sábado, 23 de maio de 2020

Fabiano Appel


O entrevistado desta semana é Fabiano Appel, filho de Adalberto Appel e de Ivani Krieger Appel, nascido aos 04 de outubro de 1975; companheira: Letícia Müller Appel, filho: Davi Appel. Torce para o Brusque  F.C. e, para os times de Santa Catarina quando jogam contra equipes de outras cidades/Estados


                                           Nosso entrevistado Fabiano exibindo o troféu 


Como surgiu o futebol em sua trajetória?
Surgiu - no futebol - quando criança no Paysandú, por morar ali do lado; comecei no dente de leite com saudoso Afonso, depois de alguns anos surgiu o Brusque tendo ido somente jogar no juvenil e juniores, não se treinava antigamente, somente, então em 1996, fazendo bons jogos fui convidado pra jogar no profissional, eu trabalhava na Maffe Sport do ex-jogador Márcio Maffezzolli convidou, então pedi a conta e fui jogar.

Em que equipes atuou?
Iniciei em  1996 no Brusque; em 1997, fui defender as cores do  Marcílio Dias, sendo que ainda em 1997 retornei ao Brusque, tendo no segundo semestre sido campeão da segunda divisão; em 1998 permaneci no Brusque - campanha fantástica terminando em terceiro lugar na primeira divisão, sendo que no segundo semestre fui para o Fluminense (RJ); Em 1999 atuei no  Avaí, no  Brusque e Rio Branco Paranaguá (PR); em 2000 – no Rio Branco e no Brusque; em 2001 no Rio Branco e no Metropolitano (Blumenau); em 2002 no Ibirama e Metropolitano; em 2003 - Metropolitano e em 2004 no C.A. Carlos Renaux

Fale sobre sua passagem pelo Fluminense
Quem me levou foi o saudoso Rubens Fachini, após ter sido eleito o melhor goleiro de 1998 e revelação do campeonato. Foi um ano complicado nas Laranjeiras: vários treinadores, Delei ex- jogador do clube depois veio Sérgio Cosme; com um plantel com mais de 60 jogadores; nem se treinava tudo junto; muito desorganizado, inclusive com 10 meses de salários atrasados; eu permaneci lá por 6 meses, quando fomos convidados a se retirar no hotel aonde morávamos - Hotel Paysandu, na rua Paysandu, na praia do Flamengo .... aí pedi pra vir embora porquanto teria que morar em Xerem, local em que fica as categorias de base do clube!

Posição em que atuava?
Goleiro

Chegaste a atuar com a camisa do tricolor das laranjeiras?
Joguei a Copa Rio de 1998, O campeonato brasileiro não

É o segundo turno do carioca?
Não.  Segundo semestre, após carioca, como se fosse uma copa Santa Catarina aqui 

Uma escalação com Fabiano no gol do tricolor carioca?
Lembro da escalação numa partida contra o Bonsucesso, realizada no estádio Teixeira de Castro: :Fabiano, Flávio, César, Emerson, Adriano,.  Roberto Brum, Jorge Luiz, Bruno Reis, Roger, Cstro e Marco Brito. A partida foi apitada pelo árbitro Ubiraci Damásio

Grandes atletas no tricolor carioca com quem atuou?
O principais jogadores foi no Fluminense: Branco, Nonato, o goleiro  Ronaldo (ex-corínthians Paulista)e o atacante Roni

Vitória memorável?
Vitória que me lembro mais emocionante foi contra Figueirense em Florianópolis por 4x2 em 1998  

Derrota que ficou atravessada?
Pior derrota foi na prorrogação contra Avaí no último minuto em 1998 que nos levaria pra final do primeiro turno! Gol foi aos 15 segundo tempo da prorrogação

Grandes dirigentes?
Dirigente que gostava era o Caloca como Diretor de futebol do Brusque e, na atualidade, em Santa Catarina o André Rezini é o melhor que existe pelo conhecimento dele

Grandes árbitros?
Clésio Moreira o Margarida e Salmo Bozzano

Uma das melhores defesas que fez?
Defesas foram várias , cito uma feita contra Paraná clube, quando o Jornal O LANCE me deu nota 9 – valendo registrar  que era muito difícil em aplicar para alguém – foi na partida entre  Rio Branco (Paranaguá) x Paraná Clube, nos idos de 2000 pelo Campeonato Paranaense
E a Cidade Maravilhosa?
Rio de Janeiro, uma cidade fantástica, jogar em time grande um sonho, todavia talvez tenha ido na hora errada, quando sai entrou a Unimed colocando tudo em dia, e mais chegou o Parreira como treinador. 





