domingo, 6 de setembro de 2020

dr Germano Hoffmann

 

O entrevistado da semana é o médico Dr Germano Hoffmann, filho de Moritz Germano Hoffmann e Ida Willrich Hoffmann, nascido em Brusque aos 01.08.26;) casado com Lya Vianna Hoffmann (in memorian) tem um irmão: Erich.

Nosso entrevistado Dr Germano Hoffmann.

Uma palhinha da descendência?

Maritza casou com Gilberto Rau: filhos : Cristoph, Mayara e Tadjana; Ricardo casou com Ana Fátima Petrusky: Ana Lya, Ricardo Henrique, Egon Germano (in memorian) e Riana Ida; César casou com Joceline Laub: Sanatiel e Lander; Fábio casou com a Simone (filha da Carmelita e do Armando Sassi): Paulo Vicente, Natália e Tamara; Christian casou com Vanusa da Silva: Christian Filho, Arthur Germano e Renan Leonardo; Germano Hoffmann Filho e Iasmine são solteiros.

1 irmão: Erich Hoffmann7 filhos (5m e 2F)15 netos (9m e 6F)1 Bisneto: Pedro Ricardo Hoffmann Russi.1. Germano Hoffmann Filho2. Maritza Hoffmann Rau: Christoph Germano, Mayara e Tadjana.3. Ricardo Vianna H.: Ana Lya, Ricardo Henrique e Riana Ida.4. Cesar V.H.: Sanatiel e Iander.5. Fabio V.H.: Fabio Germano, Paulo Vicente, Natalia e Tamara.6. Iasmine V.H.7. Christian V.H.: Christian Filho, Arthur Germano e Renan.

Formação escolar?

Cursei o Primário no Alberto Torres, o ginasial e o secundário no Colégio Catarinense em Florianópolis e Medicina na Universidade do Paraná.

Como foi sua infância e juventude?

Minha infância foi futebol no Paysandu, quilica, peão, mocinho e bandido, circo idealizado pela Flore de Nair Hor Craher.

Como surgiu a Medicina em sua trajetória? Algum antecedente familiar?

Surgiu quando sofri uma cirurgia – apêndice aguda – em 1945, no hospital de Azambuja em contato com o Dr Nica e Dr Carlos e outro médicos, aconteceu o estalo para a medicina, resultando aí em cursar na Universidade do Paraná, já que havia faculdade de medicina em Santa Catarina.

Trajetória profissional?

..... em São Paulo, em 57 vim para Brusque, fui nomeado para o Posto de Saúde do Jardim Maluche, na época o Prefeito era o Dr Carlos Moritz, em seguida no SAMDU, juntamente com Dr Francisco R. Dal’ Igna e o Dr Nica em plantões de 24 por 48 horas. Fiz parte da Clínica dos Hospitais Azambuja, Evangélico e atualmente do Hospital Evangélico.

E as especializações médicas?

Na época em que me formei médico, todos éramos generalistas. Já havia as especializações, mas antes de se especializar o formando tinha que passar por clínica geral, para depois fazer especialidade, pois o ser humano é um todo, e não uma parte.

O médico de ontem e de hoje?

Nesses 50 anos –formei-me em 17.12.54 – que exerço a profissão observei uma mudança radical na forma em que a medicina é exercida. Antes tínhamos o médico da família. O mesmo médico tratava praticamente toda a família. As pessoas adquiriam confiança nesse profissional da área da medicina, que tratava de quase todas as doenças, registre-se com acompanhamento dos pacientes. Hoje, predomina os especialistas.

Os avanços tecnológicos e a medicina?

O avanço tecnológico contribui fortemente para a melhoria da saúde. Atualmente temos exames bem mais detalhados, como ultrassonografia, ressonância magnética e tomografia computadorizada e a vídeo-cirurgia, que é um avanço extraordinário na clínica cirúrgica, ressaltando-se que, não é mais preciso fazer cirurgia a “céu aberto”, além de reduzir o tempo de hospitalização e de convalescença . E destaque-se hoje, os estudos e as pesquisas de célula-tronco.

A globalização contribui com a medicina?

Sim, porque possibilita o intercâmbio de informações com uma rapidez instantânea.

A medicina vencerá as doenças, hoje, ditas incuráveis?

A evolução tecnológica trouxe grandes esperanças nesse particular, valendo salientar que sempre surgem novas contribuições, não só em detalhamento de exames laboratoriais, como em termos de instrumentalização, sabe-se também, que os cientistas não param de pesquisas e avançar em descobertas importantes.

O cigarro é um veneno?

Sim, tranquilamente.

Como se lida com o envelhecimento?

Apenas vivendo, pois para envelhecer é preciso continuar vivo.

Participação na comunidade?

Participo do Lions Clube Brusque-Centro desde 1957, tendo presidido o Clube em três oportunidades, fui associado do Santos Dumont, da Sociedade Beneficente so Caça e Tiro Araújo Brusque, da S.E. Bandeirante, do Clube Atlético Carlos Renaux e do C.E. Paysandu.

Que lema adota?

Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nele, e o mais ele fará (Salmo 37, v 4 e 5)

Se não fosse médico?

