quarta-feira, 11 de junho de 2014

Duzilina Trindade

Duzilina Trindade  

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DUZILINA TRINDADE, popular Dudu Trindade: Viúva do capitão Trindade –Benedito João Farias; quatro filhos, que na verdade são cinco: Nilton, Nilo, Nelson e Neli, e adotou João, com carinho. Tem dezoito netos e 15 bisnetos. Está com 94 anos de idade  

A alegria de viver e essa força estampada no seu semblante, indicam que presente ainda lhe pertence e, que a solidão não tem vez com Dona Dudu?
E como.... acredito em minhas forças, e é nesta fase da vida que pode-se ver e entender tudo melhor. Tenho uma felicidade imensa no coração, no sentido de viver uma vida produtiva, utilizando-se da experiência adquirida através dos anos, são 94 anos de vida bem vividos. solidão não se aproxima de mim. Aliás, solidão não é dever de ninguém, muito menos de um idoso, temos direito a alegria e de realizações. Quem me conhece, sabe que estou falando a realidade que vivo.

A oportunidade de crescimento e realização perde espaço com o passar dos anos? Seus momentos de lazer conquistaram seu tempo?
As oportunidades de crescimento e realização não diminuem com o envelhecimento, ainda mais quando se unem aos grupos vivos. Gosto de dança, e olha que ainda não arrasto os pés, o compasso é certinho. Dizem que sou a menina dos olhos do Evaldo - esposo da Coordenadora do Clube dos Idosos, a Catarina E. Moresco. No canto do salão não fico plantada. Vibro e canta em cada música romântica. Quero ser sincera, o que gosto mesmo é literatura. Sou muito curiosa, gosto de saber das coisas: leio o jornal diariamente e tenho livros na cabeceira da minha cama. Literatura é amiga e terapia, e não uso mais óculos. Ah, foi o que mais aproveitei. Viajei muito, em virtude de meu esposo ser removido, devido a promoções de seu cargo, fazendo com que conhecesse lindas cidades, onde residia por tempo determinado. Bolão é minha paixão; pertenço a um time formado por senhoras, denominado ABC – iniciais dos saudosos Arnoldo, Beno e Celso Schaefer. Guardo com carinho 10 medalhas que conquistei com meu entusiasmo.

Quer dizer, Dona Dudu, que a renovação esta na agenda do idoso?
Carregamos o peso dos anos, o nosso lema é transmitir experiência às gerações futuras. Somos diários vivos. Resta tanto a fazer, não nascemos só para viver, em todo lugar há tantas forças vivas esperando o toque da ação conjunta. O exemplo aí está, o Estatuto do Idoso, assegura a todos que acreditam: estendam as mãos e tracem planos. Agir é demonstrar o que sabes. Não existe limite de idade para buscar a felicidade, sonhar, realizar, aprender, se doar e amar, sempre é tempo. O tempo me trouxe uma coroa: os meus cabelos branquinhos e em cada ruga do meu rosto uma história, a foto comprova. Todas as flores do futuro estão nas sementes de hoje; cada dia é uma pequena vida; plante agora é assim que penso.

A vida é uma sucessão de lições?
Olhando para trás você verá que os momentos bons de sua vida, os momentos que realmente viveu são aqueles em que você agiu com coragem e verdade em tudo. A natureza nos indica: nascer, crescer, viver e morrer... sempre alegria e bom humor.

O que dá sentido à vida? Qual a maior riqueza que dá sentido à vida?
A minha maior riqueza é meus filhos, netos e bisnetos e os vínculos de amizade que tracei. Nunca vou conseguir somar as minhas amizades, realmente são tantas, tantas....Em cada coração encontrei um amor guardado, aprecio, admiro e amo a todos.

O caminho é iluminado pro Deus?
A vida longa é uma estima, um afeto de Deus. Uma vida digna que ajude a enxerga as coisas realmente importantes, é assim que Deus mostra o caminho para chegar a longevidade. Tenho uma relação particular a direita de Deus, vale a pena buscar. Cultive a amizade, nenhum caminho é longo, quando um amigo nos acompanha, sem esquecer que somos criados à imagem e semelhança de Deus.

