerdo.

Títulos obtidos?
Campeão Amador pelo Sete de Setembro de Ascurra.

Uma vitória memorável?
No clássico entre Carlos Renaux e Paysandu – atuando pelo Paysandu. Vencemos , apesar de nossa equipe ser formada por jogadores da categoria juvenil.

Uma derrota que ficou atravessada?
Num clássico entre as mesmas equipes, jogando desta vez, pelo C. A. Carlos Renaux.

Um gol inesquecível ?
Dos poucos gols que fiz, o mais importante foi contra o Palmeiras F.C., de Blumenau; fiz um gol do meio do campo no goleiro Jorge.

Grandes atletas?
Nego Kuhnn, Julinho Hildebrandt, Valdir Appel, o Chiquinho, Edson Cardoso, Pereirinha, todos do Paysandú; Valério, Flázio, Carlinhos Wehmuth, Kussi, Bianchini, Chelo, Dino e outros que no momento não lembro – isto no futebol de campo. Já no futebol de salão: Nego Muller, Ivo Mário Visconti, Adilson Gamba, Odilson Barni, M. Zink, Serpa – atuava pela Souza Cruz, o melhor pivô de futebol de salão de Brusque, Juarez Piva, Luiz Carlos Groh –Finóca, Luiz Carlos Ristow, Ademir Visconti, Dormício de Souza, entre outros.

Grandes dirigentes?
Entre outros, destacaria: Walter Aichinger (Bilo), Nilo Debrassi, Cidinho Bauer, Darci Pruner

Grandes árbitros?
Otávio Bolognini, Damo Bozzano e o folclórico Oci de Souza (o mãozinha)

Por que o futebol amador perdeu o charme, a graça?
Primeiramente, a falta de interesse, má organização e pouca estrutura. Principalmente, no futebol de salão de nossa cidade, onde os homens que presidiram a CME não gostava desse esporte, tendo atenção, tão somente, a outros esportes, como: vôlei, basquete, tênis, natação e outros.


Por que foi residir no litoral?
Fui residir em Itapema – Meia Praia, porque gosto, inclusive já estou há dez anos , onde 


Ayone e Ivo Mário Visconti 





Saul Pedro Sestrem, popular Garrincha






Saul Pedro Sestrem - Garrincha

O entrevistado desta semana é o ex-atleta SAUL PEDRO SESTREM, popular GARRINCHA: Filho de Pedro Felipe e Maria Kammers Sestrem, nascido em Major Gercino aos 30.08.35





Fale de sua carreira no futebol
Nasci em Major Gercino e com seis anos meu pai veio para Brusque, ali na rua Tiradentes, quer dizer tinha o Paysandu bem próximo. Aos 12 e 13 anos, atuava nos infantis do esmeraldino. Depois atuei nos juvenis e nos aspirantes do verde e branco. Ressalte-se, que os aspirantes do Paysandu, naquela época tinha um timaço. Em 59, fomos emprestados ao bugre da General Osório – eu e o Di Bork. Depois, retornamos eu e ele aos titulares do Payandu. Levantamos a Taça Centenário de Brusque, com três resultados positivos contra o tricolor brusquense: 5 x 2, 4 x1, e 1 x 1. Um ano após casar com Herta, abandonei o futebol.

Grandes atletas no Guarani?
  Entre outros, destacaria: Di Bork, Miro Pires, Orides Schwatz e Herbert Heil.

E no Paysandu?
Entre tantos: Nego Kuhn, Di Bork, Julinho Hildebrandt, Bóssinha (in memoriam0 e Nelsinho Imhof.

Grandes dirigentes?
Os saudosos Arthur –Polaco – Jacowicz e Francisco R. Dal’Igna.

Grandes treinadores?
Os também saudosos Pimentel e Manguilhotti.

Gol inesquecível?
Foi na partida do Centenário de Brusque, à noite, defendendo o Paysandu, em que vencemos o Carlos Renaux por 5 x 2, oportunidade em que fiz um gol: entrei pela direita e, com o lado do pé coloquei nos fundos da rede do Mosimann.

Vitória memorável?
Foi a vitória de 2 x 1, em 1956, sobre o América, lá em Joinville, mesmo estando na suplência, vibramos como nunca.