Com certeza seria padeiro, haja vista que a profissão de meu pai era confeiteiro e dono de uma padaria.

Alem de exercer a Medicina, o que faz Dr Germano Hoffmann?

Participo do Lions e do Grupo Amigo do Canto Alemão.

Grandes atletas?

No CACR: Arthur Olinger- que trouxe a bolo de couro do RS – os seus filhos Hélio e Mário, mais famoso trio tricolor. Mosimann, Afonsinho e Ivo Willrich. Mais os atlestas: Dirceu e Sarará, Pitsch Tensini, Nilo Bianchini, Evaldo Schaefer, Tesoura, Teixeirinha, Petrusky, Pilolo, Esnel, Aníbal Diegoli, Andrade (arqueiro) , Leba e no Paysandu: Herbert e Osvaldo Appel, Chico e Heinz Appel, ..... Domingos, Janga Rosin, Wilimar Ristow, Arthur e Érico Appel, Curt Appel, Aristides Salces, Nego Kuhn, Julinho R. Hildebrandt

Grandes Dirigentes:

Érico Trindade, Ayres Gevaerd, Arthur – Polaco – Jacovicz, Arthur Appel – que está fazendo renascer o mais querido da Pedro Werner e Bilo (W.W.Ainchinger)

Brusque comporta três clubes?

Acredito que três clubes não, um deles deveria ser fundido no Brusque, vez que três agremiações divide muito. Dois sim, porquanto o desafio levará as equipes para frente.

Quais dos filhos estão e/ou estiveram ligados aos esportes?

Ricardo e César: Ricardo era zagueiro do C. A. Carlos Renaux, Ricardo inclusive presidiu o Brusque. César atuou no infanto-juvenil da equipe esmeraldina. O Gemano Hoffmann Filho, popular Mano, joga futebol suíço na S.E. Bandeirante, atuando pela equipe Catareira, e é responsável pelo BADEJO, equipe que participa há 16 anos, desde 1989 do Campeonato Paralelo de Futebol de areia no Balneário de Camboriú, tendo sido campeão por 4 vezes: 1990/96/99 e 2004, ressalte-se que, sem que os cronistas esportivos locais tomassem conhecimento e registre-se o feito, nem mesmo com uma pequena nota. O Mano é também patrão de CTG- Laço do Bom Vaqueiro que fará no período de 03 a 07 de agosto, durante a Semana de Brusque o 21 Rodeio Crioulo Nacional. Oportunidade em que haverá premiações de dois carros Ford 0 km: 1 laço equipe e 1 laço dupla .

O entrevistado desta semana é o médico e grande figura humana Dr Germano Hoffmann, filho de Moritz Germano Hoffmann e Ida Willrich Hoffmann, nascido em Brusque aos 01.08.26; casado com Lya Vianna Hoffmann (in memorian) tem um irmão: Erich.

Uma palhinha da descendência?

Maritza casou com Gilberto Rau: filhos: Christoph Germano, Mayara e Tadjana; Ricardo casou com Ana Fátima Petruschky: Ana Lya, Ricardo Henrique, Egon Germano (in memorian) e Riana Ida; César casou com Joceline Laube: Sanatiel e Iander Luther; Fábio casou com a Simone (filha da Carmelita e do Armando Sassi): Fabio Germano, Paulo Vicente, Natália e Tamara; Christian casou com Vanusa da Silva: Christian Filho, Arthur Germano e Renan Leonardo; Germano Hoffmann Filho e Iasmine são solteiros. 1 irmão: Erich Hoffmann. 7 filhos (5m e 2F)15 netos (9m e 6F)1 Bisneto: Pedro Ricardo Hoffmann Russi.1. Germano Hoffmann Filho2. Maritza Hoffmann Rau: Christoph Germano, Mayara e Tadjana.3. Ricardo: Ana Lya, Ricardo Henrique e Riana Ida.4. Cesar: Sanatiel e Iander.5. Fabio: Fabio Germano, Paulo Vicente, Natalia e Tamara. 6. Iasmine 7. Christian: Christian Filho, Arthur Germano e Renan Leonardo.

Formação escolar?

Cursei o Primário no Alberto Torres, o ginasial e o secundário no Colégio Catarinense em Florianópolis e Medicina na Universidade do Paraná.

Como foi sua infância e juventude?

Minha infância foi futebol no Paysandu, quilica, peão, mocinho e bandido, circo idealizado pela Flore de Nair Hor Craher.

Como surgiu a Medicina em sua trajetória? Algum antecedente familiar?

Surgiu quando sofri uma cirurgia – apêndice aguda – em 1945, no hospital de Azambuja em contato com o Dr Nica e Dr Carlos e outro médicos, aconteceu o estalo para a medicina, resultando aí em cursar na Universidade do Paraná, já que não havia faculdade de medicina em Santa Catarina.

Trajetória profissional?

..... em São Paulo, em 57 vim para Brusque, fui nomeado para o Posto de Saúde do Jardim Maluche, na época o Prefeito era o Dr Carlos Moritz, em seguida no SAMDU, juntamente com Dr Francisco R. Dal’ Igna e o Dr Nica em plantões de 24 por 48 horas. Fiz parte da Clínica dos Hospitais Azambuja, Evangélico e atualmente do Hospital Evangélico.