Tem lido a Voz de Brusque e a Coluna Dez?
Sim, leio e ao ler a Coluna Dez, reconheço e revejo pessoas que há muito tempo não via. Sou fá dessa Coluna.

Assim a Coluna fica toda faceira....
Também agradeço a oportunidade ao Jornal A Voz de Brusque e aos todos os leitores, deixando meu abraço fraterno.

Referências

  • Entrevista publicada em 29 de fevereiro de 2008, em A VOZ DE BRUSQUE.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Geroldo Zanon

 Geroldo Zanon

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GEROLDO ZANON: Filho de Matias Guilherme Zanon e Clara Krieger Zanon; natural de Brusque, nascido aos 03.07.37; Cinco irmãos: Gemano, Ari, Orlando, Guiomar e Geroldo. Quatro filhos: Maria Clara, Marcus Antônio, Marcelo e Milana; quatro netos: Vinícius, João Vítor, Gabriel e Felipe. Técnico Têxtil no Cetiqt, Rio de Janeiro. Torce para o Sport Club Brusquense, Palmeiras e Vasco da Gama .

Como foi sua infância e Juventude?
Tive uma infância com dificuldades financeiras, mas foi boa. Jogava peladas, pescava, caçava com gaiola e ia a escola – no Santo Antônio. Aos catorze anos ingressei na Iresa, hoje Têxtil Renaux; na juventude, como todos jovens de minha idade, jogava futebol, tínhamos uma turma na Vila Operária e depois fui para os juvenis do Paysandu.

Como foi para o Paysandu se foi para o C. A. Carlos Renaux?
É que fui convidado pelo saudoso Pedro Werner.

Títulos?
Nos quatro anos que atuei no juvenis do Paysandu vencemos os quatro campeonatos da Liga.

Como surgiu o ramo têxtil em sua carreira?
Naquela época ou trabalhava-se na lavoura ou na indústria têxtil. Muitos de meus familiares trabalhavam no ramo têxtil: Felipe Krieger, meu padrinho – era mestre geral e ainda cuidava da Tecelagem Nova Trento e da filial em Itajaí. Meu pai era tecelão. O tio Ervino Mayer, trabalhava na Iresa.

Por que as tradicionais empresas têxteis do berço da fiação catarinense perderam o poder de fogo?
Primeiro, acho que os planos econômicos descapitalizaram todas as empresas em segundo lugar, devido a forte concorrência do evento malharia.

Grandes nomes na área têxtil?
O saudoso João Bauer, Carlos Cid Renaux e Valdemar Schlosser.

O saudoso Roberto Schlosser fez falta a Cia. Schlosser?
Foi uma perda lastimável, inclusive era um grande amigo meu, assim como o saudoso Arthur Schlosser – colocou-me de Chefe Geral.

E o saudoso Operário padrão Herbert Knop?
Foi motorista geral e da diretoria.

Uma palhinha sobre a vida profissional?
Iniciei a carreira em 1951, oportunidade em que meu pai solicitou uma vaga para mim ao saudoso João Bauer – na indústria têxtil Renaux. Em 1967, passei para a Cia Industrial Schlosser, atuando como Gerente Geral de Tecelagem, Preparação, Tinturaria, Beneficiamento e Confecção; de 71 a 76, fui Gerente Industrial na Têxtil Apucarana; nos idos de 77/78, fui Gerente de novos produtos, responsável pela montagem do referido departamento, vale registrar, que a partir de 77, a Schlosser começou a se destacar em tecidos para vestuário, com o Jeans Color –índigo, flanelas em parceria com a Dupont. Em 1982, a Schlosser foi a primeira a lançar o tecido plano com elastano na trama. Em 1988, prestei assessoramento em todos os segmentos têxteis: Buettner, Tecelagem Gumz (Jaraguá do Sul), Fênix e Tecelagem Rio Sul (Rio do Sul). Na Rio Sul elaboramos as persianas horizontais em 100% algodão. Em seguida, na Nitro Química –Grupo Vontorantin –SP, elaboramos projeto para introdução da celulose regenerada – rayon, na malharia circular. Ressalte-se, contudo, que o rayon é altamente poluente, atualmente predomina o poliéster. Foram trabalhados e desenvolvidos em Brusque e distribuídos para todo o território nacional, inclusive, remetendo para os clientes externos, como Espanha, Portugal e Itália. A Nitro Química comercializava seu produto para tecidos planos, hoje quase 80%, que sai da produção é para o segmento malha. Acredita-se que com este trabalho, técnico e comercial, conseguiu-se – se agregar e diversificar valores na malharia circular. Em 1966, prestei assistência, em todo o país, em novos produtos. Em 1977, trabalhei só na Região Sul: PR/SC e RS, dando assistência técnica e de vendas, como na Planitrade, representante do Grupo Vontorantin, na Região Sul.

