sábado, 30 de maio de 2020

livro do Vô Evaldo

















EVALDO GIANESINI

 O PAIZÃO




EVALDO 


































Evaldo , passeando no triciclo 
















ÍNDICE

Palavras Iniciais

 Certidão de Batismo 

Vida Profissional - uma vez Renaux, sempre Renaux

INSS, Sistema Único de Saúde, Terceira Idade, Sindmestre

O casamento com Ida Maria Boni 

A localização da  morada com a escritura do imóvel

Ascendentes: Avô Paterno, Pai e Mãe 

Os irmãos e irmãs

Os Filhos e as filhas 

A perda da esposa 

Os netos e os bisnetos 

Chácara do Nono

Confraternização de 30 de maio 

Participando

Quatro Gerações

Com o bisneto Joan

Finalizando 

 Conversando com meu Paizão

Tchau: beijinho... beijinho







PALAVRAS INICIAIS 

EVALDO

Nasceu aos 30 de maio de 1926, filho de Maximino Gianesini -filho do Intendente de Porto Franco, Antônio Gianesini-  e Ana CestarI Gianesini.
Trabalhou por 35 anos na Fábrica de Tecidos Carlos Renaux, no setor de revisão de tecidos, chegando a ser contramestre na seção.
Flamenguista, não viveu para ver a agremiação vencer o brasileiro e  a libertadores de 2019. Gostava muito de jogar bocha.
Católico, participava da missa das 9, na Paróquia São Luiz Gonzaga; jejuava pela Páscoa, participava da procissão de corpus Christi; guardava as sextas-feiras santas. No retorno da missa era sagrado parar na Sociedade Concórdia e beber uma geladinha.
Casou com Ida Maria Boni, nascida aos 13 de novembro de 1924, com a qual tiveram 7 filhos:
Luiz, J. Carlos, Lourdete, Maria Guilhermina, Paulo, Valdir, conhecido como Lilo (in memoriam) e Sílvio. Perdeu a esposa aos 31 de outubro de 1986.

Gostava de na semana do recebimento do pagamento de dar uma voltinha nas “casas das meninas”, quando, com um colega, que não ajudava financeiramente, pagava para elas irem peladas encima da mesa e derramavam cerveja acima dos peitos delas para verem escorrer pelos pelinhos entre as pernas.

 Dia 7 de setembro, data de aniversário de sua mãe – Maria Cestari – ia pedalando até as proximidades da Escola João XXIII, na casa de sua irmã Umbelina, para parabenizá-la pela passagem de mais um ano de vida.

Ás vezes, alugava a carroça de Adolfo Steffen, para transportar-nos até o Poço Fundo, na casa do irmão Hercílio.

Certa feita, o acompanhei de bicicleta - pedalando pela antiga estrada -  até a divisa de Gaspar e Blumenau, na casa do irmão Valentim (lá onde tem uma escultura de um cavalo na beira da rodovia).

Em trágico acidente, causado pelo caminhão da Brahma, teve sua vida ceifada aos 14 de julho de 2004.

Filho Luiz 



CERTIDÃO DE BATISMO




Certidão de Batismo de Evaldo 














VIDA PROFISSIONAL


Uma vez Renaux, sempre Renaux 









HONRA AO MÉRITO 


                  Evaldo recebendo das mãos de Erich Bueckmann o Diploma de Honra ao Mérito














INSS, SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE, TERCEIRA IDADE, SINDMESTRE,








SAÚDE 












SINDMESTRE 






O CASAMENTO COM IDA MARIA BONI




ESPORTES 

Evaldo - gostava muito de jogar bocha 


Na cancha da chácara do Nono 

Torneio de bocha na chácara do Nono: Luiz, Ademir Wippel, Sidnei da Luz, Evaldo e José Carlos  



    Evaldo na Sociedade S.Paulo - cancha de bocha





A LOCALIZAÇÃO DA MORADA 










Antiga casa: o sótão - quarto dos filhos - serviu de abrigo aos  familiares na enchente de 1961



Vista parcial da antiga morada com o cercado 



Evaldo no lado da antiga  morada 


Ainda a antiga morada: Evaldo e o filho Luiz 


Frente da nova casa de Evaldo - na foto J. Carlos e Daiany

Evaldo sendo pego de surpresa em sua morada nova 

frente da casa nova de Evaldo 

lado da casa nova de Evaldo, em frente a uma garagem  (na foto com o bisneto Joan)