E as especializações médicas?

Na época em que me formei médico, todos eramos generalistas. Já havia as especializações, mas antes de se especializar o formando tinha que passar por clínica geral, para depois fazer especialidade, pois o ser humano é um todo, e não uma parte.

O médico de ontem e de hoje?

Nesses 50 anos –formei-me em 17.12.54 – que exerço a profissão observei uma mudança radical na forma em que a medicina é exercida. Antes tínhamos o médico da família. O mesmo médico tratava praticamente toda a família. As pessoas adquiriam confiança nesse profissional da área da medicina, que tratava de quase todas as doenças, registre-se com acompanhamento dos pacientes. Hoje, predomina os especialistas.

Os avanços tecnológicos e a medicina?

O avanço tecnológico contribui fortemente para a melhoria da saúde. Atualmente temos exames bem mais detalhados, como ultrassonografia, ressonância magnética e tomografia computadorizada e a vídeo-cirurgia, que é um avanço extraordinário na clínica cirúrgica, ressaltando-se que, não é mais preciso fazer cirurgia a “céu aberto”, além de reduzir o tempo de hospitalização e de convalescença . E destaque-se hoje, os estudos e as pesquisas de célula-tronco.

A globalização contribui com a medicina?

Sim, porque possibilita o intercâmbio de informações com uma rapidez instantânea.

A medicina vencerá as doenças, hoje, ditas incuráveis?

A evolução tecnológica trouxe grandes esperanças nesse particular, valendo salientar que sempre surgem novas contribuições, não só em detalhamento de exames laboratoriais, como em termos de instrumentalização, sabe-se também, que os cientistas não param de pesquisas e avançar em descobertas importantes.

O cigarro é um veneno? '

Sim, tranquilamente.

Como se lida com o envelhecimento?

Apenas vivendo, pois para envelhecer é preciso continuar vivo.

Participação na comunidade?

Participo do Lions Clube Brusque-Centro desde 1957, tendo presidido o Clube em quatro oportunidades, fui associado do Santos Dumont, da Sociedade Beneficente, do Caça e Tiro Araújo Brusque, da S.E. Bandeirante, do Clube Atlético Carlos Renaux e do C.E. Paysandu.

Que lema adota?

Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nele, e o mais Ele fará (Salmo 37, v 4 e 5)

Se não fosse médico?

Com certeza seria padeiro, haja vista que a profissão de meu pai era confeiteiro e dono de uma padaria.

Além de exercer a Medicina, o que faz Dr Germano Hoffmann?

Participo do Lions e do Grupo Amigo do Canto Alemão.

Grandes atletas?

No CACR: Arthur Olinger- que trouxe a bolo de couro do RS – os seus filhos Hélio e Mário, mais famoso trio tricolor. Mosimann, Afonsinho e Ivo Willrich. Mais os atlestas: Dirceu e Sarará, Pitsch Tensini, Nilo Bianchini, Evaldo Schaefer, Tesoura, Teixeirinha, Petrusky, Pilolo, Esnel, Aníbal Diegoli, Andrade (arqueiro) , Leba e no Paysandu: Herbert e Osvaldo Appel, Chico e Heinz Appel, ..... Domingos, Janga Rosin, Wilimar Ristow, Arthur e Érico Appel, Curt Appel, Aristides Salces, Nego Kuhn, Julinho R. Hildebrandt

Grandes Dirigentes:

Érico Trindade, Ayres Gevaerd, Arthur – Polaco – Jacovicz, Arthur Appel – que está fazendo renascer o mais querido da Pedro Werner e Bilo (W.W.Ainchinger)

Brusque comporta três clubes?

Acredito que três clubes não, um deles deveria ser fundido no Brusque, vez que três agremiações divide muito. Dois sim, porquanto o desafio levará as equipes para frente.

Quais dos filhos estão e/ou estiveram ligados aos esportes?

Ricardo e César: Ricardo era zagueiro do C. A. Carlos Renaux, Ricardo inclusive presidiu o Brusque. César atuou no infanto-juvenil da equipe esmeraldina. O Gemano Hoffmann Filho, popular Mano, joga futebol suíço na S.E. Bandeirante, atuando pela equipe Catareira, e é responsável pelo BADEJO, equipe que participa há 24 anos, desde 1989 do Campeonato Paralelo de Futebol de areia no Balneário de Camboriú, tendo sido campeão por 4 vezes: 1990/96/99 e 2004, ressalte-se que, sem que os cronistas esportivos locais tomassem conhecimento e registre-se o feito, nem mesmo com uma pequena nota. O Mano é também patrão de CTG- Laço do Bom Vaqueiro. Em 2014, será realizado o 30º Rodeio Crioulo Nacional, nos dias 31 de julho a 3 de agosto.

De que sente orgulho?