Quando recebeu o benefício previdenciário?
Foi em 1983.

A administração Ciro Marcial Roza?
Foi uma das melhores de todas que lembro, ou seja, desde Paulo Bianchini.

O Brasil tem acerto?
Não tem... primeiro, porque o poder é muito assistencialista e em segundo lugar, o PT – que sempre foi partido muito crítico – ao chegar no poder, estranhamente, foi pior que os antigos governantes, o pouco que deu certo foi iniciado por Collor e FHC, como por exemplo, a abertura do mercado.

Lazer?
Sou representante de fios , leio muito jornais, nos finais de semana gosto de ir a restaurantes e assisto noticiários, um pouco de futebol e gosto de filmes instrutivos.

Referências

  • Jornal Em Foco. Entrevista publicada em 12 de maio de 2007.

Nilsy Bolsoni Tórmena

Nilsy Bolsoni Tórmena


Nilsy Bolsoni Tórmena.
Nasci em Itajaí aos 12.05.23, vim para Brusque aos 9 meses de idade, juntamente com meus pais, sou filha de João Bolsoni e Amélia de Souza Bolsoni, casei com Hylário Tórmena em 12.05.45, tendo viuvado aos 17.11. 2002, presidi o Grupo de Dançarinos da Amizade por aproximadamente 7 anos.  

Como conheceu o saudoso Hylário?

Eu era filha de Maria e ele era Mariano e ali iniciou o flerte.

Quase comemoraram Bodas de diamante?
Chegamos a comemorar os 57 de casados com mais três de namoro e noivado. O saudoso Hylário sempre falava que queria fazer uma festa para comemorar as Bodas de Diamante, com a presença dos amigos. Então fizemos uma confraternização.

E o Grupo Dançarinos da Amizade
Velhos bons tempos. O grupo foi fundado em 13.03.85, tivemos três presidentas: Paulina Halffpap, Evelina D. Zen e eu.

Qual foi a ideia de fundar o grupo?
Era formar um grupo para o entretenimento e divertimento das pessoas, sem fins lucrativos, com apresentações de danças folclóricas: alemães, polonesas e italianas

Lembra quem foram os fundadores?
Sim, o grupo foi iniciado com Paulina Halffpap, Evelina D. Zen, Esmeraldina de Souza, Aureliano de Souza, Edson Kormann, Lurdes Kormann, Vilma Walendoswky, José dos Santos, Maria das Neves dos Santos, Hylário Tormena, Nilsy Tórmena, João Benvenuti (in memoriam), Carlito Formonte, Maria Formonte, Zulmira Pruner, Maria da Silva, Hilda Zen, Luziano Demarchi, Leonida Bastiani, João de Deus e Ivonete de Deus

Muitas apresentações?
Entre outras, tivemos apresentações em Joinville, Indaial, Ibirama, São Bento do Sul, Florianópolis e por duas vezes em Laguna. Em várias edições da Fenarreco e no desfile de 4 de agosto

Um grande incentivador do grupo?
Do grupo destacou-se Aureliano de Souza e no suporte do grupo, destacaria o saudoso Zéca Zen e o Dr Prudêncio e a esposa

E a vestimenta?
A roupa verde vinha da colaboração da empresa Renaux , a preta doei, o vermelho era comprada e dividida entre os integrantes do grupo e o bordado também era dividido entre os integrantes. O estampado para as apresentações caipiras ganhávamos da Havan.