Escritura do Imóvel - quando os filhos passaram para o Evaldo, com a morte de Ida Maria 

ASCENDENTES

AVÔ DE EVALDO 

Antônio Gianesini
Nasceu em Tirol - Itália
Casou com Tereza Bianchez
Foi Intendente em Porto Franco 
7 filhos:  Maximino, Thomaz, Alexandre, Matilde, Antônia, Catarina e Narcisa
Faleceu aos 26 de dezembro de 1934, aos 68 anos de idade


Antônio foi intendente em Porto Franco - nomeado pelo Cônsul Carlos Renaux 







PAI e MÃE

Maximino
nascido aos 12.01.1890 e falecido aos 18.10.1962

Atestado de óbito de Maximino



Maria Cestari - esposa de Maximino, nascida aos 08 de setembro de 1894 e falecida aos 14.01.1972



Maximino e Maria Cestari tiveram os seguintes filhos:
Evaldo,Valentim, Santo José, Hercílio, Alma, Umbelina, Anna e Albertina  

IRMÃOS e IRMÃS 


Valentim, Hercílio, Santo José, Evaldo, Alma  e Umbelina (Na foto,a ainda o Euclides, filho de Alexandre e Luiz, filho de Evaldo). Foto na chácara do Nono em Pedras Grandes, Botuverá/SC



Evaldo, Santo José, Hercílio e Valentim - chácara do Nono




confraternização na chácara do Nono - no primeiro plano Hercílio e Anathalina, seguidos por Alma e Umbelina (lado esquerdo),  mais atrás - lado esquerdo, Evaldo conversando com a neta Anadir e Santo José (lado Direito) - e na ponta da mesa, Elaine Nisch.


Ainda confraternização na chácara do Nono: Umbelina, Alma, Lurdes( filha de Alma) e Evaldo (atrás Anselmo Paza)




Anselmo Paza, ... Lurdes, Evaldo e Santo José 




Amábile e Santo José 
Santo (faleceu em 06/2005) e Amábile Thaís
Filhos: Vanete, Izabel, Emanuel, Maria de Lurdes, Maria Gorete, Maximino, Daniel e o saudoso Ademir

 Izabel – valério Dieckmann : filhos: Mônica Lidiane, Adriano (Cleusa) e Sidney (Josiete)
netos; Poliana (Adriano) , Sofia e Miguel (Sidney)
 Emanuel (Sílvia) - filho: Gabriel e Emanuelle
 Maximino (Sandra):  filhos: Luana (10) e Mateus (17)
 Maria de Lurdes (Carlito Fernandes):  filha: Nicole
 Vanete – João : um casal de filhos : Valdinei e Josiane
netos: Valdinei tem dois filhos: Gabriele e Giovana e a Josiane tem um menino: Cauã
 Santo e Amábile tiveram 09 netos: Mônica Lidiane, Adriano, Sidney, Nicole, Gabriel, Luana e Mateus, Valdinei e Josiane 
07 bisnetos: Cauã – Gabriele, Giovana, Sofia, Miguel, Poliana e Emanuelle



Gorete, Amábile, Santo José com a neta Mônica Lidiane no colo (filha de Izabel) e Daniel


Família de Santo José: Maximino, Vanete, Izabel, Daniel e Emanuel
Amábile, Gorete e Sílvia 



A família de Umbelina:  Rosana, José Luiz, Umbelina, Anselmo, Ana Maria, Sílvio A. e Lígia 

 Umbelina Maria Paza, nascida em Botuverá (antes era chamada de Porto Franco) em de setembro de 1934; filiação: Maria Cestari Gianesini e Maximino Gianesini; casada com Anselmo Paza; filhos: Ligia Maria Paza, Rosana Paza, Silvio Antônio Paza, José Luiz Paza e Ana Maria Paza Pruner; 7 netos: Carla Graciela Foppa Fischer; Clicia Helena Zimmermann; Carina Catiana Foppa; Thiago Anselmo Paza; Lariane Pruner; Jaqueline Pruner (in memoriam)/ Gabriele Taís Paza.