Depende do sentido, primeiro de que orgulho quer que eu fale? Primeira opção, daquele orgulho de ser orgulhoso, vaidoso e arrogante, aquele orgulho negativo pejorativo de julgar-me o tal, o maior, o mais bacanudo, o Super Shell, the Best, o mais querido, mais amado e mais atuante, ou do outro orgulho, tranquilo, pacífico, da satisfação pessoal, do viver normal, do respeito e bem querer ao próximo. Sinto orgulho de muitas coisas, uma infinidade de coisas, de pessoas, de animais, de obras de arte, de músicas, eventos, atos e fatos vividos, principalmente do setor familiar, social e profissional.Sinto orgulho dos meus filhos, do sucesso de cada um deles, da convivência, encontros pessoais, das notas que meus filhos e netos alcançam nas faculdades, no exercício de suas profissões, nas suas alegrias e datas festivas. Sinto orgulho das minhas amizades passadas e atuais, dos meus clientes, que me deixam alegre, feliz e gratificado quando me declaram o seu carinho, amizade, simpatia, afeição e bem querer. Quando me relatam fatos, palavras e atitudes que eu dividi com eles(as) em algum momento de suas vidas, dos quais relembram com saudades, alegria e emocionados, ou com angustia e dúvidas. Amigo Luiz, sinto orgulho sim, e muito orgulho, quando recebo mensagens no facebook, em que me relembram momentos emocionantes na sala de parto e outros, nos quais eu pude ser instrumento de Deus.

Para que equipes torce?

Meu caro Luiz, nasci Paisandú e o sou até hoje, apesar de ter nascido e vivido minha infância e grande parte de minha vida adulta, vizinho do campo e da sede do Esporte Clube Brusquense, na Av. Lauro Muller. Na minha infância, o bambuzal que cercava por três lados o campo do brusquense, me isolava do campo, e minha amizade com os Appel e demais amigos da Rua Pedro Werner eram todos paisanduanos. Alem disso, não havia muita afinidade entre as torcidas do lado de cá do Rio Itajaí Mirim, chamado de Nitério, pela torcida do Brusquense, do lado de lá do rio, considerada a elite de Brusque, a maioria torcida do Brusquense. Mas nem por isso deixei de torcer sempre pelo Brusquense e Carlos Renaux, do qual sou dono da Cadeira Cativa Permanente nº 37. Em Florianópolis, torci pelo Avaí Futebol Clube. Em Curitiba, torci pelo Curitiba Futebol Clube, time do Fedato. No Rio, pelo Fluminense, onde o Helio Olinger treinou por uns tempos, mas retornou à Brusque. Nunca fui apaixonado por time algum, era torcedor do Botafogo e do Vasco da Gama, pelo zagueiro Augusto, que conheci pessoalmente. Em São Paulo, fui do Palmeiras e hoje pelo São Paulo. Em Porto Alegre, torço pelo Internacional.

Quais foram as alegrias e tristezas que teve?

Muita alegria quando consegui namorar com a que foi minha esposa, Lya Vianna, quando estudava em Florianópolis. Muita alegria quando passei no vestibular em Curitiba. Muita alegria e agradecimento à Deus, quando consegui residência na Santa Casa de São Paulo. Pura alegria quando com a minha filha Iasmine, como participante do Grupo Amigo de Canto Alemão, visitamos a Europa, passando pela Alemanha, França e Itália. Alegria intensa na visita ao túmulo de Napoleão Bonaparte, em Paris, e de seu filho, chamado Rei de Roma. Joguei moeda e formulei desejo na Fontana de Trevi, em Roma. A visita à torre Eiffel foi uma alegria a parte. Feliz e alegre pelo nascimento dos meus 7 filhos e 16 netos, sendo que todos nascidos comigo, à exceção do Mano, primogênito, que nasceu em Florianópolis, terra de sua mãe. Me alegro com os Rodeios do CTG Laço do Bom Vaqueiro, cujo patrão é o meu filho Mano. O sucesso do Laboratório Hoffmann, do filho Mano. Torcedor do Badejo no Futebol de areia, em Balneário Camboriú, onde jogavam 4 de meus filhos, Mano, Ricardo, Cesar e Fabio. E o quinto, o Guto, era o adjunto do treinador, torcedor incentivador dos jogadores. Alegria pela minha filha Maritza, que me deu o 1º neto, Christoph Germano Rau. Feliz pelas formaturas dos meus filhos e netos. E na expectativa alegre de poder assistir a formatura em Direito de minha filha Iasmine, em 2015. E as alegrias que as minhas noras e genro, sempre amigos, me proporcionam. Tristezas foram poucas, mas grandes e marcantes. 1ª a morte de meu pai, meu grande amigo e meu orgulho, nos meus braços em um domingo a tarde. O falecimento de minha mãe, o falecimento de minha esposa Lya, muito jovem, com 54 anos. O óbito de um neto com 1 ano e 10 meses. A morte de um meu tio, Otto Rodolfo Hoffmann. A morte do Dr. Carlos Moritz, meu amigo, mestre e professor, do qual muito aprendi, e considero meu 2º pai. Tenho muita tristeza pela morte de amigos.

Pensa em escrever um livro pela bela vida que teve?

Sem dúvida, sou obrigado a fazê-lo, pois meu filho Ricardo me pressiona a cada semana para iniciar. Mas pretendo publicar o livro do meu pai, Moritz Germano Hoffmann, antes do meu.

Grandes nomes em Brusque?