Fabiano com o filho Davi



Fabiano e Rafinha


Romário e Fabiano































quarta-feira, 20 de maio de 2020

Adilson Martins


Adilson Martins

ADILSON MARTINS: Filho de Henrique Martins e Maurília Maria Martins; natural de Brusque, nascido aos 12 de outubro de 1954. São em quatro irmãos: Acires , Alcinéia, Arlete e Adilson. Cônjuge: Maura Gallassini Martins; duas filhas: Tássia e Danusa. Torce para o Santos e Bangu.

Por que foi criada AFAB - Associação de Futebol Amador de Brusque, se existe a LDB ?


Nosso entrevistado    com a esposa Maura

Foi criada vez que naquela oportunidade – final da década de 70 e início de 1980, a LDB –Liga Desportiva Brusquense, era muito mal administrada e as pessoas que gostavam do esporte, tiveram que fundar outra associação.

Quando foi fundada?


Por iniciativas de quem?
Paulino M. Coelho, eu, Nelson Klabunde e outros desportistas.

Quem dirigiu a AFAB ?
Este questionamento resta prejudicado, vez que os documentos originais foram levados para a casa do Evilásio - lá na Volta Grande – o que lembro que mais dirigiram foram: Paulino M. Coelho, Nelson Klabunde, eu presidi durante seis anos, e outros.

Que eventos foram promovidos e realizados: torneios, campeonatos...?
A AFAB realizou 14 campeonatos e muitos torneios.

Que equipes venceram cada uma dessas promoções?
A Credivappe 07 vezes ( 83,86,87,88,89,90 e 94); Paulino Coelho 03vezes; 10 de Junho em 84 e ainda o Santos Dumont e o Ferroviário.

Por que deixou de existir?
Em 1993 para 1994, assumiu a AFAB, o Evilásio Luiz de Souza e Silva, que simplesmente por sua livre e espontânea vontade, deu fim a toda documentação da AFAB, desde 1980 até após o campeonato de 1994.

O que é preciso para manter o futebol amador em Brusque, já que observa-se a cada ano um número menor de equipes participando da Liga?
Desde a parada da AFAB, o futebol amador de Brusque perdeu sua força, pois os clubes a começar pelas equipes de Guabiruba, começaram a pagar jogadores, o que tornou o futebol amador deficitário. Hoje, temos uma Liga na mão de apenas uma pessoa – Adilson Schmitz, e quando começa um campeonato já se sabe o campeão ou às vezes, as duas equipes em condições de disputar o título, motivo pelo qual, perdeu a graça e o interesse pelo esporte amador de Brusque.

O que você diria do retorno do Renaux e Paysandu?
No momento atual, a cidade de Brusque, não comporta o retorno das duas equipes, em virtude dos altos custos para mantê-las e pela falta de auxílio das pessoas que poderiam ajudar.










Adilson com Ronaldo Teixeira





terça-feira, 19 de maio de 2020

Célio Sdregotti, popular Celóca


O entrevistado desta semana é Célio Sdregotti (popular Celóca), nascido em Brusque aos  10 de novembro de 1951;  cônjuge: Odete Lussoli Sdregotti; três filhas: Graciela, Patrícia e Amanda. Torce para o  Brusque, Botafogo e Santos



Atuou em que esquipes
 Sete de Setembro  (Zantão)

Posição em que atuava?
Atuava como Centroavante (camisa 9).

Grandes atletas na época
Nilton Ristow, conhecido como Nica, Osmar Ristow, popular Nene,  Merico,  Marcola, Orides Azevedo, popular Pelé, Henrique Heckert e muitos outros

Vitória inesquecível
Santa Luzia no campo deles 3x0 Para Sete de Setembro (Fiz os 3 gols)

Derrota que ficou atravessada
Foi a perda do titulo amador no Estádio Augusto Bauer para o Cedrense

Gol memorável que anotou
Foi o gol anotado na partida de entrega de faixas ao  Sete Campeão Amador no jogo contra o Paysandu (Misto), quando vencemos por  2x1  

Grandes dirigentes
Destacaria: Arnoldo Ristow, Vilimar Schanke, Bartolomeu Siegel, Paulinho Coelho entre  outros.

Quais equipes havia na época
O Futebol Amador na época era muito forte, tinha vários times e de qualidades (Como Santa Luzia , Sete, Paquetá, Cedrense, América, Casa Avenida e outros.      

Grandes árbitros
Tinha vários árbitros ..., mas os irmãos Bigorrilho , Edevaldo Coelho, e muitos outros.