A família de Valentim

  Bodas de Ouro - Valentim e Ivone - lado esquerdo do casal os Rudolf e lado direito, Gianesini: Evaldo, Alma, Anselmo Paza e Umbelina, Santo Jose e Amábile

                                                     Anselmo Paza e Umbelina


                                             Umbelina e Alma: em momento de descontração

                                                                Henrique Gripa e Ana
          
                                               Augusto faleceu aos 30.04.2005

Henrique, Anna e Maurino com Graciela no colo (filha de Vanilde)

                                                         Hercílio  e Anathalina  (Alves): Filho de Maximino e Maria Cestari Gianesini; natural de Botuverá, antes Brusque, nascido aos 5.12.30. Cônjugge: Anathalina Alves Zucco Gianesini; quatro filhos: Valmor, Valmir, Vilmar e Maria Madalena; sete netos: Andresa Cristina, Catulsia Siueme, Janefe Aline, Francione, Patrícia, Douglas Rafael e Daniel e cinco bisnetos: Júlia, Mateus, Lucas, Nathan e Emauele. Presidente da Comunidade religiosa de Poço Fundo. Hercílio faleceu aos 28.05.2010; Anathalina faleceu aos 07 de abril de 2014.



Valmir, Maria Madalena
Vilmar, Hercílio, Anathalina e Valmor


                                  Ivone Valentim

Valentim faleceu aos 12 de abril de 2002
Ivone aos 07 de janeiro de 2004

      

Jacob e Alma (Jacob faleceu aos 19.02.86 e Alma aos 04.11.2018)


                  
            Filhos de Alma: Marlene, Iolanda, Marli, Terezinha, Vilma, Gilmar, Laércio, Lurdes e Valdir



  Aladin Montibeller e Albertina Gianesini, nascida a 25 de julho de 1924 - foto da  década de 40

                                                            Idos de 2003
 familiares de Albertino- filho de Albertina: Janete/ Josué, Felicidade e Albertino, Tilane/Edson (faltou a filha Albertina na foto)

          Genro e Noras de Maximino: Anselmo Paza (Umbelina), Anathalina (Hercílio), Amábile  (Santo José) e Ivone (Valentim)


OS FILHOS


Ida Maria com Valdir no colo, Evaldo com Paulo no colo
Luiz e J. Carlos 
Lourdete e Maria 
Sílvio não era ainda nascido


Sílvio, Maria G., (casal Marcelo e Elaine Nisch), Valdir (Lilo), Lourdete (Valdir Nisch)
J. Carlos, Luiz, Evaldo e Paulo 

Paulo e Evaldo - foto em Jaraguá do Sul

Evaldo e Valdir (Lilo) -  foto em Joinville

Luiz e Evaldo 

Evaldo com os filhos: J. Carlos e Maria G.

J. Carlos e Evaldo



Evaldo entre as filhas:  Maria G. e Lourdete  - foto na chácara do Nono 


Evaldo com Sílvio, Valdir e Maria G. - foto em Jaraguá do Sul 

Sílvio entre o pai Evaldo e a mãe Ida Maria (noviciado em Jaraguá do Sul), idos de 84



Evaldo entre Maria Odete e Luiz - em Joinville 

Maria Guilhermina e Carlos Roberto da Luz

Sílvio, Paulo, Edilson Tarachucki (professor no Instituto Federal SC/jaraguá do Sul) e  Luiz (foto em Jaraguá do Sul)

Evaldo entre Maria G. e Carlos Roberto da Luz (Beto)

Valdir Nisch e Lourdete  - foto na chácara do Nono 



Genros e noras de Evaldo
Valdir Nisch e Carlos Roberto da Luz (Beto)
Maria Odete, Ana Lúcia, Maria de Fátima, Alice de Fátima e Tereza

A PERDA DA ESPOSA


SEMPRE TRABALHANDO







Evaldo "vou para o banho... estou em tiras"



PARTICIPANDO

                  

Participando no Teatro Carlos Gomes em Blumenau da formatura de Direito do Filho Luiz
com esposa Ida Maria, o filho Paulo e a nora Maria Odete 


CONFRATERNIZAÇÃO NA CHÁCARA DO NONO
SEMPRE NO 30 DE MAIO 



Evaldo soprando a velinha do aniversário, sendo observado pela nora Alice de Fátima


Evaldo apreciando as boas músicas 

Evaldo e alguns dos convidados apreciando Araldi e Araldinho 
O filho Sílvio de carroceiro. 