Esta é uma solicitação difícil de atender, pois implica em uma lista de destaques de “grandes nomes” muito grande, enorme mesmo, de difícil execução sem que se magoe alguém ou alguma família, que não tiver citado algum membro de destaque. Acredito que nesta imensa lista estariam escritos os seguintes nomes: 1. O Cônsul Carlos Renaux, por ter importado a primeira fabrica têxtil da Inglaterra e ter montado o parque fabril de Brusque. 2. João Bauer, pioneiro da usina hidro-elétrica da Guabiruba, transferida para Blumenau, onde cresceu como empresa Força e Luz, encampada pela Celesc. 3. Johann Phillip Heinrich Hoffmann, cidadão imigrado da Alemanha e que emprestou 45.000 contos de réis, ao estado de Santa Catarina, para a construção da primeira ponte de Brusque, e que nunca foi reembolsado desta quantia .4. Ayres Gevaerd, filatelista e numismata, fundador do Rotary Clube de Brusque e da Sociedade Amigos de Brusque, paisanduano de coração e joalheiro de renome. 5. Arthur Appel, fundador do primeiro Lions Clube de Brusque, que é também o 3º Clube de Lions de Santa Catarina e o 12º Clube de Lions fundado no Brasil. 6. Dr. Guilherme Renaux, importou os pardais para Brusque. Havia uma praga de não lembro o que, e ele, como engenheiro agrônomo, trouxe os pardais para acabar com esta praga. 7. Arthur Olinger, pai de Mario e Helio, jogadores do Carlos Renaux, por ter trazido a primeira bola de couro, do Rio Grande do Sul. Era tropeiro e trazia gado do Rio Grande. Tenho para mim, que Arthur Olinger merece uma estátua ou ao menos um busto, como o Sr. Arthur Schlosser, criador e patrono dos JASC, por ter trazido a ª bola e que ensejou que o Clube Esportivo Brusquense, fosse o Vovô do Futebol Catarinense e honra para Brusque.

Finalizando

Obrigado amigo Luiz, por ter me levado a tantas lembranças e recordações, que fazem um bem estar às nossas mentes e coração.

sexta-feira, 28 de agosto de 2020

Osni Graf e esposa





 

OSNI GRAF: Filho de Augusto Francisco Graf (19.09.1919) e Olívia Jordani Graf (26.08.1929); natural de Pedras Grandes, Botuverá, nascido aos 08.07.65. São em dez Irmãos: Dirce, Osmar, Irlene, Vilmar, Ilma, Valmir, Terezinha, Margarida, Paulinho e Osni. Cônjuge: Marlene Dalcégio Graf (09.06.67), casados em 27.07.90; dois filhos: Carlos Gabriel e Hugo Daniel. Torce pelo C.A. Carlos Renaux e Palmeiras. Dirigiu o Conselho de Administração e Economia da Paróquia – CAEP – de Pedras Grandes por cinco anos. Sócio de Botuverá – Comércio de Alimentos.

Como foi sua infância e juventude?

Trabalhei na agricultura desde criança, mais precisamente no fumo, com minha família, sendo que na parte da manhã cursava o Primário, na Escola de Pedras Grandes e, depois, o Ginasial no Colégio Padre João Solfe; na juventude, atuava pelo Palmeirinhas.

Como surgiu Botuverá – Comércio de Alimentos?

Quando saí da Pamal – iogurte – que, deixou de atuar nesse ramo, abri Botuverá – Comércio de Alimentos.

O que é preciso para ter o espírito empreendedor?

É preciso ter coragem, dedicação e muito trabalho.

Como vai Botuverá – Comércio de Alimentos?

Botuverá – Comércio de Alimentos é uma sociedade com José Heinz Vargas, atualmente dispomos de quatro caminhões que trabalham na região, atendendo no ramo - atacado – de alimentos na região, procurando sempre atender com qualidade e satisfazendo o cliente.

Além do empreendimento?

Presido o Conselho de Administração e Economia Paroquial – CAEP, de Pedras Grandes desde 31.03.2000, tendo como tesoureiro: José Germano Bezel, secretariado por Marlene Dalcégio Graf e, tendo como conselheiros: Pedro Bezel, José Ademar Comper e Osnir Schaadt.

Quem antecedeu e quem seguirá o seu mandato no CAEP?

Fui antecedido pelo saudoso Gentil Comper, que foi o primeiro presidente, e que foi sucedido por Pedro Orlandi, e agora, o CAEP será presidido por Pedro Graf, mais as participações na diretoria de Bento e Fabrício Graf.

Houve alguma realização em termos de obras durante os cinco anos?

Sim, houve, com o apoio da comunidade construímos dois galpões, um para festas com 19 x 25 metros e um para dança com 19 x 30 metros, além de colocarmos 30 bancos na Igreja, mais 40 mesas com 160 cadeiras.

A administração Moacir/Taiá?

Nosso Prefeito Moacir está fazendo muitas coisas para as comunidades, destaque-se a rede de água em Pedras Grandes e em outras comunidades.

Ciro Marcial Roza?

Homem de coragem! Ciro Roza deveria ser o governador do Estado, aí a coisa andaria.

O Brasil tem acerto?