E as viagens?
Recebíamos contribuição da Prefeitura para o deslocamento - transporte – e contribuição do Dr Prudêncio e esposa, principalmente para as duas apresentações em Laguna.

Por que não foi adiante?
Nos idos de 96, o grupo, com o estado de saúde de Hylário, o grupo foi desinteressando-se, e logo parou.

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Referências

  • Jornal Em Foco. Edição de 1º de junho de 2010.

Ivo Groh

 Ivo Groh


Ivo Groh, nascido em Brusque aos 03.09.30. Foi Juiz de Paz Onde e quando nasceu?
Nasci em Brusque aos 03.09.1930.

Como surgiu IVO GROH, juiz de Paz?
Era o titular do Juizado de Menores, ocupando o cargo de Comissário de Menores, durante 28 anos, mas sempre era indicado para substituir os titulares, como Juiz da Paz, Escrivão Eleitoral e outros.

Por quanto tempo ocupou o juizado?
Durante 4 a 5 anos - como substituto.

Guarda alguma lembrança positiva do período em que foi Juiz de Paz?
Sim, fiz muitos casamentos importantes na sociedade.

Já pensou em escrever sobre a experiência no juizado?
Não, ainda não pensei sobre escrever a respeito dessa experiência.

Como vê a Justiça, hoje?
Muito lenta.

O que o senhor faz hoje? Está aposentado?
Aposentado, desde 03.03.1987. Hoje, tenho a Tríade Encadernação, juntamente com o filho Rubens.

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1998 → 80 anos do C E Paysandu

José Carlos Tigrerini (Conselheiro), Sérgio Jachovicz (Diretor), Arthur Appel (Conselheiro), Calito Moritz (Conselheiro), Chico Imhof (Conselheiro), Zequinha Custódio(ex jogador).
Armando E. Polli (Conselheiro), Urbano Kirstenmacher (Conselheiro), Ruy Queluz (Presidente), Arthur Polaco Jachovicz (Presidente do C.D.), Gehrard Appel (Conselheiro) e Ivo Groh (Conselheiro)

Referências

  • Jornal A VOZ DE BRUSQUE. Matéria publicada em 01.08.2001.

Telmo Ruzinski

Telmo Ruzinski


TELMO RUZINSKI: Filho de Olário e Cacilda; natural de Brusque, nascido aos 23.10.55. Cônjuge: Marli Fuchs Rusinski, casados aos 23.09.78; dois filhos: Ana Paula e Sérgio Roberto  

Como foi sua infância e juventude?
 

Na minha infância, como todos os meninos de minha idade, ia á escola. Estudei nos colégios: Santo Antônio, São Luiz e Honório Miranda. Pratiquei basquetebol, tendo chegado, em duas oportunidades, a ser convocado para integrar a Seleção Catarinense. Desde os 19 anos, estive engajado no “mais querido da Pedro Werner”. Vivi grande parte de minha juventude no Paysandu, realizando o que mais gostava, os inesquecíveis carnavais, inclusive, estava participando de um dos bailes carnavalescos, quando fui noticiado do nascimento de minha filha, Ana Paula. Exerci todos os cargo de Diretoria no Paysandu, até fui treinador da equipe em 83,ressalte-se, época que o Paysandu tinha uma boa equipe, tendo disputado o Estadual. Presidi o “ mais querido” nos idos de 85.

 Como foi a educação recebida de seus pais?
Foi uma das melhores educação, o pai sempre procurava transmitir comportamento salutares: bem me lembro de algumas lições: “ A primeira coisa que um homem deve ter é a fidelidade com os amigos”, outra:”Nunca mexa numa coisa que não é sua” e, outra ainda: “fazer o bem não importando a quem”; a mãe, preocupava-se em manter a família unida, e exigia que, aos domingos, almoçássemos todos juntos.

Como conheceu a Marli?
Na época que estudava, costumávamos ir na Lanchonete Real, e a gente se via. Eu com 13 anos conheci a Marli, logo começamos a namorar e após 9 anos subimos ao altar.