Na bocha o pega foi grande - Valdir Nisch já contente com a classificação para as finais

J

João de Faria verificando a tabela das competições, sendo observado por Evaldo e Luiz .
Luiz carrega o material da organização das disputas 

Evaldo observando o filho Valdir recebendo a medalha 



João de Faria, já um pouco alegre abraçando o aniversariante Evaldo e o neto Alexandre Luís, já portando as medalhas conquistadas nas disputas 

Evaldo recebendo a medalha 



Evaldo entre a neta Anadir e a nora Fátima  
Em frente a exposição de fotos na chácara do nono 

o saudoso Almir Antônio Pierri, Ivonete (Kika) e Evaldo 

                                     Evaldo abrindo o bilhete sorteado na parceria para bocha

  Chácara do Nono: Evaldo observando a carne sendo assada 

                                           Chácara do Nono: Evaldo e Bento Wanka


Evaldo com a turminha do futebol - na foto ao lado de Alexandre Luís 



Evaldo com o filho J. Carlos e o neto César Tiago 






REPERCUSSÃO DOS ANIVERSÁRIOS DO PAIZÃO NA CHÁCARA DO NO 


Saudades da época dos aniversários do vô Evaldo na chácara do tio Luiz, em Botuverá, A família roda reunida: todos os tios, tias, primos, primas... aquela festa! Na memória para sempre. A cancha de bocha, os torneios de futebol, a música, as risadas, a pescaria, as cucas... uma baita festa, um baita encontro. Saudades... muitas saudades
Evandro da Luz 


Evaldo com o neto Evandro da Luz 

      CHÁCARA DO NONO        


Evaldo com Maria Odete e Luiz na chácara do Nono 


                      Evaldo na chácara do Nono; Carlos Roberto, Fátima, Tereza e Nisch
                               César Tiago, Anadir e Maria Odete e crianças

                                      Desbravamento do terreno que veio a ser a Chácara do Nono    


 Evaldo com o genro Valdir Nisch






PARTICIPANDO EM OUTROS EVENTOS 



Comemorando aniversário



cantando o  parábens
Carlos Roberto, Evandro, Evaldo, Luiz, Valdir Nisch, Sidnei e Ivonete (Kika)


J. Carlos, Maria de Fátima, Evaldo, Evandro e Maria G.



Em Jaraguá do Sul 



no Zoobotânico com Alexandre Luís 

                                Evaldo com o filho Valdir (Lilo) - na casa do Nisch - no canto Maria Odete                                                                      

                                                                                          

Evaldo com Ana Márcia (primeira Eucaristia) e Sidnei da Luz   


Na praia com Carlos Roberto, Ivonete (Kika), Sidnei e Luiz 


A confraternização de 30 anos do filho Luiz - em frente a construção da garagem na casa de Luiz


Valdir Nisch
Maria Odete, Luiz, Valdir Júnior e Evaldo


Evaldo no almoço, ninguém é de ferro 



Evaldo com a neta Elaine Nisch e o bisneto Lucas David

Evaldo entre Valdir Nisch e Lourdete sendo observado pela neta Elaine 

Evaldo entre os netos: Alexandre Luís, Anadir e Ana Márcia  

Evaldo, Bento Wanka e José de Faria (Zéquinha) apreciando os acordes de João de Faria (Castelo)


Aguardando o almoço 


           

                                  TRÊS GERAÇÕES

                                                   Alexandre Luís, Luiz e Evaldo
                    Pátio da Igreja Matriz - primeira Eucaristia de Alexandre Luís

QUATRO GERAÇÕES 

Alexandre Luís (neto), Evaldo com Joan (bisneto) e Luiz (filho)


O BISNETO JOAN

     Evaldo com o bisneto Joan


Batismo de Joan 
Igreja São Luiz Gonzaga 

  Participando do Batismo de Joan; Adriana Pavesi, Evaldo, Dalmarco e o avô paterno Vicente 
Tridapalli 

       Joan observando o bisavô Evaldo 

                                  Confraternização de 2 aninhos de Joan na Sociedade Concórdia




FINALIZANDO 

Evaldo com Luiz e Maria Odete







um beijinho para a galera 








Material fotográfico


Acervo de fotos do autor

Álbum de fotos de Maria Guilhermina da Luz e de Lourdete Nisch

Álbum de fotos de Sílvio Gianesini 

Álbum de fotos de J. Carlos Gianesini

Álbum de fotos de Lígia Maria Paza





ANEXOS 
















  Evaldo com o bisneto Joan e o neto Alexandre Luís



Evaldo, Luiz e Alexandre Luís





Evaldo, Maria Odete com Joan, Ana Márcia, Anadir e Alexandre Luís






Evaldo com os filhos homens
Sílvio, Valdir (Lilo) e Luiz
Paulo, Evaldo e  J.Carlos






Almoço na Sociedade S. Paulo (Rua Azambuja): Evaldo e Luiz com Joan
                           Ana Márcia, Anadir e Maria Odete - Alexandre Luís o fotógrafo 