Por que o futebol amador perdeu a graça?
Falta de incentivo, líderes de bairros  que se dedicavam ao esporte de graça, com a vinda da TV jogos diretos , enfim uma série de fatores

Como escalarias uma seleção naquela época no futebol amador
Seleção? Me arrisco: Merico, Erlito Farias, Mogi, Laurindo, Marcola, Pelé, Nica, Serginho, Valdirzinho, Osmar, Moacir, Saliva, Henrique Echert, Nicola e tantos outros.


O que faz Célio atualmente?
Administro um Fundo de Investimento de São Paulo, com filial em Brusque há 13 anos e estou aposentado


Celóca com a jaqueta do Sete de Setembro ao levantar o título do campeonato municipal,  idos de 71, no estádio do Zantão, em vitória contra o América (do Steffenn) pelo placar de 3 x 0 

Ilton Appel , Erlito, Valdirzinho, Pelé, Caracas, Paulinho, Celóca, Ti Fuzon, Ivo (irmão de Caracas), Marcola, Nica, Norival, Laurindo e o treinador Hélio Severino


                                                           com a esposa Odete


P.;S
Agradeço a oportunidade, especialmente ao Luiz; grande goleiro do Sete de Setembro (Zanão) e meu companheiro também, para outras pessoas conhecerem a minha história, fico imensamente agradecido. Grande abraço.
  Célio Sdregotti, conhecido como Celóca

sábado, 16 de maio de 2020

Joel Mendes Jr


JOEL MENDES JÚNIOR

O entrevistado desta semana é  Joel Mendes Júnior, nascido em Brusque, aos 14 de abril de 1989; dois filhos: Giuseppe e Giorgio; torce pelo sucesso de todas as equipes que todas consigam sobreviver, que todas  consigam  ter seus patrocinadores, consigam  ser felizes correndo de automóvel ou caminhão , vivendo do automobilismo que hoje está bem difícil.

 
 Os irmãos Caio Mendes e Joel Mendes Júnior

JOEL MENDES JÚNIOR
O entrevistado desta semana é  Joel Mendes Júnior, nascido em Brusque, aos 14 de abril de 1989; dois filhos: Giuseppe e Giorgio; torce pelo sucesso de todas as equipes que todas consigam sobreviver, que todas  consigam  ter seus patrocinadores, consigam  ser felizes correndo de automóvel ou caminhão , vivendo do automobilismo que hoje está bem difícil.


Como surgiu o Kart em sua trajetória?
Comecei na minha carreira nos idos de final de 94 para 95, iniciei na Beira-Rio andando em rua e tal daí foi uma carreira foram; em um ano assim de muitas vitórias: bati em muitos recordes e vencI campeonatos regionais estaduais e até nacionais fui recordista de vitórias e pole positions na categoria que ocorria quando criança

O auge Kart?
1998 foi meu auge nessa categoria: corri seis campeonatos no ano e vencI cinco nesse. Fui piloto de uma marca de chassis e tinha um patrocínio muito muito legal da Shell

Foi uma carreira em sequência?
Pelos idos de 2000 a gente resolveu vender a equipe e paramos de correr, contudo, em 2004 quando já estava parado por há anos  fui morar nos Estados Unidos (morrei lá em 2004, 2005 e em 2008) face um programa de intercâmbio e para minha surpresa as pessoas com quem fui morar eram proprietários de equipes de corridas ... uma grande coincidência...então aproveitei muito: participei dos testes de corridas em Kart no oval  - circuito oval – me acendendo, agora na adolescência tudo aquilo que eu tinha vivido na minha infância. 

O retorno transcorreu normalmente?
Decidido a voltar correr, todavia eu não tinha mais estrutura para correr, então levei mais três anos para competir de Kart, tendo, inclusive, participado das famosa 500 milhas, evento em que participam grandes pilotos da fórmula 1, fórmula Indi Nascar, entre outras categorias.

Algum patrocínio naquela época que facilitaram participações de destaque?
Participei i nessa época de corridas, pois não tinha Patrocínio, não tinha apoio e não tinha trabalho, pois eu era jovem e apenas estudava então eu resolvi escolher poucas corridas para competir, todavia corridas importantes, de grandes destaques no âmbito nacional e internacional, como ocorreu com  as 500 milhas que foi uma delas, quando meu desempenho  fui igual por igual contra Rubinho Barrichello,  Felipe Massa, entre outros como Pablo Montoya, Marco Andretti,  Antônio Pizzonia, Ricardo Zonta, entre grandes nomes Bruno Sena, Hélio Castro Neves, Tony kanaan , Nelsinho Piquet, Raul Boesel, entre inúmeros e grandes nomes.