Quais as linhas mestras do PTB ? Quais os integrantes do comando em Brusque?
A linha mestra do PTB é traçada, mormente no social. Integram o comando do Partido, a nível municipal: Presidente, Telmo Rusinski, Vice-Presidente, Dr. Antônio Bastos, Secretário, Luiz Carlos Beuting, Tesoureiro, Luiz Francisco Reis, Presidente do PTB Mulher, Silvana Correa e PTB Jovem, Daniel Krause.

No cenário político, quais as coligações que estão sendo alinhavadas, com vistas ao próximo pleito?
O PTB já tem coligação consolidada com o PV. Terá candidato próprio nas majoritárias e encontra-se em negociação com três siglas para a efetivação do Vice. Também, vislumbrado coligações com todos os partidos existentes no município.

Quem será o próximo prefeito?
O próximo Chefe do Executivo Municipal passa pela indicação e apoio do atual Prefeito Ciro Marcial Roza.

Grandes nomes em Brusque, nas diversas atividades – no passado e na atualidade?
No passado, entre outros: os saudosos Cyro Gevaerd, Gentil B. Archer e Francisco R. Dal’Igna e na atualidade: Ciro Marcial Roza, Pilolo e Dr Celso Carlos Emydio da Silva.

Paysandú ou Renaux?
Paysandú!

Como aconteceu a fusão do Renaux e Paysandu em 87?
A fusão resultou por vários fatores: o Carlos Renaux estava desativado, a prática do futebol estava muito encarecida, culminando na idéia do Ciro Marcial Roza para criar uma força real no futebol berço da fiação catarinense. E foram o que aconteceu, tanto que o Brusque sagrou-se campeão Catarinense em 92. Registre-se que foi deixado de lado as paixões, imprimindo-se um trabalho profissional extraordinariamente forte, encima do futebol brusquense.

O encanto das duas agremiações – Renaux e Paysandu – para os torcedores mais antigos, não restou prejudicada com a fusão?
Para os mais antigos foi, porque quem era Renaux, era tricolor e quem era Paysandu, era esmeraldino. Eles não viam com bons olhos, olhavam mais a paixão do que o objetivo maior que era ter um futebol forte, competitivo e campeão. Fui um projeto muito perfeito, tudo muito bem estruturado. É importante frisar, que os torcedores na faixa de idade até a minha não admitiam, entretanto, a faixa etária dos idos de 75 para cá, nem lembram mais – ou se lembram, foi por ouvir dizer – dos dois tradicionais clubes brusquenses.

O que é preciso para um jornal semanal sobreviver em nossa cidade?
Todo problema é o seguinte: as pessoas têm um índice de leitura muito baixo dos jornais, tanto de periódicos de Brusque, do Estado ou os de nível nacional. Vale registrar, o índice de leitores não atinge o patamar de 10% da população, o que implica aos heróis dirigentes da pequena imprensa uma batalha, uma verdadeira luta árdua.

Quais são os lazeres preferidos?
Atualmente é a pescaria e o arrancadão.

A administração municipal está no caminho certo?
Muito certo, Brusque nunca foi tão divulgada pelo país como está sendo hoje, principalmente, após a conclusão do Ginásio Multiuso, aonde o esporte amador vem sendo olhado de maneira bem diferente de épocas anteriores, gerando uma divulgação ímpar com a parceria Brasil-Telecom, que vem divulgado a cidade, através da mídia: Rede de TV, rádios e jornais.

Na sua visão, o que está faltando, em termos de obras em Brusque, além da beira-rio, em ambos os lados?
Muito foi feito, mas a construção do Teatro Municipal, vez que a cultura irá perfectibilizar a cidade como pólo turístico, a construção do Estádio Municipal de Futebol moderno e a construção do Museu Internacional de Esculturas de B rusque, salientando-se que quando pronto será o maior Museu a céu aberto do mundo.