Tereza, Maria Odete, Alice de Fátima, Ana Lúcia, Valdir Nisch e Carlos Roberto da Luz  



ANEXOS







                                     Henrique Gripa, Ana G. Gripa e Maurino Gripa (com a neta Graciela  no colo)



         Casamento de Valentim E Ivone


Izabel e Amábile
Gorete e  Vanete 










Luiz com o mano Paulo 



Sílvio com o pai Evaldo - no lado da antiga casa 




terça-feira, 26 de maio de 2020

Osmar Boos


O entrevistado desta semana é  Osmar Boos – um grande nome nos destinos da equipe bugrina da general Osório - nascido em Brusque, 11.12.45, casado com Neusa Cadore Boos, filho de Bruno e Bárbara Boos, filhos: Júlio César casado com Francine Gevaerd (filhos: Guilherme e Júlia), Marco Aurélio casado com Isabela Siman (filhos: Gustavo e Gabriela), Ana Helena (filho Bruno Boos). Era torcedor do Clube Atlético Carlos Renaux, hoje do Brusque F.C., Botafogo (Rio de Janeiro) e Corinthians (S. Paulo)


Fale de sua trajetória no Bugre da General Osório?
Sou Sócio do Clube Esportivo Guarani na década de 1980, sendo que nos anos de 1987 a 1989 fui secretário do Conselho Deliberativo e depois por diversos cargos:
1987 a 1989 - Secretário do Conselho Deliberativo; 1990 a 93 – Primeiro  Vice –Presidente;
1993 a 95 – Primeiro Tesoureiro; 1996 a 2005 – membro do Conselho Fiscal; 2006 a 2007 – Vice-Presidente e 2008 a 2015 – Presidente

Como foi a gestão como presidente?
 Participei ativamente, neste período: reforma e modernização da sede administrativa (Nova portaria, secretaria, sala de reuniões, sala para exame médico, Museu de esporte, e cancha de bocha). 
Reformas e modernização do quiosque panorâmico e das dependências da piscina e salão de festas. Construção de duas quadras de tênis, cobertas, com um amplo e maravilhoso jardim.  Reforma e modernização da academia.

Na área esportiva?
 Na área esportiva apoio para as modalidades de bocha, futevôlei, futebol, tênis e principalmente do futsal, onde foi iniciado as escolinhas com o professor José Carlos Torrezani, carinhosamente chamado de professor Mané. Também na época foi conseguido, parcialmente, colocação de pedras nas margens do rio da Guabiruba, evitando a perda do terreno do patrimônio do clube. 

Grandes nomes no Guarani?
Na área esportiva não tive participação, no livro dos 80 anos do clube são muitos os nomes.
Tive o prazer de conviver, na minha opinião, não só no bairro, mas também em toda nossa cidade, a figura do Sr Mário Montibeller, figura ímpar, exemplo de cidadão íntegro, empresário dinâmico no setor de carnes, amigo e parceiro de todas as horas. Outras pessoas do bairro em relação ao clube poderia citar o nome dos Srs Félix Vale, José Bittelbrunn (carinhosamente chamado de seu Iquinho),  Célio Fischer, Ovídeo Hassmann, Jorge Bianchini, e outros. Ia esquecendo o nome do Sr Ciro Rosa, que graças a sua pessoa, foi conseguido junto a família do Sr Arthur Schlosser a compra da parte alta do patrimônio do clube, onde hoje estão os quiosques, ginásio de esportes, complexo aquático. Ciro "emprestou" o dinheiro para compra do terreno e no final, quando a diretoria resolveu pagar sua dívida, rascou e jogou a promissória no lixo. Foi pessoa fundamental no atual patrimônio do clube.  Nosso eterno reconhecimento.

Quem pegou junto na Diretoria?
O grande sucesso do clube se deve, sempre, na grande participação dos membros da diretoria, cada um respeitando o seu departamento, mas na união e consenso de todos, em prol do Clube Guarani. Ninguém ficava sozinho ou abandonado tocando o barco. Fato interessante que as diretorias eram pessoas ligadas ao bairro (nem todas, mas a maioria), fazendo do clube sua segunda casa, quando em certos momentos, era a primeira. Esse, na minha opinião, sempre foi o sucesso do clube.

Como foi sua trajetória política?
 Minha vida política, serviu para engrandecer meus conhecimentos, totalmente diferente da privada, onde atuei por 38 anos, não tinha toda essa parte burocrática exigida por inúmeras leis, órgãos estaduais e federais, sempre muito lentos, e emperrando o crescimento da cidade.