Obteve boas colocações?
Como eu estava muito tempo sem competir tive que me preparar fisicamente e mentalmente para essa corrida; eu andava sempre entre os tops 10 e 5 nos treinos e eu tive a felicidade de liderar a corrida por 22 voltas, resultando no podium, vale ressaltar que apenas era o lugar-comum para o Rubinho, Nelsinho Piquet, Christian Fittipaldi e, na oportunidade obtive o quinto lugar nessa corrida com 12 horas de duração.

Como ocorria as cronometragens?
Era muito engraçado, pois nós tínhamos um sistema de telemetria que não é o que tem hoje em dia, mas na época era o que tinha de melhor: eu acompanhava o meus tempos no volante e também tinha um telão no final da reta, momento em que acompanhávamos o tempo dos adversários. Eu conseguia liderar a corrida, enquanto o Felipe Massa, Rubinho, entre outros estavam atrás de mim; conseguia ver que eu era tão rápido quanto eles, durante a corrida. Tenho registros - até hoje - em imagens com fotos mostrando que fui mais rápido que eles em algumas voltas durante as corridas ... isso é algo que me orgulho bastante

E a fórmula Truck?
Logo após isso eu conheci o Fogaça, quando anos depois recebi um informe de amizade, entre outras coisas uma oportunidade de correr na Ford pela equipe Ford satélite sem o apoio de fábrica na categoria Fórmula Truck.

Como foi o desempenho na estreia na fórmula truck?
Bom eu entrei na equipe de uma maneira muito repentina tendo sido avisado com apenas 4 dias de antecedência - que eu iria ser o piloto do caminhão - e a equipe estava sem Patrocínio, e o orçamento muito baixo em relação as outras equipes, implicando na minha estreia  - na fórmula truck  - de uma maneira, vez que  não consegui treinar fui direto para corrida praticamente porque eles montaram um caminhão 10 a 15 dias antes da corrida e  não ficou bem montado -  o motor - e eu não consegui participar dos treinos que eu ia para pista e o motor quebrava - aí tem que recolher para o box e trocar, então eu  nem classificação  consegui fazer fui direto para corrida e para a surpresa de todos eu era em último, contudo logo na primeira ou na segunda volta eu era mais rápido do que uns seis ou sete caminhões na minha frente. Eu estava muito rápido em relação alguns pilotos que já corriam e com isso, por falta de experiência, tive um caminhão que estourou a turbina e vazou óleo na pista e na oitava volta eu escorreguei no óleo e bate no caminhão

Alguém se manifestou a respeito?
E logo na minha primeira corrida o Fogaça não estava no local, ele estava em São Paulo e a corrida era em no Rio Grande do Sul ele me ligou e disse Rapaz você estava muito rápido e quando eu pensei que você estava muito rápido você bateu o caminhão risos.

Alguma dificuldade naquele ano?
Foi um ano muito complicado considerando o fator financeiro - baixo orçamento - da equipe, mesmo assim em algumas corridas tive um desempenho muito bom, inclusive o mais rápido de todos os caminhões Ford, como, por exemplo Tarumã, em que estava alguns segundos mais rápido que meus companheiros de equipe; lamento que eu sofri uma acidente em Tarumã nos treinos em Campo Grande. Quando estava para terminar a corrida  - seria um dos primeiros  pilotos mais novo a subir no pódio da Fórmula Truck  em tão pouco tempo -  e, infelizmente quebrei o caminhão faltando duas voltas para o final foi quebra de câmbio,

Alguma curiosidade?
Um negócio bacana de contar é que meu companheiro de equipe no caminhão Ford era Geraldo, o filho do Nelson Piquet – o Tricampeão mundial - fomos companheiros de equipe, e para treinar íamos juntos e tivemos uma relação muito boa e algumas histórias para contar:
Nesse meio tempo entre forma truckar de Idas e vindas, também estive em Indianópolis, tentando uma conversa com uma equipe para tentar correr de Fórmula Indy, isso lá pelos idos de 2013

Na sequência?
O ano na Ford  não foi bom em relação a resultados finais, entretanto pude mostrar o quanto era rápido na categoria, demonstrando respeito e os pilotos passaram me respeitar bastante – virei,  também, os produtos mais populares na época Porcino ovo tem um visual parecido com o do Elvis Presley por causa das costeletas e ganhe grandes amigos por lá e até hoje volte meia me ligam ou conversa comigo vê se eu não quero voltar para o caminhões