Acho que o Brasil tem acerto, no dia em que entrar pessoas honestas para comandar o país.

O que faz Osni Graf atualmente, além do Comércio?

Gosto de jogar uma bocha.



sábado, 22 de agosto de 2020

Osnildo da Luz, popular sapo

 


Filho de José da Luz e Erondina da Luz; natural de Brusque, nascido aos 30.05.44. São em quatro irmãos: Rocy – in memoriam, Renivaldo, Pedro Paulo e Osnildo. Cônjuge: Ivonete Zeferino da Luz, casados as 29.06.68; dois filhos: Cristiane e Cristiano Marconi; cinco netos: João Paulo, Jose Lucas, e Josué Felipe – Cristane e Ildefonso Marçal, e Arthur Vinícius e Carlos Eduardo –Cristiano Marconi e Rosamélia Bononomi da Luz. Torce para o S.C. Brusquense, São Paulo e C.R. Flamengo.

Como foi sua carreira?

Iniciei com aproximadamente, 15 anos no E.C Bahia (centro), depois no Expressinho do CACR, Grêmio Esportivo Nacional, Floresta E.C. (Agrolândia), Palmeiras (Blumenau), Britânia e União (Paraná), e por último atuei no futebol de salão, na equipe do Atlântico Sul (Balneário de Camboriú

Posição em que atuava?

Atuei como goleiro nas equipes do Bahia e Nacional e como meia armador  - camisa 8 – no Floresta, Palmeiras, Britânia e União e, ainda como ala direita, no Atlântico Sul, sendo que neste, fui artilheiro com 18 gols anotados.

Grandes atletas?

Edson Cardoso, Livino e Inácio Moresco, Antônio Zimmermann (in memoriam), Cará (Floresta), Zinho e Clodoaldo (Palmeiras), Rominha (Britânia) e Toninho (União).

Treinador?

O saudoso Norival Mosimann

Dirigentes?

Beto Schirmann (Palmeiras) Raimundo Zuicher (Floresta) e Arnoldo Zimmermann (Nacional)

Árbitro?

Alvir Rensi.

Vitória marcante?

Foi no jogo Palmeiras 4 x 1 no Guarani –Itoupava Norte, quando fiz o quarto gol, cobrando uma falta com cinco atletas na barreira... a bola fez uma curva e balançou a rede bugrina.a

Derrota que ficou atravessada?

Foi na partida entre os infantis do Bahia e do Paysandu. Coloquei a bola em jogo e estava, aproximadamente, na marca da grande área, o Edson Cardoso viu que estava adiantado, colocou por cima de mim.

Uma palhinha de sua trajetória profissional?

Iniciei a trabalhar como cobrador na telefônica aos catorze anos, permanecendo até aos dezessete. Em seguida, fui jogar no Floresta de Agrolândia, servi o exército em Blumenau, na sequência, atuei por dois anos, no Palmeiras, também em Blumenau. Posteriormente, fui para Curitiba, permanecendo por dois anos, retornei a Brusque, permanecendo por um ano, oportunidade em que fazia a imitação do ‘alemão’, nos Programas de Dario Silva, na Araguaia e todos os domingos à noite fazia Show na sede do Atlético Renaux – em torno de duas horas, sempre após a missa das 19 horas – o show era ‘Fritz’ e  o trovador Nhô Fubá’, com as participações dos alucinantes, Lauro Fischer, Iara, Luzia Zunino e Nega, ressalte-se, enchia a sede do CACR; em seguida, fui cm  Ciro para São Paulo, aproximadamente um ano e meio, retornei – o Ciro permaneceu em São Paulo. Na sequência, casei e fiquei por um ano trabalhando com projeto arquitetônico, elétrico, hidráulico e de cálculo estrutural de prédios até doze pavimentos. Aí fui para a Comercial Técnica Catarinense – COTECA, por nove anos, depois, Prefeitura de Balneário de Camboriú, por dois anos e pouco, autônomo até 89, quando vim trabalhar na Prefeitura de Brusque com  o Ciro – projetos do Fórum, Prefeitura, Rodoviária – fiquei quase dois anos, tendo em 91, retornado à Balneário, escritório, e agora, estou há um ano, novamente na Prefeitura de Brusque.

Formação?

Fiz  o Primário no Feliciano Pires, o Ginasial, no C.C. Carlos Renaux e São Luiz, o Segundo Grau, em Curitiba e Balneário Camboriú. Fiz curso de desenho no Instituto Universal Brasileiro, peguei seis meses de experiência em uma empresa de São Paulo e quanto ao desenho elétrico aprendi  com Dr Heinz Luper e com o saudoso Iury C. de Azeved.

sábado, 15 de agosto de 2020

Mário Botuverá





MÁRIO GIANESINI, popular MÁRIO BOTUVERÁ: Filho de Alexandre Gianesini e Matilde Tomazzia Gianesini, natural de Botuverá, nascido aos 24.05.54; são em 11 irmãos: Wilberto, Ivo, Isaías, Édio, Valentim, Mário, Lídia, Evelina, Lúcia, Infância e Inês. Cônjuge: Shirley Costa Gianesini, casados aos 19.10.82; três filhos: os gêmeos André Alex e Wandré Lucas (10.09.84) e Carla Marina (03.10.86). Torce pelo C.E. Paysandu, Santos e Botafogo. 
A família: Lucas Wandré, Shirley, André Alex, Mário Botuverá, Carla e Matilde (Mãe).
Como foi sua infância e juventude?