Sente orgulho de Ana Helena continuar na vereança?
Com certeza é um grande orgulho para um pai e toda família tê-la como  vereadora, por ser uma mulher jovem, competente, com princípios familiares,   mãe dedicada e acima de tudo sempre querendo fazer o correto, sem cargos em governo, ou troca de favores.
 Quem vive nesse meio sabe como as coisas acontecem, mas ainda temos a certeza, que as coisas são possíveis para uma Cidade, Estado e um Brasil melhor. Vale à pena ser do BEM.

A falta de futebol não constitui um retrocesso para a juventude do Bairro?
Não vejo a falta de futebol como retrocesso para a juventude do bairro, até porque, hoje, a maioria dos sócios são pessoas de outras localidades e para jogar tem que fazer parte do clube, onde o interesse pelo futebol é muito fraco. Hoje a procura é mais pelo Futsal, Futevôlei, Bech Tênis e o próprio Tênis.  Considero importante a prática de esportes, mas hoje vejo que a coisa ficou mais profissional, com a criação das escolinhas nos próprios clubes da cidade.  Ninguém quer mais jogar de graça, como era nos tempos antigos.  Só para deixar bem claro: não sou contra  a prática do futebol no bairro, mas o clube hoje vive uma outra realidade em comparação ao passado, quando quase 100% dos sócios eram moradores do bairro Guarani.

Finalizando...
Termino com minha habitual saudação: 
"AVANTE GUARANI"

















Referências: matéria publicada no blog aos 27 de maio de 2020.

Neuton Maurício Hoffmann- popular Niltinho

O entrevistado desta semana é Neuton Maurício Hoffmann, conhecido como Niltinho; filho de Erich e Edite S. Hoffmann, nascido em Brusque aos 01 de março de 1960; companheira: Sandra Paula Neto Moraes; 3 filhas: Monique, Marianea e Maira Luiza. Torce para os times de Santa Catarina 



Nosso entrevistado: Niltinho 

Como foi sua jornada no futebol?
Iniciei  no Renaux 1979, quando o Aureo Maliverni  era o técnico infantil fui p o juvenil e me colocaram para treinar com o profissional com 16 anos e fiquei com o grupo permanecendo até 1984; em  85 fui para o Paysandú, ficando  até 87; em 88, para o Tupi (Gaspar) até 90,  de 91 quando fui para o Tiradentes (Tijucas) e ainda em 91, fui para o Amador até 96, voltando, em 97, retornei, com 37 amos para o Brusque

Posição que atuava?
Atuei na ponta direita e esquerda e no meio campo, quando mais vezes atuei como meia de ligação- entre o meio e o ataque

Vitória memorável?
 Vitoria que me marcou foi atuando com a jaqueta do Renaux na partida contra o Figueirense lá.  Eles tinham um timaço e nós fomos com muitos jogadores da casa e vencemos por 1 a 0.

Derrota que ficou atravessada?
 Derrota q me marcou também envergando a camisa do tricolor brusquense em partida contra o Avaí, no Adolfo Konder ... a bola furou a rede e depois de muita confusão o juiz validou o gol e perdemos de 1 a 0

Gol inesquecível?
 O gol que nunca esqueço foi em Joinville jogo de loteria esportiva, perdemos o jogo mais fiz um golaço, arranquei do meio campo driblei o Borrachinha goleiro do JEC e marquei.
e fui campeão em 86 no Paysandu e 97 na segundona

Títulos?
Fui campeão em 86 pelo Paysandu e, em 97 na segundona, com a jaqueta do Brusque

Que campeonatos disputaste pelo Renaux e pelo Paysandú?
Pelo Renaux foram os campeonatos Catarinenses e as Taças que se chamavam Governador do Estado, e no Paysandú, chequei em 1985, quando o Renaux parou com enchente de 84; fiquei até 87, disputei o Catarinense de 85 e a segunda divisão em 86 quando levantamos o
canéco, e em  87 houve a fusão, então fui para o Tupi de Gaspar.

Como foi a passagem pelo Brusque, nos idos de 97?
Olha que estava parado um tempo e encontrei dificuldades – pela idade – tendo me machucado e fui pouco aproveitado, mas valeu, o grupo todo me respeitava e foi muito proveitoso a passagem no Brusque F.C., tanto que formos campeões e, registre-se, ainda, atualmente nos encontramos.  