Depois eu fui em outro ano foi muito legal, pois  tive oportunidade de pilotar com o caminhão Scania guia e também com o Mercedes, pela equipe da fórmula truck, por duas corridas. Com a Scaniia participei da negociação da equipe, e por isso  ganhei a possibilidade de correr nela;  fiz a intermediação da venda da equipe tendo conhecido grandes pessoas, inclusive o sr Pedro Muffato, dono do caminhão. O caminhão foi comprado pelo Luiz Renato Years – diga-se  os caminhões vieram muito bons e logo nas primeiras corridas eu já na me classificava entre os 5 primeiros da categoria, valendo ressalta que  logo na minha primeira corrida, com caminhão, fui terceiro no Uruguai e na segunda corrida em Campo Grande eu estava entre os quatro primeiros, inclusive já tinha ultrapassado Roberval Andrade, que era bi campeão da categoria, e vinha bem, mas novamente tive uma quebra nesse caminhão e não consegui concluir a corrida.

E o acerto do caminhão?
Daí para frente tivemos  um caminhão bom e evolução e e eu gostava muito de mexer no acerto de divergência de convergência do caminhão do meu estilo de pilotar e eu consegui fazer o caminhão ser um pouco mais rápido de quando  estava em outras mãos, mas passamos numa fase ruim de Patrocínio e não conseguimos trocar todas as peças necessárias para fazer as corridas corretamente e daí para frente não conseguimos bons resultados devido à falta de dinheiro

O que foi marcante na sua participação na fórmula truck?
O que mais ficou marcado na minha passagem pela fórmula truck foi que eu fiz uma vez uma ultrapassagem em dois pilotos numa curva por fora em que o meu caminhão estava com o câmbio em ponto morto devido a um problema de superaquecimento no motor eu tirava eu tirava a força do motor para tentar refrigerar pois a o autódromo de Londrina era descidas e subidas e enquanto descíamos na reta e em outras partes do circuito eu deixava o câmbio em ponto morto e assim conseguir acabar aquela corrida em nono lugar

Finalizando
Bom Depois de dois anos com ele na fórmula truck e eu tinha uma infraestrutura legal, uma das melhores da categoria e mesmo assim a gente não estava conseguindo captar patrocínio e, por razões financeiras, não quis correr no ano seguinte e decidi dar muito mais atenção aos meus negócios nas minhas clínicas dentárias, atualmente sou cirurgião implantodontista e atuo na área com excelência na região de Brusque e Guabiruba-  Marketing








                         
 Terceiro colocado em corrida realizada no Uruguai - em   Heliton Serino,  Paulo Saluciano, Joel Mendes Jr., Witold Ramasauskas e um uruguaio (não lembra o nome)


                                         
                 




                                                   Júnior com o filho de Nelson Piquet
                                                    em almoço no intervalo dos treinos

João Roberto Beuting


JOÃO ROBERTO BEUTING


O entrevistado desta semana é João Roberto Beuting, nascido em Brusque SC aos 06 de setembro de 1957; cônjuge: Brigitte Burger Beuting; filhos: Bruno (34anos) e  Marina  (27 anos). Torce para o Brusque Futebol Clube e Vasco da Gama.


>Como surgiu o apelido João Geladeira?
Geladeira, veio do meu irmão mais velho Beto Paidin. O Beto sofria de pianço, e ele corria de cavalo para o Dr Francisco Dall `Igna, popular Dr Chico da Linha, era um ótimo médico que morava em Brusque e tinha cavalos de corrida, esse Dr Chico chegou a ser Vice Governador de SC, mais caçaram o mandato dele, e ele foi embora pra Porto Alegre,. E o Cação/Darci era muito conhecido da nossa família, porque ele morava perto posto de saúde ali no SESI;  a nossa família tinha muitos cavalos e o pai soltava a noite lá no antigo pasto dos Maluche.
E o Beto meu irmão sempre quando criança adolescente andava vestido de blusa de lã, isso era mandado pela minha querida mãe, porque ele sofria de pianço...OLHA,  isso tudo estou falando, Mas tínhamos que ficar alguns dias pra contar essa linda história...

> Como surgiu o esporte em sua trajetória?
Aos 11 anos de idade, o Darci Ramos (cação) técnico das categorias de base do Paysandú me convidou e fui jogar no Paysandú, Joguei no Infantil/juvenil e joguei no profissional por dois anos defendendo o Paysandú no campeonato Catarinense, aos 23 anos de idade parei de jogar no Paysandú e fui jogar no amador de Brusque joguei por 2 anos no Guarani futebol clube de Brusque ... sempre no futebol de campo... e aos 25 pendurei as chuteiras



            Campeonato da Liga de Futebol de Salão de Brusque - acredita que foi início da década de 80
 Primeiro ano em que o Guarani  disputou no futebol de salão e já levantou o canéco


> Posição em que atuava?
Comecei na Lateral esquerda e depois joguei de quarto zagueiro 

> Por que parou tão cedo de atuar no futebol de campo? (25 anos)
Tive que trabalhar muito cedo, pra dar conta da minha família casei com 24 anos, e fui cuidar da minha família...