Fatos marcantes em sua vida e na carreira?
O nascimento de meus filhos e netos; o casamento dos filhos Alencar e Maristela; ter encontrado a Herta, minha companheira de tantos anos; a vitória por 2 x 1, contra o América, em Joinville, quando fui de carona com o Polaco e fiquei na suplência daquele timaço do Paysandu, com gols de Nilo Boing (in memoriam) e Julinho Hildebrandt; ter assistido a vitória do Carlos Renaux, por 3 x2, na decisão de 53, em Joinville, contra o América, oportunidade em que o Renaux sagrou-se campeão estadual, gols anotado por Petruscky, Aderbal e Otávio Bolognini; ter integrado a grande equipe juvenil do Paysandu, idos de 52/53, com Nego Morelli, Nego Kuhn, Ademar Maffezzolli (in memoriam) e com os arqueiros: Airton Neves e Geroldo Zanon; o Bi que levantamos na Liga Blumenauense, com os aspirantes do Paysandu, com a seguinte formação: Zanon, Nilo Debrassi, Dionísio Debrassi (in memoriam), Nego Kuhn, Nelo Debrassi, Ingo Appel ( Klapoth) e a linha de frente com Garrincha, Chico Sassi, Valdir Sardo, Godoberto e o saudoso Ademar Maffezzolli.



Valdomiro Pires, popular Miro Pires


 O entrevistado desta semana é o ex-atleta VALDOMIRO PIRES, popular Miro Pires, natural de Brusque, nascido aos 20.01.36; cônjuge: Marlene Bittelbrunn; quatro filhos: Sílvia, Aurélio, Murilo e César


.... e Dorival Machado




Como surgiu o Sete de Ouro?
A ideia foi de Edgar Mattiolli, quando estávamos num bar lá na rua São Pedro, de abrirmos uma garapeira, que culminou em abrirmos este bar, hoje Sete de Ouro.

Quando ocorreu a ideia?
Em agosto de 97... começou com alguns pedidos para afixar fotos na parede do bar.

Houve alguma intenção em especial?
A finalidade maior foi de dispor de um lugar tranquilo, onde o pessoal poderia desfrutar de momentos de lazer.

Como surgiu o nome Sete de Ouro?
O nome foi dado por mim, devido aos 7 amigos, vindo a ideia do Sete de Ouro, o que foi aceito pelos companheiros, registre-se, sem qualquer contestação.


Quais foram os sete amigos que originou o Sete de Ouro?
Edgar Mattiolli, Gaspar Eli Severino, Dejair e Dorival Machado, Mário Montibeller, Saulo Tavares, Arno Pires e depois integrou o grupo também o Valdomiro Pires, o popular Miro Pires.


Qual o critério para afixa as fotos, reportagens...?
 Esportes, cinema, fatos relevantes da história de Brusque... veja Carlos Galhardo, Roland Renaux, o saudoso Néco Heil com 19 anos, Esnel junto com Pelé.

Fatos marcantes no Sete de Ouro?
Na noite em que o Zéca Zen faleceu , esteve aqui esperando o Saulo até as 23,30 horas, ai foi embora e deixou um vidro de cebolinha para o Saulo, dizendo que iria embora que estava cansado de esperá-lo. Inclusive, escreveu na base de um copo:” lembrança do amigo Zéca Zen”. Outro fato sugerido pelo Saulo: Um quadro de Nelson Gonçalves onde se lê: “todo mundo diz que sou um cantor cafona, mas e sou o cantor do quarto uísque. Estou cansado de ir à festa granfina” Mais um: Uma estrofe do Padre Chico – que cada vez que chega do Mato Grosso vem aqui e, daqui já liga para o Saulo , que já coloca alguma coisa em homenagem ao grande Padre Chico (no programa do Saulo na Rádio). Outro fato: As quatro doenças que matam os alemães: 1. Tia Réia, 2, Tia Péti, 3, Oma Róita e 4, Opa Tite.

Qual o maior craque do C A Carlos Renaux?
O Orival Bolognini, o popular Bolô

E do Paysandu?
Heinz Appel.

Como foi sua passagem no futebol?
Atuei sempre pelo Guarani e certa feita fiz teste no Paysandu, na época em que o treinador era o Hélio Pimentel: cheguei para treinar, por indicação do Heinz Appel. No primeiro treino, o Hélio chegou e disse: “tire as chuteiras e amarre direito!”, retruquei: Mas, está amarrada corretamente, “tire as chuteiras e amarre direito!”, repetiu Hélio. Dei meia volta e fiz sinal de adeus ao Heinz Appel, que estava acompanhando o treino e fui embora. Uma outra passagem que lembro é que fui o único atleta na história da liga de futebol que marcou três gols em cobrança de falta, em uma única partida e, pior contra o Paysandu. Resultado daquela partida 5 x 5. O Saulo - que acompanhava a matéria - emendou: “O Miro foi o maior batedor de pênalti no futebol brusquense.”.

Algum fato marcante relacionado ao clássico da cidade?
Eu, um paysanduano da gema, meu pai um paysanduano doente, o mano Arno, também e como trabalhava com o tio Felipe Pires – num café que ficava ao lado do antigo Coliseu – e atleticano roxo, tive que torcer num clássico pelo Carlos Renaux.