Por que foi para o Tupi?
Estavam formando a fusão e trazendo muitos jogadores de fora, ai o pessoal do Tupi queriam me levar e o Lauro Búrigo queria ficar comigo, mas entrando e ficando de fora, isso me incomodou pois eu queria jogar. Devia ter ficado me arrependi depois... já era tarde

Grandes treinadores?
 Áureo Maliverne, Rubens Freitas, Lauro Búrigo, Natanael Ferreira, Iran Bittencourt e Hélio Ross

Equipe base do time campeão em 86?
 Binho, Moura, Aluízio, Gilberto, Dodô, Bim, Miltinho, Maffezzolli, Kéka, Jorge Santos e Cide

Quais os adversários que o Paysandu enfrentou na campanha vitoriosa de 86?
Pelo que lembro: Imbituba, Operário (Mafra) tinha um time de Leblon Regis, Guarani (Palhoça), Canoinhas, Próspera (Criciúma) Inter (Lages), Flamengo (Capoeiras), Ipiranga (Tangará)

 

Fale sobre a passagem pelo Tupi
Na época a Ceval comandava o Tupi foi um bom ano tinha um grande time com jogadores bo Blumenau Marcílio de toda a região. Na equipe estavam e Brusque: Schulemburg, Narciso - um baita zaqueiro, Amarildo e o Neilor, que depois integrou o plantel do Brusque.

Equipes adversárias do tupi na época?
As partidas contra o Blumenau eram um verdadeiro clássico; inclusive quando fui para o Tupi, o BEC levou o Jorge Santos e nos clássicos em Gaspar eu e ele jogamos contra, era uma festa - – grande rivalidade - e o estádio ficava completamente lotado.

 Grandes adversários do Tupi?
 Foi o Blumenau que era o clássico, inclusive quando fui para o Tupi, o BEC levou o Jorge Santos, e no clássico em Gaspar, eu e ele jogamos contra era uma festa estádio lotado e muita rivalidade.

E a passagem pelo Tiradentes?
Em 88 fui para o Tiradentes; a equipe tinha um bom grupo com jogadores que sobravam de Marcílio Dias, Avaí e Figueirense. Treinávamos à noite de terças e quintas e nos apresentávamos aos sábados para os jogos: era pauleira, viajávamos por todos os lados e quando o deslocamento era para longe saíamos bem cedo e chegávamos horas antes do jogo.
A gente jogava por prazer. Era difícil mais dá saudades, sempre que passo por lá me toca, ah e depois dos treinos tinha um sopão para aquecer o coração... para receber era outra luta

E no Amador?
Atuei no Cedrense, no Santos Dumont, no América e no Brilhante

Fatos inesquecíveis?
Tenho dois: Um foi quando atuava no Tiradentes - eu passava em Itajaí e pegava o pessoal do Marcílio e depois deixava eles na volta; outro foi ui atuar no Tupi o pessoal ficou chateado em Tijucas, queriam eu jogasse lá, mas fui atuar em Gaspar porque era mais perto de Brusque, e outro ainda, é que - juntamente com o Clóvis- fomos os dois únicos jogadores a atuar nos três times da cidade Renaux, Paisandu e Brusque

Brusque F.C., idos de 1997:

Osnildo Kistner (preparador físico), Luciano, Solis, Kleber, Ricardo, Fabiano, Foguinho Muller e Ortunho
Clóvis, Vilton, Polaco, Macedo, Mário,  Júnior, Escuro, Niltinho, Erivelton, Wilsinho, Jackson, Giovane e Graciel  
Técnico Gassen  e preparador de goleiros Coral 

Paysandu -  início de 1986: 
Em pé: Binho,Czaniga, Sérginho, Amarildo, Claudecir e Moura 
Agachados: Osnildo, Niltinho, Denilson, César e Cide

C.A. Carlos Renaux 
Em pé: Lico, Nivaldo, Dilon, Ricardo, Rota e Gilberto
Agachados: Mekimba, Zeca, Jarlei, Forró e Niltinho


Referências: matéria publicada no blog aos 26 de maio de 2020.





segunda-feira, 25 de maio de 2020

Isaías Gamba


O entrevistado desta semana é Isaías Gamba, filho dos saudosos Carlos  e Olga Gamba; 9 irmãos: Isaías, Ademir (in memoriam), Moacir, Carlos Rogério, Marlene (in memoriam), Irlanda, Rosália, Vilma, e Iria; cônjuge: Ivana Schwartz (irmã de Inácio Schwartz); três filhas: Inara (Jeferson Garcia) Bianca (Edésio Dehlagne)  e Bruna; dois netos: João Carlos G. Garcia e Antônio G. Dehlagne. Torce para o Brusque, Botafogo e  Palmeiras.