> E ao parar o futebol de campo?
Aos 25 anos parei de jogar futebol de campo e continuei a jogar futebol de salão por muitos anos até meus 32 anos

> Qual participação foi marcante?
Foi nos anos de Profissional do Paysandu, conheci vários jogadores e fiz grandes amigos até hoje.

> Qual achou que não foi como esperava?
O Futebol me trouxe muitas alegrias, Todos os momentos no futebol foram ótimos

> Grandes nomes no esporte em anos Brusque?
Pra mim o Kussi meio campista do Renaux e Paysandú era um craque... e vi muito pouco mas meu pai falava muito do Julinho Hillebrandt também um craque...

> Como vê o desempenho da atual diretoria do Brusque? O Brusque está no caminho certo?
A Diretoria do Brusque está no caminho certo, estive junto com eles por 8 anos, como Presidente do Bruscão, por 5 anos e 2 anos como diretor de Futebol e 1 ano como Diretor de Patrimônio 2002 até 2007 estive junto na Diretoria, conseguimos segurar com muitas dificuldades todos os problemas e acerto...hoje com muito orgulho o Carlos Diretor de Futebol do Bruscão foi uma pessoa que entrou no profissional e continua até hoje fazendo ótimo trabalho no Bruscão..

> Grandes dirigentes?

Todo o Grupo de Diretores que hoje que dirige o Bruscão (o Bruscão é tocado por um grupo de pessoas. E todos estão no mesmo nível...

>  Como deveria ser encaminhada as finais do catarinão 2020?
Eu acredito que, em junho o Governador libera os jogos do campeonato Catarinense, e o Brusque Vai buscar com todas as forças o segundo campeonato Catarinense e como sempre fazendo uma ótima apresentação e levando o nome da nossa cidade e de toda à região para todo o Brasil.






sexta-feira, 15 de maio de 2020

Agenor Cipriano


AGENOR CIPRIANO

o entrevistado desta semana é Agenor Cipriano, filho de João Ernesto e Maria Caetano Cipriano; natural de Brusque, nascido aos 20.07.65. São em 7 irmãos: Ernesto, Jandira, Vilson, Valcir, Arno Roseno e Agenor. Cônjuge: Alexsandra Regina da Silva; quatro filhos: Leonardo, Tatiani, Eduardo e João Luiz. Torce pelo C.A. Carlos Renaux, Santos e Flamengo.





Equipes em que atuou?
Iniciei aos 16 anos no infanto-juvenil do C.A Carlos Renaux, depois passei a atuar nos juvenis, júnior, suplente da equipe titular; como a enchente de 84, acabou com tudo, fui para a Associação Buettne, tendo disputado o campeonato da Liga e o estadual de amadores; atuei em seguida, em diversas equipes , uma temporada: no Guarani – o bugre da General Osório, no 10 de Junho de Guabiruba, no América F.C (Steffen); duas temporadas no Santos Dumont e Abresc (Águas Claras), e mais uma temporada no Brasília (Santa Rita), novamente no 10 de Junho, no Asa Branca de Apiúna, no expressinho do Blumenau, tendo sido campeão da Copa RBS, e ainda no Ferroviário (Rua São Pedro) e Cedrense, em 91, no Brusque.

Com a jaqueta do Brusque, disputou algum campeonato?
Sim, Estadual da Primeira Divisão em 1991.

Posição em que atuava?
Zagueiro central.

Gol inesquecível?
Foi o gol da vitória contra o Criciúma por 2 x 1, registre-se pelo campeonato estadual.

Uma vitória marcante?
Foi o jogo mencionado acima contra o Criciúma, que tinha um timaço, treinado por Luiz Felipe Scolari, equipe que sagrou-se campeã da Copa Brasil, tendo inclusive participado das Libertadores.

Uma derrota que ficou atravessada?
Foi contra o Chapecoense, em que perdemos por 3 x 2. Incrível como perdemos oportunidades  de gols naquela partida realizada.

Grandes atletas com quem atuou?
Entre outros, citaria;  Whashington, Clésio, Claudecir, Danival, Binho.

Grande treinador?
Veiga, no Brusque

Grande Dirigente?
Jorge Bianchini.

Grandes árbitros?
Aparecido Elias de Brito e Dalmo Bozzano.