Cursei o Primário, no Bairro Salto de Águas Negras, aos 10 anos fui para o Seminário, tendo permanecido um ano em Rio Negrinho e dois anos em Corupá. Saindo do Seminário, iniciei a trabalhar na Marcquard, em Jaraguá do Sul, hoje é a Malwee. Nessa época iniciei a jogar futebol nas equipes de base do Juventus de Jaraguá do Sul.

Zico no jogo BEC x Flamengo.
Trajetória no futebol?

Com 16 anos, iniciei nas equipes de base do Juventus de Jaraguá do Sul, depois atuei no Cedrense, tendo na final do certame sagrado campeão em final disputada com o Santos Dumont, foi quando Darcy Pruner e o saudoso Nilo Debrassi foram convidar para que eu fosse para o mais querido da Pedro Werner; assim iniciei como profissional do C.E. Paysandu, em seguida atuei pelo C.A. Carlos Renaux, na sequência fui para o Goiás, onde atuei pelo Anapolina e pelo Goiás, posteriormente atuei pelo Guarani de Campinas – Brinco de Ouro, Juventus da rua Javari, o moleque travesso. Após fui atuar no Itabaiana –Aracaju, passei pelo Blumenau –BEC – e, finalmente, no Marcílio Dias, quando pendurei as chuteiras aos 38 anos.

A escolinha em Botuverá.
Posição em que atuava?

Meia direita e centro avante, tendo atuado por mais tempo como centro avante.

Equipe do Anapolina.
Gol inesquecível?

Na verdade foram três. Os dois anotados atuando pelo moleque travesso – Juventus/SP – no empate com o Palmeiras/SP em 2 x 2, ressaltando-se, que eu havia sido emprestado pelo Anapolina ao Juventus/SP e, logo após a partida o treinador Candinho, e também, José Teixeira Jandir, que era Presidente do Juventus e da Federação Paulista de Futebol, comunicaram que meu passe seria adquirido do Anapolina, tendo, posteriormente, sido adquirido por 5 milhões e eu recebi 1, 5 milhão de luvas; o terceiro gol inesquecível foi gol anotado pelo BEC, contra o Flamengo, oportunidade em que vencemos por 1 x 0.

Mário com a jaqueta do Anapolina. O goleiro é irmão da esposa Shirley.
Vitória memorável?

Foram dois jogos que marcaram muito a minha passagem pelo futebol: o 2 x 2 obtido, atuando pela Juventus/SP contra o Palmeiras e o 1 x 0 do Bec contra o C.R. Flamengo.

Títulos e troféus?

Duas taças de Prata com a jaqueta do Juventus/SP, o troféu da Revista Placar – Bom de Bola, no jogo BEC e Flamengo.

Grandes treinadores?

Entre outros: ... Lopes, no C.E. Paysandu, Candinho e Nelsinho Batista no Juventus/SP, registre-se o Nelsinho atuava conosco e era treinador, Renê Simões, no Guarani de Campinas, inclusive obteve a medalha de Prata – futebol feminino, nas Olimpíadas de Atenas 2004.

Grandes nomes no mais querido?

Entre outros destacaria: Darcy Pruner, Arthur Jacovicz, o popular Polaco (in memoriam), Machadinho, Urbano Kistenmacher (in memoriam), Bilo, Arthur Apppel, Gerhard Nelson Appel ( in memoriam), Ruy Carlos Queluz e Dr Jonas.]

Brusque com três equipes?

Sou a favor do retorno do Paysandu e do Renaux. Evidentemente, sabe-se das dificuldades financeiras para manter as equipes, contudo, poder-se-ia ser elaborado um plano em que todos contribuíssem para sua equipe de coração. A rivalidade mexe com a galera, faz com que comentamos, inclusive, discussões salutares nos bares, nas canchas de bochas.

Bate umas peladas?

Sim, atuo com os veteranos na Praia de Balneário de Camboriú, time do dentista Jorge Cherem.

O que faz Mário Botuverá, hoje?

Hoje integro o Magistério Municipal de Botuverá, como Professo de Educação Física; dirijo a escolinha de futebol de moleques do Município e, curto meu sítio localizado no Salto de Águas Negras; gosto de ler jornais.