Inara, João Carlos, Isaias e Antônio

Equipes em que atuou?
Atuei no sete do Zantão de lateral direito de 72 a 79

Vitória memorável?
Em 73, decisão do campeonato de Bairros - no estádio Augusto Bauer na final contra o São Luiz, decidimos o segundo turno, pois já havíamos sagrado campeões  do primeiro turno – vencemos por 4 x 1, e em 79, no Municipal da Liga, num sábado à noite contra o Brilhante quando vencemos por 1 x 0, também no Augusto Bauer

Derrota que ficou atravessada?
Foi a derrota para o Santa Luzia - na Copa Arizona - realizada no estádio Cônsul Carlos Renaux (Paysandu), quando  perdemos a partida; estávamos vencendo até o finalzinho,contudo numa falta bem cobrada  o Marinho Vieira cobrou e com a colaboração do saudoso Pinto marcou o gol de empate que levou a partida a ser decidida por penalidade máxima, quando perdemos feio. se tivéssemos vencido iríamos enfrentar o Amazonas de Blumenau na disputa do título. A partida foi apitada por Getúlio José da Silva que estava no início de sua trajetória no apito.  

Fato que marcou? 
Na partida de entrega de faixas o Vladimir Appel, saudosos Darci Pruner e Dorval Vieira  me levaram para o Payandu me convidaram para vestir a jaqueta alviverde. Lá pelos idos de 74 a 75 -Atuei num amistoso sem graça contra o Palmeiras de Blumenau – como quebrei o braço –ficando três meses no gesso. 

E o retorno para o mais querido da Pedro Werner?
No retorno não deu – trabalhava no Schlosser, queria que eu saísse de lá, mas não queriam pagar nada

Treinadores do Sete, no período em que atuaste?
Hélio Severino de 72 a 74 e Caracas em seguida 

Títulos?
Dois títulos em 73 e 79 - Em 73 o de Bairros e o de 79 foi o Municipal.

Equipe base?
Pinto, Gamba, Bijo, Quidinho, Batista, Osmar, Laurindo e Nica, Juarez Piva, Celóca e Pelé - timaço, a gente brincava: de quanto vai ser hoje

Que seleção escalarias naquela época?
Merico (Santa Luzia), Joãozinho Tachini (Guarani), Bijo (7 de setembro), Quidinho (7 de setembro) e Davi, (Santa Luzia), Laurindo (7 de setenbro), Manéca Pieper (Santa Luzia), Miro Casagrande  (Santa Luzaia), Nica (7 de setenbro), Juca Vechi (7 de setembro) e Celóca (7 de setemmbro) e reservas : O saudoso Pinto (sete de setembro) Luizinho (Santos Dumont), Calito Wegner (Cedrense) e Alexandre Brogner (Cedrense).

E a fera da época?
Alexandre Brogner

Cinco goleiros que mais se destacavam?
Merico, saudoso Pinto, Betinho (São Luís), Cutinha (São Paulo) e Gianesini (Santa Luzia) 

Como eram os clássicos sete x santa luzia?
muito gostoso de jogar, sempre estádio lotado, muito disputado, pegado, mas limpo fora do campo e os jogadores eram amigos

Lembras de um gol que marcaste?
Sim fiz um de cabeceio no goleiraço Betinho do São Luís

Grande árbitro?
destacaria o Alvir Rensi
(Carlos falecido em 1960, aos 59 anos por enfarte)




                                                       Li Fuzon, Isaías Gamba e Celóca

Em pé: Celóca, Norival, Isaias Gamba, Bartolomeu Siegel (Presidente), Siegel, Yeske, Orlando, Ti Fuzon, Sérginho, Valdir Batchauer, e Carlos
Agachados: Laurindo, Ayres, Badinho, Nica, Paulinho, Osmar (Nene) e Cinquentinha


Referências: matéria publicada no blog aos 25 de maio de 2020.

Numa partida – entrega de faixas – contra o Paysandu perdemos por 3 x 0 – gol de Edson Cardos – numa indecisão minha e do Pinto, e ele meteu a cabeça. O ataque era Reni, Edson Pastoril e tinha ainda na equipe o Lico e Jorge Luiz Carneiro