Por que o futebol amador não tem mais o apelo que tinha?
O problema maior foi que as equipes começaram a pagar atletas e com isso o campeonato deixou de ser amador; ai foi se acabando, vez que as equipes não poderiam suportar tal carga financeira.

Brusque poderia ser representada por uma, duas ou três equipes?
Acho que Brusque poderia ser representada pelas três equipes, desde que fossem estruturadas, com escolinha; acredito que o caminho é ainda a divisão de base. A equipe que não tem base não subsiste, a equipe fica inflacionada.

C.A Carlos Renaux, idos de 84 




Em pé: Jair (supervisor), Sílvio Teodoro da Costa, Mafra, Leandro Galistky, Gilmar (popular Aranha),  e Mário Augusto
Agachados: Valdemar Pinotti,  Gilmar Vilamoski, Amarildo (popular Bico Fino),  João Panka, Marquinhos de Avis e Ze Agenor




Matéria publicada em A VOZ DE BRUSQUE, em 25 de março de 2006



sexta-feira, 1 de maio de 2020

JUCA





JOSÉ PEIXER, popular JUCA

O entrevistado desta semana é  José Peixer, conhecido como Juca; nascido em Brusque aos 02 de dezembro de 1962. Cônjuge: Débora; duas filhas: Bárbara e Francini. Torce para o C.A. Carlos Renaux, Palmeiras e Botofogo (Alvinegro carioca). Quando parou o futebol, nos idos de 90, cursou Administração (Febe/Furb). 

     Juca, Nivaldo Macedo (in memoriam) e Osvaldo Montibeller
      campeões pela Schlosser

Como surgiu o futebol em sua trajetória?
O futebol surgiu primeiro no campinho na minha rua e na escola.

Em que equipes atuou?
Meu primeiro campeonato foi aos 8 anos pelo time do Flamenguinho do Sr Zelino Lopes e, depois no Corinthians do sr Onildo, no campo do Padre João, ao lado da Igreja Santa Terezinha ahoje pátio da Polícia Militar). Depois no Clube Atlético Paulistinha do Sr Sebastião Fonseca, sendo que íamos jogar em Dom Joaquim, Aguas Negras, Centro, Ouro, Ourinho em Botuverá, na cabine de um caminhão Alfa Romeu, veículo este utilizado para carregar pedras.

No Primeiro campeonato infantil Municipal joguei com o Palmeirinhas (do Neguinho Chaves), aos 12 anos, tendo no ano seguinte ido para as categorias de base do C.A. Carlos Renaux, no segundo ano, em 1976, fui dispensado, quando fui para o C.E. Paysandu, quando ficamos campeão infantil, ressaltando-se que jogávamos descalços.

Usei pela primeira vez chuteiras aos 14 anos, num clássico festivo na cidade de Botuverá, entre C.A. Carlos Renaux e C.E. Paysandu

Após deixar o profissional do Clube Atlético Carlos Renaux, continuei no futsal até 1988, e  atuei em duas equipes amadoras, a saber: em 1989 atuei  no Santos Dumont, quando conseguimos ficar vice-campeões, perdendo a final por 1 x 0 para a equipe do 10 de junho e, em 1990 vesti também a jaqueta do Santa Luzia.

Houve alguma fato curioso ... foi a oportunidade de vingança pela dispensa do tricolor brusquense?
Sempre ia o profissional ou os juvenis do Paysandu, como as duas equipes não conseguiram participar naquela oportunidade, fomos com os infantis. Fiz dois gols, um na cobrança de falta e um de cabeça, tendo vencido por 2 x 1, e eu fui a forra por ter sido dispensado do Renaux.

Só futebol de campo?
Na oportunidade surgiu o futsal na minha trajetória. Atuei na equipe do Mercado Ristow, num campeonato realizado na quadra de chão batido do Caça e Tiro Araújo Brusque. Aos 15 anos iniciei na equipe da A.A. Schlosser, tendo permanecido por 12 anos. Aos 16 já entrei para a Seleção da C.M.E. de Brusque sendo convocado para as eliminatórias dos JASC.

O retorno ao doce lar?
Estava atuando no futebol Amador com a jaqueta da Schlosser, quando fui convidado pelo Treinador Almir Coutinho o que me levou a voltar a usar a camisa do C.A. Carlos Renaux, retornando, inicialmente para jogar nos juvenis, tendo sido nos idos de 1982 indicado por ele ao Coral para ingressar na equipe profissional, permanecendo por 2 anos, sempre como centroavante.