 

quinta-feira, 13 de agosto de 2020

José Eurico Frota de Oliveira

 

                         Zurico recebendo a comenda do basquete de SC da FCB - Dr Fábio  Deschamps - presidente da FCB


                  Partida realizada no ginásio da colina entre SEB/Zen x Flamengo em Brusque - Oscar Schmidt, Zurico e  Felipe Hoffmann - filho de Zurico  


Partida realizada  no ginásio da colina entre SEB/Zen x Flamengo em Brusque - Oscar Schmidt, Zurico e  Felipe Hoffmann - filho de Zurico  



 Sul Brasileiro sub 17 em Brusque - Zurico com o Presidente da FCB - Oscar Archer (mais atrás Gastão -Diretor Técnico da FCB

terça-feira, 11 de agosto de 2020

Amarildo Aparecido da Silva

 

O entrevistado desta quinzena é AMARILDO APARECIDO DA SILVA: Filho de João da Silva e Inácia Pereira da Silva; natural de Jundiaí/SP, nascido aos 15.10.62. São em oito irmãos: Wálter, Adriana, Márcia, Valéria, Sandra, Luzia, Hércules e Amarildo. Cônjuge: Isabel dos Santos da Silva , casados em 19.01.85; quatro filhos: Suelen Regina, Eloísa, Alessandra Elizabeth e Thais Isabel; um neto: Luan. Torce pelo Carlos Renaux, Palmeiras e Flamengo.




Uma palhinha da descendência


Suélen Regina casou com Cristiano de Vicenzo e Tum filho: Luan

Vida profissional?


Iniciei a trabalhar com Valdir Caetano – hoje WJ – aos 12 anos, depois fui para São Paulo, onde permaneci por uns três anos, trabalhando em comércio de automóveis, em seguida fui chefe de setor, por 8 anos na HM, na sequência, na Metalúrgica Zucco, durante 9 anos, como gerente comercial, atualmente em sociedade, já por 5 anos, temos duas empresas: Termo-mecãnica e a Maqtherm.

Como atleta, atuou em que posição e em que equipes?


Iniciei no América F.C em 86, como centro avante na equipe principal, depois passei a atuar como volante. No período em que o América F.C. não participou das disputas; atuei pela Farmácia Knihs, pelo União (Santa Terezinha), no campeonato promovido pela EUCAB e, pela equipe do Vila Nova (Águas Claras), no campeonato da LDB. Em 2002, retornei ao América e disputamos o Interbairros, quando ficamos vice-campeões de 2002, perdendo a final para o Poço Fundo.

Presidiu o América F.C. em que gestão?


Em 86, oportunidade em que o América F.C. foi reorganizado, o Arnaldo André Tórmena presidiu o clube na gestão 86/87, ai eu assumi no período 88/89, sendo seguido por Valmor Pinotti. Em 92/93, voltei a presidir o clube, tendo obtido o título da LDB em 92. O atual presidente é José Carlos Vieira.

Quais realizações destacaria de sua administração no clube?


Ampliação da sede que media 13 x 7, para duas vezes 20 x 7, construção do alambrado, dei continuidade a construção da nova sede, faltando ainda concluí-la.

Por que estádio Maria Steffen?

Foi em homenagem pelas contribuições da família Steffen, para com o clube.

Grandes nomes no esporte amador?

Entre outros citaria: Arnaldo André Tórmena, popular Tito, Roland Fochner (in memoriam), Marcelino Pereira, Edgar Vicentainer, Adilson Martins, Werner Régis, Egon Maffezzolli, Valdir Caetano, Érico G. Morsch (in memoriam), Valmor Pinotti e Ari Steffen.

Tem participado atualmente do América F.C.?

Sim, inclusive na atual diretoria, sou vice-presidente.

Lembranças positivas?

Foi ter levantando o caneco em 92, campeão da LDB e, os três vices, também da LDB, todos pelo América F.C. e vice no inter-bairros.

Fatos marcantes?

Um fato que me marcou muito foi a dificuldade que passamos no início, quando íamos colher gramas em todos os cantos da cidade, para fazer o gramado do América F.C., foi uma verdadeira batalha.

Grandes atletas do esporte amador, na época em que você atuava?

Evair de Souza, o popular Vaíca, Tuchê, Tito, Risoleto, Marcos Farias, o popular Pardal, Gildo e Agenor – da equipe de 10 de junho, entre outros.

Grandes treinadores no futebol amador?

Vilson de Souza e Roberto Fuchs.

Grandes dirigentes no amador?

João Rosa, Valmor Pinotti, Arnaldo André Tórmena, Guto e Léco (o pintor).

Um jogo inesquecível que você assistiu em campo?

Brusque e Avaí na decisão do Estadual de 92.

Grandes atletas do Renaux?

Ronaldo (goleiro), Messias e Washington.

E do Paysandu?

Pereirinha, Edson Cardoso e Ayone.

Como deveria ser o retorno do Renaux e do Paysandu?

Sou favorável a um clube só, representando Brusque, até para facilitar a obtenção de patrimônio,

Politicamente?

Fui candidato a vereador pelo PL, obtendo aproximadamente, 186 votos.

Além da sede social o Clube está pensando em alguma outra iniciativa?

Estamos aguardando a contribuição do Prefeito Ciro em relação a um terreno ao lado do compo com 3 600 metros quadrados, ou seja, uma área de 60 m x 60 m..

O que faz Amarildo Aparecido da Silva, hoje?

Tenho as duas empresas em sociedade, sou vice-presidente do América F.C., e participo da Pastoral da Família e da Liturgia e Canto.




Em pé: Leto, Edson Batchauer, Schmidt, Fábio, Amarildo e Geraldo.

  Agachados: Denilson, Jaime, Cocão, Saudoso Touchê e Buiu










Cristóvão Maestri , popular Tóvo