sexta-feira, 15 de maio de 2020

Agenor Cipriano


AGENOR CIPRIANO

o entrevistado desta semana é Agenor Cipriano, filho de João Ernesto e Maria Caetano Cipriano; natural de Brusque, nascido aos 20.07.65. São em 7 irmãos: Ernesto, Jandira, Vilson, Valcir, Arno Roseno e Agenor. Cônjuge: Alexsandra Regina da Silva; quatro filhos: Leonardo, Tatiani, Eduardo e João Luiz. Torce pelo C.A. Carlos Renaux, Santos e Flamengo.





Equipes em que atuou?
Iniciei aos 16 anos no infanto-juvenil do C.A Carlos Renaux, depois passei a atuar nos juvenis, júnior, suplente da equipe titular; como a enchente de 84, acabou com tudo, fui para a Associação Buettne, tendo disputado o campeonato da Liga e o estadual de amadores; atuei em seguida, em diversas equipes , uma temporada: no Guarani – o bugre da General Osório, no 10 de Junho de Guabiruba, no América F.C (Steffen); duas temporadas no Santos Dumont e Abresc (Águas Claras), e mais uma temporada no Brasília (Santa Rita), novamente no 10 de Junho, no Asa Branca de Apiúna, no expressinho do Blumenau, tendo sido campeão da Copa RBS, e ainda no Ferroviário (Rua São Pedro) e Cedrense, em 91, no Brusque.

Com a jaqueta do Brusque, disputou algum campeonato?
Sim, Estadual da Primeira Divisão em 1991.

Posição em que atuava?
Zagueiro central.

Gol inesquecível?
Foi o gol da vitória contra o Criciúma por 2 x 1, registre-se pelo campeonato estadual.

Uma vitória marcante?
Foi o jogo mencionado acima contra o Criciúma, que tinha um timaço, treinado por Luiz Felipe Scolari, equipe que sagrou-se campeã da Copa Brasil, tendo inclusive participado das Libertadores.

Uma derrota que ficou atravessada?
Foi contra o Chapecoense, em que perdemos por 3 x 2. Incrível como perdemos oportunidades  de gols naquela partida realizada.

Grandes atletas com quem atuou?
Entre outros, citaria;  Whashington, Clésio, Claudecir, Danival, Binho.

Grande treinador?
Veiga, no Brusque

Grande Dirigente?
Jorge Bianchini.

Grandes árbitros?
Aparecido Elias de Brito e Dalmo Bozzano.

Por que o futebol amador não tem mais o apelo que tinha?
O problema maior foi que as equipes começaram a pagar atletas e com isso o campeonato deixou de ser amador; ai foi se acabando, vez que as equipes não poderiam suportar tal carga financeira.

Brusque poderia ser representada por uma, duas ou três equipes?
Acho que Brusque poderia ser representada pelas três equipes, desde que fossem estruturadas, com escolinha; acredito que o caminho é ainda a divisão de base. A equipe que não tem base não subsiste, a equipe fica inflacionada.

C.A Carlos Renaux, idos de 84 




Em pé: Jair (supervisor), Sílvio Teodoro da Costa, Mafra, Leandro Galistky, Gilmar (popular Aranha),  e Mário Augusto
Agachados: Valdemar Pinotti,  Gilmar Vilamoski, Amarildo (popular Bico Fino),  João Panka, Marquinhos de Avis e Ze Agenor




Matéria publicada em A VOZ DE BRUSQUE, em 25 de março de 2006



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