No Profissional:
A primeira atuação como profissional foi contra o Figueirense, como a equipe juvenil estava saindo do jogo da preliminar e me desejaram boa sorte, e eu que deveria atuar  na equipe profissional - brincando - falei para eles que quando faltasse 20 minutos para acabar que gritassem meu nome e, realmente,  quando estávamos perdendo por 2 tentos a zero, começaram a gritar Juca... Juca, endossados pelos torcedores da arquibancada que também começaram a gritar meu nome foi quando o Coral mandou eu entrar -por pressão da torcida. Não fiz gol, mas dei três passes de campo a dentro... recebi a bola, dei um drible à la Zico tão desconcertante no Vanusa fazendo a torcida subir no alambrado.... valendo o ingresso. 
Em grande parte fui reserva do Alencar (que atuou no Botafogo) e do Rondinaldo (que veio do colorado do Paraná e daqui foi para o Palmeiras de São Paulo) ... vale registrar que o Rodinaldo era bom nas bolas pelo chão e ruim nas altas  e o Alencar nas bolas pelo alto era bom e nas pelo chão era ruim...
Um fator interessante foi quando Rodinaldo foi embora disse: sabes por que  tínhamos medo de ti?
" É que você joga bem tanto nas bolas pelo chão como nas altas".

A última formação do  C.A.Carlos Renaux, como profissional, idos de 1983?
 Ronaldo e Dilon, Lico, Ricardo Hoffmann, Moura e Rota e Anésio Cassaniga reserva, Júnior, Valmorzinho, Zéca, reserva Niltinho e Gilmar Vilamosky, o uruguaio Borges, Alencar, Oliveira, reservas Ricardo Reis e Juca. O treinador e preparador físico era o Coral; massagista era o Mário Vinotti, roupeiros Estel e a Dona Mariazinha Vinotti. A equipe tinha um único jogo de camisas: Branco com uma listra azul e vermelho no ombro.

Vitória Memorável?
Foi a vitória por 1 x 0, no jogo da classificação para o octogonal contra o Palmeiras, em jogo realizado em Blumenau , com o gol anotado pelo Uruguaio Borges.

Derrota que ficou atravessada?
O primeiro jogo das oitavas realizado em Chapecó, a vitória era contada como certa, mas o goleiro reserva insistiu em atuar, acabamos perdendo por 3 x 0 e foi nítida a falta de ritmo de jogo do goleiro –não estava atuando -, tendo largado a bola no pé do centroavante, numa bola chutada do meio do campo pelo Adãozinho

Gol inesquecível?
Foi uma golaço anotado no futsal, no campeonato regional, envergando a camisa do Schlosser na vitória por 3 x 1, em jogo  contra o Marcelesa, partida realizada em Canelinha, transmitido pelo radialista Dirlei Silva

Grandes atletas com quem atuou?
Israel Venturelli, Finóca, Risow,  Juca Vechi, Jorge Scheren, Peninha, Cid, Clóvis

Grandes dirigentes?
Dirigentes posso apontar o Nilo Debrassi e o Inocente. Dois profissionais de garra que conheci.

Grandes árbitros?
Destacaria: Alvir Rensi, Bezerra e Allan

Por que deixou o profissional do C.A. Carlos Renaux
É que era difícil trabalha das 5 as 13,30 na Schlosser e treinava das 14,30 as 17 no C.A. Carlos Renaux; à noite  estudava no São Luiz; ganhava 40 pilas (alcunha da moeda vigente no pais), mensais no C.A. Carlos Renaux e um profissional ganhava 70 e eu já ganhava 120 na Schlosser, então era difícil seguir carreira naquela época


Referências: matéria publicada no blog aos 04 de maio de 2020







     Equipe do Schlosser:
 Em pé: Dormício,  Juca, Correca, Vaso, Sérgio e Bétinho Batista
Agachados: Sílvinho, Fábio, Tutti, Finoca, Pui e Marquinho

                                                  CME BRUSQUE, idos de 1985
 Em pé: Dormicio, Valdir, Beto Batista, Correca, Betão, Junior Fantini, Maestri e Neutorino (treinador
Agachados: Mário Vinontti, Joel, Jairzinho, Peninha, Juca, Cid e Clóvis



CARLOS RENAUX 
Em pé: Edson Betóldi, Panca, Batchauer, Welison, Zéca e Almir Coutinho
Agachados: Bila Dalago, Osnildo, Choca, Juca, Gilmar e Gilberto



Em pé: Mário Vinotti, Jair, Neguinho, Edson Bertóldi, Panca, Egon, Batchauer, Welison, Zéca, Gilmar, Fábio Haag e Almir Coutinho
Agachados: Fernando, Bila Falado, Osnildo, , Choca, Juca, Gilmar Vilamosky, Gilberto, Marcos e Fischer