O Brasil tem acerto?
Hoje não.
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Ademir Pereira, Moisés de Oliveira, Davi e Telmo Rusinski - Liga de Futebol de Salão 1975

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Basquete Sociedade Esportiva Bandeirante - campeã dos JASC 68 na Capital
Em pé: Ivo Ribeiro (técnico), Telmo Rusinski, Luiz Espíndola, Jorge Archer, Bira Bolognini, Guilherme Albani, Paulinho Salomão e o saudoso Mário Vinotti
Agachados: Gilmar Dunca, Fernando Muller, Pepe Regla, Jorge Debrassi, Éneas Walendowsky
Referências
  • Entrevista publicada na semana 09 a 16 de fevereiro de 2008, em A VOZ DE BRUSQUE.

Carlos Verwiebe - popular Calim

 

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CARLOS VERWIEBE, popular Calim Verwiebe: Filho dos saudosos Guilherme e Ana; natural de Brusque, nascido aos 19.03.35; Cônjuge: Maria Helena de Souza Verwiebe, nascida aos 11.09.28 e casados 01.05.48. Três filhos: Roberto, Lígia e Sílvia. Cinco netos: Heloíse, Carlos Guilherme, Roberto Marques Júnior, Ana Paula e Raquel. Torce pelo Paysandu e Botafogo e pelo Santos em menor escala e ainda pelo Figueirense, vez que o mais querido está fora dos gramados.

 Uma palhinha da descendência
 

O Roberto casou com a Guiomar Schwartz, filhos: Carlos Guilherme e Ana Paula; Lígia, com Roberto Marques, filhos Roberto Marques Júnior e Raquel; Silvia, casou com Celso Barteldt, filha Heloíse;  

Esteve ligado aos esportes?
 

Estou ligado aos esportes há uns 50 anos, inclusive, sócio do “mais querido”, veja a carteirinha. .

Integrou alguma diretoria do Paysandu?
 


Fui Conselheiro (e sou) por alguns anos.

 Acredita no retorno do Paysandu?
 

Acredito que sim, tendo a Sede Social de volta, haverá a retomada de ânimo dos grandes paysanduanos novamente. É só questão de tempo.  

Tem lugar para o clássico?
Tem, acredito no retorno do clássico e, mesmo que fosse na segunda ou na terceira divisão.

Fatos marcantes?
Alguns: a) A construção da Sede. Até contribui financeiramente para a construção da Sede Social. Na inauguração fomos ao baile, a rainha foi Eliani Hóhe. Também contribui dentro de minhas possibilidades para o retorno do Kussi ao Paysandu; b) o Canéco do Catarinão em 56, em Jorinville, quando vencemos o América por 2 x 1, se não me engano, os gols foram marcados pelo Julinho e pelo Nilo. Acho que até lembro a equipe que atuou: Zezé, Wallace, Vilaci, Bolognini, Péssinha, Nego Kuhn, Tele, Nilo, Júlio, Heinz e Godoberto; c) Campeão da Segundona em 86, quando o clube esmeraldino era presidido pelo Wladimir Appel e o médico era o Dr Jonas.

Grandes nomes na história do Paysandu?
Entre outros, citaria: Arthur Appel, Érico Appel (in memoriam), Alfredo Deichmann, Carlos Cid Renaux (in memoriam), Arthur Kistenmacher (in memoriam).

Melhores atletas do “mais querido”?
Heinz Appel, Renô e Julinho Hildebrandt.

Melhores atletas do tricolor brusquense?
Arno Mosimann, Afonsinho e Teixeirinha.

Um grande treinador?
Nilton Monguilhotti.

Um grande dirigente?
Arthur – Polaco – Jacowicz

A atual diretoria corresponde às expectativas?
O Ruy precisaria mais auxílio; além de você que faz a sua parte, ele precisaria de mais pessoas abnegadas pelo ‘Mais querido”. Tem algumas que até esboçam uma ajuda, mas logo esmorecem. Nós, os mais antigos fica difícil.

O que faz Calim Verwiebe, hoje?
Estou aposentado e cultivo minha hortazinha.

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Referências

  • Matéria publicada em 07 de dezembro de 2002, em A VOZ DE BRUSQUE.

Colégio Honório Mrianda - formatura 1ª turma







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